Previsões não funcionam para planejar investimentos

Fazer previsões pode parecer ótimo para os departamentos das empresas em geral, para as famílias que planejam seus gastos e também para os pais de […]

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Fazer previsões pode parecer ótimo para os departamentos das empresas em geral, para as famílias que planejam seus gastos e também para os pais de santo, tentando faturar um troco. Mas não funciona muito bem para planejar investimentos.

Veja que ironia. Era consenso no fim de 2017 que a Bolsa sofreria no curto prazo com a não aprovação da reforma da Previdência. E fazia todo o sentido. Afinal, o governo foi derrotado e se viu obrigado a empurrar para 2018 a votação da reforma mais importante do cardápio.

Mas o Ibovespa, do fundo de seus 72.680 pontos, como uma fênix cintilante dourada, renasceu de suas cinzas para marcar dez pregões seguidos de alta e renovar sua máxima a 79.071 pontos. Enquanto o mercado estava despreocupado estourando champanhe, foram 8,8% de alta.

E agora? O que fazer? Boa pergunta. Não podemos prever o futuro, mas podemos nos preparar para o fatídico dia de 24 de janeiro – quando teremos o julgamento de Lula em 2ª instância. A única previsão que podemos fazer é que começaremos o ano com altas emoções. Prepare-se. Ajuste sua alocação, entenda bem as empresas que possui em carteira, pois 2018 será o ano do “ou vai ou racha”.

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