À espera dos juros e do Copom, cenário externo prevalece

Com o mercado brasileiro em stand-by pelo IPCA desta sexta-feira (09/03) para cravar o Copom, o foco novamente se volta para o mercado externo. Os […]

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Com o mercado brasileiro em stand-by pelo IPCA desta sexta-feira (09/03) para cravar o Copom, o foco novamente se volta para o mercado externo. Os membros do Banco Central europeu se reúnem hoje para decidir os juros na zona do euro, mas a expectativa é pela manutenção da taxa.

Os olhos de todos estarão voltados para a discussão sobre possíveis mudanças nas políticas de estímulos – que prevaleceram desde 2008 –, com alguns membros do comitê inclinados a reduzir os mesmos. No fim das contas, é mais um banco central se preparando para enxugar a liquidez global.

Do outro lado do Atlântico, as atenções se voltam para Trump e seu tarifaço sobre o aço e o alumínio – o que tipicamente aumenta a inflação – por encarecer os produtos importados – e que pode deixar o Fed mais propenso a subir juros de forma mais contundente.

Um cenário externo mais restritivo é um risco para a equipe do presidente do Banco Central brasileiro, Ilan Goldfajn, assim como também para os mercados emergentes em geral.

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