Corretoras de bitcoins cobram taxas mais altas do que bancos no Brasil

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Difícil negar a representatividade das criptomoedas em 2017. Talvez seja o início de uma grande revolução; talvez apenas mais uma bolha prestes a estourar. Sempre trabalhamos com as duas possibilidades e, pragmaticamente, deu para ganhar dinheiro com o negócio e é isso que interessa.

O que me incomoda nesta história é a turma representante máxima das criptomoedas no Brasil (a nata das moedas digitais) pagando de libertária, contra o sistema, em prol do investidor ao criticar o “lucro dos bancos”. Com o tanto de taxa que se cobra para operar bitcoin no Brasil e com um serviço de baixíssima qualidade, é muito fácil pagar de contra o sistema.

Se você operou bitcoin em uma das duas maiores plataformas do Brasil, incorreu em mais taxa do que pagaria em qualquer outro serviço bancário. Mas não é somente muito caro. Quando você pensa em bitcoin e blockchain, deveria imaginar a fronteira tecnológica. Ocorre, porém, o contrário. As plataformas não são amigáveis no celular e a instabilidade do site é enorme. Em paralelo, o atendimento é ruim e lento, com o cliente demorando dias para ser atendido.

Leia a análise na integra no Day One, A verdadeira ocupação de Wall Street?

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