Até quando os bancos vão roubar o seu dinheiro?

Protagonismo dos mercados financeiros está com os bancos e com as corretoras. Você precisa atacar esses caras, hoje e agora.

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Até quando os bancos vão roubar o seu dinheiro?

No mercado, ou você é um antagonista, ou você é, no máximo, um medíocre.

Todo verdadeiro caçador de boas oportunidades mantém posições contrárias àquelas de consenso. Se não for assim, ele existe apenas para fazer a roda girar, sendo o responsável por alimentar bancos, corretoras e governos com suas incontáveis taxas e impostos.

Não à toa, o protagonismo dos mercados financeiros está com os bancos e com as corretoras. Você precisa atacar esses caras, hoje e agora.

Permita-me esclarecer o ponto com apenas dois exemplos materiais. Algo precisa ficar claro aqui: se você deixa seu dinheiro investido no banco hoje, você está sendo literalmente roubado. Não há espaço para eufemismo.

O primeiro exemplo se refere à poupança – eu não começo por ela numa escolha randômica; faço questão de iniciar por aqui porque a maior parte da população brasileira deixa seu dinheiro na velha caderneta. E qual o resultado disso? Você simplesmente está destruindo seu patrimônio e transferindo riqueza para o governo.

Esclareço: hoje, a poupança rende menos do que a inflação. Ou seja, ao deixar seu dinheiro ali, você perde poder de compra a cada mês (nos últimos 12 meses encerrados em abril, por exemplo, a rentabilidade da cadernete ficou negativa em 1,94%, descontando a inflação). E quem se beneficia da alta dos preços? O governo, através de um mecanismo chamado senhoriagem.

Mas eu não quero tornar o assunto muito técnico. O recado aqui é bastante simples: você precisa tirar o seu dinheiro da poupança, imediatamente.

Felizmente, boa parte da população já percebeu que manter o dinheiro na poupança não é uma decisão racional.

Passo então ao segundo exemplo, que surge como corolário do primeiro.

Qual o caminho primeiro e mais natural para o sujeito que percebe a necessidade de tirar a grana da poupança?

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O cara, convencido pelo gerente, aplica no fundo DI do banco. Esse mesmo fundo que cobra 1,5%/2% de taxa de administração ao ano, para não fazer administração nenhuma – em um fundo DI, não há inteligência; o gestor pega a sua grana e aplica em títulos públicos, sem pensar. Todos fazem isso.

Há um nome bastante popular para isso: roubo.

Esses são apenas dois exemplos mais óbvios dessa brincadeira toda. Pense comigo: o gerente de seu banco está interessado em gerar resultados para quem: para você, para si ou para o próprio banco? Eu tenho alguns palpites e certamente não apontam para a primeira opção.

O que você faria se estivesse doente: consultaria um médico de confiança para saber qual medicação deve tomar ou iria até uma indústria farmacêutica perguntar se vale a pena tomar algum de seus remédios, que podem ser comprados ali mesmo pela simbólica quantia de R$ 249,00 por caixa?

Macacos ainda gostam de bananas.

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