Siderurgia: o bode finalmente sai da sala?

Após semanas de discussão, os governos americano e brasileiro chegaram a um acordo preliminar sobre a sobretaxa do aço – os países concordaram com um […]

Compartilhe:

Após semanas de discussão, os governos americano e brasileiro chegaram a um acordo preliminar sobre a sobretaxa do aço – os países concordaram com um sistema de cotas para cada tipo de aço.

A exportação do aço semiacabado, que complementa a cadeia produtiva americana e responde por 80 por cento do total, deve receber uma cota que impossibilita superar o volume médio vendido ao mercado americano nos últimos três anos – o que ficar dentro do limite imposto não pagará a tarifa de 25%. Bom para Gerdau (GGBR4), que é um dos maiores exportadores desse tipo de aço aos EUA.

Os produtos acabados terão uma dinâmica diferente – para não pagar cota será necessário reduzir as vendas em um percentual da média do volume dos últimos três anos. Apesar de Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3) exportarem para os EUA uma parcela pequena de sua produção total, essa medida pode acabar afetando marginalmente suas vendas ao país, mas não deveria ter grandes impactos para o resultado das companhias.

Conteúdo recomendado