Ata do Copom mantém o recado

Em relação a uma nova queda em junho, o jogo será avaliar as projeções do BC para 2019. Em ata, o Copom deixou em aberto, […]

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Em relação a uma nova queda em junho, o jogo será avaliar as projeções do BC para 2019. Em ata, o Copom deixou em aberto, mostrando que quer “avaliar os efeitos dos estímulos de juros já implementados” na economia antes de fazer um novo movimento na taxa básica – reforçando o sinal de manter a Selic em 6,25%.

Ao justificar o novo corte de 0,25% na próxima reunião, o BC colocou como causa as surpresas inflacionárias mais benignas advindas dos dados do IPCA de janeiro e fevereiro, em níveis bem mais favoráveis que dezembro, e desconhecidas pelo Copom na última reunião.

No entanto, caso a inflação continue surpreendendo e puxando suas estimativas para o índice de preços, o BC deve continuar o ciclo de flexibilização monetária de forma a cumprir a meta de 4,25%.

Em outras palavras, para a reunião do meio do ano, o plano A é interromper. Caso ocorram mudanças significativas nas estimativas do BC para a inflação do ano que vem, eles podem aprovar um novo corte.

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