Romi foca na geração de caixa para 2017 e 2018

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O mantra da Romi em 2017 e 2018 foi e é a geração de caixa. A companhia enxugou seu quadro de funcionários, investiu em automação e buscou novas fontes de receita como a venda de máquinas seminovas.

O reflexo se deu em números: evolução na margem EBITDA que saiu de 7,4% no primeiro trimestre de 2017 para 13% no terceiro trimestre. No mesmo período, a dívida líquida que saiu de R$ 80 milhões para R$ 16,2 milhões.

Em 2018, com a economia brasileira se recuperando, espera-se que as vendas continuem melhorando para a empresa gerar caixa e manter as margens em patamar próximo ou maior que 2017.

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