O que acontece com suas criptomoedas quando você morre?

Atualmente, armazenamos nossas criptomoedas em exchanges ou wallets. Algumas pessoas mais paranóicas chegam a memorizar as 12 (ou 18 ou 24) palavras de backup, sem […]

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Atualmente, armazenamos nossas criptomoedas em exchanges ou wallets. Algumas pessoas mais paranóicas chegam a memorizar as 12 (ou 18 ou 24) palavras de backup, sem anotar em nenhum outro lugar, para evitar que as informações sejam roubadas. Basicamente, somos nosso próprio banco. Mas isso traz a questão: o que acontece quando o dono de uma quantidade em criptomoedas morre, se a custódia era feita por ele mesmo? Esse problema veio à tona mais uma vez após a morte de Matthew Mellon, que se tornou bilionário com criptomoedas. Ele supostamente tinha mais de 500 milhões de dólares em XRP e é possível que esse saldo esteja inacessível. Atualmente, não há uma solução muito prática para essa questão, a menos que se utilize um serviço de custódia terceirizado. Trata-se de um problema sobre o qual a maioria das pessoas não pensa, mas que, certamente, faz parte da lista de desenvolvimentos essenciais para o mercado.

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