Fazer você ganhar dinheiro com fundos: minha missão na Terra

Estive olho no olho com quem decide onde investir R$ 2,53 trilhões em moeda, títulos públicos, crédito privado e ações.

Fazer você ganhar dinheiro com fundos: minha missão na Terra

Faz pelo menos três anos que o Ricardo escreve para mim todas as semanas.

Executivo de uma multinacional, ele quer investir uma parte da renda de forma inteligente. Não é muito, porque tem que pagar as parcelas do novo apartamento (acho que planeja um bebê). O Ricardo é conservador, odeia perder dinheiro e gosta de mesclar CDBs, LCIs e LCAs com fundos de investimento.

Ricardo, eu escrevi sobre esse fundo na semana passada, você não leu? – eu passei os últimos anos dizendo (de forma educada, porque ele paga com Bacio di Latte).

Fui visitá-lo uma vez no fim do dia e vi o jornal Valor Econômico, onde até duas semanas atrás eu escrevia diariamente sobre fundos, impecavelmente dobrado. Muito às vezes o Ricardo até lia e elogiava as matérias, mas fechava com: E aí? Em que eu invisto?

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E eu ficava indignada. Pois na troca de e-mails e no Whatsapp, o Ricardo sempre lê o que eu escrevo. E entende. E discute.

Isso tem me tirado o sono.

Nos últimos cinco anos sentei à mesa e conversei longamente com 118 gestores defundos brasileiros.

Estive olho no olho com quem decide onde investir R$ 2,53 trilhões em moeda, títulos públicos, crédito privado e ações.

Assim conheci de perto 83% da indústria de fundos brasileira em volume financeiro, a 11ª maior do mundo. São 534 gestores, que administram R$ 3 trilhões de investidores.

Carrego comigo 3.602 arquivos de entrevistas e 6.222 trocas de e-mails com eles que não quis enviar ao lixo. Alguns centímetros viraram jornal. E sempre com imparcialidade (acho que era disso que você não gostava, né, Ricardo?).

Você já ouviu falar de Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Caixa, Santander e HSBC. Eles gerem 67% dessa montanha de dinheiro. Mas eu posso garantir que os melhores fundos não estão aí.

Talvez você não esteja tão familiarizado assim com SPX, Dynamo, IP…

É neles que os ricos – mesmo os clientes dos bancos – investem (também sempre conversei com os alocadores do private banking).

Nos Estados Unidos, os fundos dos gestores independentes são muito maiores do que os dos bancos.

Talvez você já tenha ouvido falar da Verde Asset, do genial Luis Stuhlberger. Tive a honra de me sentar com ele três vezes para entrevistas exclusivas nos últimos anos.

Desde que foi criado, em 1997, o fundo Verde, do Stuhlberger, rendeu 12.359%. O CDI, ou um bom fundo DI, entregou 1.587% no mesmo período.

A Verde Asset é uma entre as poucas das 534 gestoras brasileiras que eu admiro. Quantas mais? Peraí, tenho uma lista.

No momento são 27 as que têm o meu apreço, 5% do total. É um seleto grupo de gestores de fundos DI, multimercados e carteiras de ações que acompanho de perto há cinco anos.

E mudo de ideia eventualmente, porque as gestoras também mudam.

E eu te pergunto, Ricardo: de que adiantou essa trabalheira toda? Você, minha mãe e metade dos meus amigos sempre preferiu conversar comigo do que ler minhas matérias. Vocês queriam saber o que eu pensava sobre tudo aquilo que ouvi, não é mesmo?

Mas por que eu me importava tanto com você, Ricardo?

Porque se fosse para escrever para o mercado financeiro eu não teria dedicado tantos anos de minha vida a um jornal nem muito menos queimado meus neurônios na temida prova da Anpec, exame anual que seleciona para os melhores mestrados de Economia do país.

No mestrado, me dediquei a estudar o comportamento, as convenções, porque eu queria também entender melhor as pessoas, o Ricardo.

Jornalismo mais Economia para quê? Para aprender a comunicar sobre dinheiro de forma correta e legal.

Ao longo do mestrado, escrevi um blog, o Economia Clara, que buscava traduzir o Economês e tinha leitores cativos. Mas sozinha ficou difícil sustentar o projeto. Faltava encontrar outros apaixonados como eu.

Foi aí que, lá em 2012, um amigo que seleciona fundos para milionários me mandou o Mercado em 5 Minutos, a newsletter da Empiricus que você já conhece bem. Malditos, eles conseguiam falar de investimentos de uma forma legal.

No apagar das luzes de dezembro de 2012, o Roberto Altenhofen escreveu que eu e meus amigos jornalistas nos prestávamos a comer bolachas e a requentar matérias pré-elaboradas (Beto, te revelo que nessa época as fontes mandam panetones para as redações).

Em março seguinte, o Beto acusou uma falta de assunto em uma matéria minha de consultoria financeira para jogadores de futebol, que levou o capitão William, do Corinthians, à capa do jornal.

Sim, a Empiricus incomoda. E faz isso porque só pensa em você, investidor.

Ok, Beto, sem ressentimentos… Topei um convite da Olivia Alonso, que admirava desde que trabalhamos juntas no Valor, para conhecer a Empiricus de perto.

E foi aí que a paixão virou casamento.

Vi que a Empiricus tinha encontrado a mágica para fazer você ler e mudar seu comportamento. 150 mil assinantes? Uau! É por isso que estou aqui, Ricardo.

Se alguém por aí tivesse provado que dar piruetas no meio da Faria Lima é o método mais capaz de fazer alguém sacar o dinheiro de um fundo DI do Bradesco com taxa 5% – sim, tem 275 mil investidores nele – era lá que eu estaria.

Se estou nessa cadeira agora é porque ficou claro para mim que a fórmula mais eficiente é a da Empiricus.

E é essa conversa franca que eu quero ter com você a partir de agora, investidor. Isenta, não imparcial, me orientou a Olivia. Encontrei o ambiente que precisava para dar minhas opiniões.

Vou me juntar ao Walter Poladian, planejador financeiro certificado pelo CFP, para garantir que, ao terminar de ler uma carta, você saiba exatamente o que fazer. Pode começar tirando dinheiro do Hiperfundo do Bradesco.

A Empiricus não vende fundos. Não é gestora, nem corretora, não tem anunciantes. Meu compromisso é único com você. É você quem vai pagar pelo meu trabalho.

Sinto-me extremamente privilegiada nesse papel.

Quem tem isenção semelhante à minha hoje no mercado para falar sobre osfundos? O gerente do banco? Não, você já sabe que ele só quer te vender o produto do banco mais rentável para ele.

As plataformas independentes, como XP, Guide, Genial? Não. Elas recebem comissões diferentes, os chamados rebates, de acordo com o fundo que vendem. Claro que os piores pagam mais.

Para eu me dar bem (e ficar feliz), você tem que ganhar dinheiro com o que eu escrevo.

Isenção semelhante só em um modelo nascente no Brasil, de gestão de patrimônio. Lá só o cliente remunera quem seleciona fundos. Mas isso só está disponível no país para quem tem mais de R$ 10 milhões para investir. Aqui vamosdar acesso a esse tipo de serviço a bolsos menos recheados.

Mas a Empiricus até agora defendeu que eu investisse diretamente em ações e títulos, diz você. Por que ela nunca dedicou uma carta periódica a fundos?

A gente cometeu uma baita barbeiragem, disse o Felipe Miranda no meu primeiro dia de trabalho. Como ignorar mais de R$ 2 trilhões mal investidos? E o Rodolfo Amstalden concordou. Entendemos que não é a pessoa física que tem que se adaptar à Empiricus, mas nós ao comportamento do investidor.

Estou plenamente convencida de que os fundos são a forma mais fácil, segura e confortável de se aproximar do mundo dos investimentos.

Existem opções para todos os tipos de investidores – conservadores, moderados, arrojados. E são complementares a outras formas de investimentos.

Onde você deixa seu dinheiro enquanto espera uma oportunidade no mercado acionário?

Há cinco anos comecei a usar meu conhecimento para escolher fundos melhores no banco em que sou cliente. E há três não uso o banco para investir em fundos. É esse caminho que o Ricardo já trilha, que a minha mãe está no ponto intermediário e que quero ajudar você investidor a seguir. Com calma, sem solavancos.

Em pouco tempo quero mostrar que ficar com medo de investir em fundo por meio de um distribuidor diferente de banco é equivalente a comprar pílula anticoncepcional e achar que vai engravidar se a farmácia falir.

Mas eu e você sabemos (né?) que não dá para confiar em qualquer pílula que aparece por aí. É preciso ajuda de um especialista para escolher.

Tem uma discussão longa no mundo todo sobre se os gestores são capazes de bater o mercado, superar o CDI, o Ibovespa ou o S&P.

Não acredito em mercados eficientes (os investidores não são robôs). Mas, especialmente nos ineficientes como os brasileiros, digo a você que os gestores bons conseguem sim superar a média. E em muito. Mas são poucos.

Para te ajudar a navegar neste mundo, vamos eleger a cada 15 dias o “bola cheia” e o “bola murcha” do mundo dos fundos. Pode ser um gestor, um fundo, uma categoria. A ideia não é focar no desempenho no curto prazo – não caia nessa armadilha.

Precisamos de nomes para cada um dos troféus. Vou adorar receber sugestões. Não posso copiar o Tadeu Schmidt na cara dura, mas é algo nessa linha: bola cheia e bola murcha.

E também vou continuar a conversar com gestores para trazê-los a você. E aí, Stuhlberger? Vamos dividir toda essa genialidade com um público maior?

Quero que ao acompanhar os melhores gestores você se torne mais capacitado  para investir sozinho no futuro também, caso seja esse seu projeto. O fundotambém funciona como um aprendizado para essa independência como investidor. Eu confesso que prefiro ficar neles.

Ainda estou aprendendo com a Olivia, o Felipe e o Rodolfo a melhor forma de conversar com você. Estou cheia de anotações, arquivos e ideias que quero compartilhar.

Adoro quando o Ricardo me manda um fundo que alguém ofereceu e pergunta o que eu acho dele. É estimulante. Há um mês coloquei dinheiro em um fundo que só conheci e estudei por causa da provocação dele.

É essa interação ampliada que me encanta na Empiricus. E começamos bem. Ainda nem tinha aprendido o caminho para o banheiro e já choviam e-mails na minha caixa.

Por graça do M5M – aquele que me chamou de comedora de bolacha – em menos de 24 horas recebi relatos de 182 assinantes da Empiricus que têm dinheiro na poupança. Ops, acaba de chegar mais um…

Quantos cisnes negros o Vlamingh encontrou na Austrália, Rodolfo? Passa para cá minhas Pitús, ganhei a aposta!

Infelizmente… Para pelo menos 90% dos que me escreveram, vou mostrar que existe sim um destino melhor do que a poupança. Seguro, conservador e mais rentável. Mas esse é assunto para o nosso próximo encontro.

A partir de agora nos vemos uma vez por semana. Até lá. E, Ricardo, quero o comprovante da sua assinatura no meu e-mail já: luciana.seabra@empiricus.com.brVocê não vai se arrepender.

 

Um abraço,

Luciana Seabra

Analistas responsáveis: Felipe Miranda, CNPI, e Walter Poladian, CFP®.

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