Parabéns, você sabe mais de investimentos do que um alemão

Medimos o efeito dos relatórios da Empiricus sobre o nível de alfabetização financeira de quem paga pelos nossos serviços. O resultado surpreendeu

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“Acho as campanhas de marketing muito agressivas, seguindo um modelo americano” – escreveu um dos assinantes da Empiricus para a Kyra Pesquisa de Mercado & Consultoria.

Foi em busca dessa transparência que a Empiricus contratou a Kyra, empresa que há 25 anos faz pesquisas para gigantes como Bradesco, Itaú, Carrefour e Johnson&Johnson.

O plano de voo: medir o efeito dos relatórios da Empiricus sobre o nível de alfabetização financeira de quem paga pelos nossos serviços. Se você é um assinante, recebeu o questionário por e-mail na última sexta-feira.

A Kyra encerrou o levantamento após alcançar uma amostra de 2.121 entrevistados em seis horas. Obrigada pelo seu engajamento. “Chegamos à amostra necessária muito rápido. Em 30 anos de pesquisa, nunca passei por isso”, contou o Paulo Levy, consultor de pesquisa da Kyra.

Tenho um objetivo de vida: formar investidores melhores. Entrei na Empiricus há seis meses porque o Felipe e a Olivia me disseram que a missão deles era a mesma.

De uns meses para cá, entretanto, fiquei perplexa pela dissonância entre reportagens negativas – que julgam a propaganda da Empiricus como se fosse relatório de análise – e a visão dos clientes. Quem consome povoa nossas caixas de e-mails com relatos apaixonados.

Foi então que me lembrei de uma certa italiana. Há cerca de um ano, a CVM me apresentou a Annamaria Lusardi, pesquisadora que é referência internacional em educação financeira, representante do tema na OCDE.

A pesquisadora da George Washington School of Business criou um questionário de três perguntas para medir o nível de alfabetização financeira de uma pessoa. A métrica virou uma referência, já aplicada em mais de dez países.

Pedi autorização à Annamaria para aplicar a entrevista à nossa base. A italiana deu o aval, o Felipe adorou a ideia, convencemos o Rodolfo e o Caio de abrirem o bolso para contratar um instituto de pesquisa de qualidade e lá fomos nós.

Peço licença a você para usar este espaço, em que normalmente falamos sobre fundos, para mostrar o resultado deste estudo.

São três perguntas: a primeira avalia se você entende o efeito dos juros compostos sobre os investimentos; a segunda, da inflação; e a terceira, se você entende de risco.

Confesso que fiquei com medo do resultado. Nos Estados Unidos, somente 30% dos entrevistados acertaram as três perguntas. No Canadá, 42%. Os alemães foram os campeões. Dos 1.059 testados, 53,2% acertaram tudo.

E o assinante Empiricus? De acordo com a Kyra, 78% dos assinantes responderam corretamente as três perguntas.

78%, caro assinante da Empiricus, coloca você em um nível de alfabetização financeira superior ao do alemão, o melhor do mundo!

Uma pausa para manifestar o nosso orgulho.

Selo mais-do-que-alemão de qualidade para você.

A Kyra aplicou as três perguntas a um grupo de controle – fez as mesmas perguntas a quem caminhava pela Avenida Paulista e pela Praça da República. Lá o percentual dos que acertaram tudo foi de 20%, à frente apenas dos russos e dos romenos.

Você pode espiar:

Cruzamentos de dados em alguns desses países – como Alemanha, EUA, Japão e Suécia – mostraram que esse nível de alfabetização financeira está diretamente relacionado ao bom comportamento do investidor. Uma questão correta a mais aumenta em 3 a 4 pontos percentuais a propensão de planejar a aposentadoria, por exemplo.

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Mas então esse ser que caiu nas garras do marketing agressivo da Empiricus parece muito qualificado, não?

A Kyra perguntou aos assinantes quais eram seus principais meios de informação antes de contratar a Empiricus. Jornais e revistas de grande circulação – foi a resposta de 55%.

E qual era seu conhecimento sobre diferentes tipos de investimento? 67% dos nossos assinantes marcaram superficial ou mediano.

Bem, parece que o jornal e a revista não estavam ajudando muito.

Como os assinantes avaliam sua evolução desde que conheceram a Empiricus? 94% disseram que seu conhecimento sobre investimentos aumentou um pouco ou bastante.

Metade dos assinantes respondeu que está muito mais confiante para investir, 42% está um pouco mais.

São 4% os investidores da nossa base que ainda se sentem inseguros. Se é seu caso, por favor, escreva para mim. Pela ética do mercado de pesquisa, a Kyra não identifica para nós cada um dos respondentes. E queremos ajudar você a investir melhor.

O assinante da Empiricus aprendeu a diversificar a carteira. Há um ano, 42% de vocês investiam em ações. Hoje são 82%.

Os que aplicam em títulos do Tesouro subiram de 40% para 75%. Os assinantes que investem em fundos multimercados passaram de 14% para 28%.

Um dos grandes desafios da educação financeira em todo o mundo é mudar comportamento.

Tem ainda os 46% dos assinantes entrevistados que confessaram que há um ano investiam em poupança. Hoje o percentual que está na caderneta é de apenas 12% (com licença: o que você está fazendo aí ainda, criatura?).

Ah, mas esses meninos da Empiricus não são os que defendem alavancar os ganhos via opções? Na realidade, 41% dos assinantes veem as opções como uma forma de proteger o portfólio. Outros 23% ainda têm receio de usar o instrumento. Entenderam a cartilha do Felipe.

Qual sua avaliação sobre o trabalho de orientação da Empiricus? 91% avaliaram como bom, o nível máximo.

“Fiquei impressionada. Fazemos pesquisas para várias empresas e é difícil a gente ver 91% de aprovação”, disse para nós a Marina Luz, gerente da Kyra.

Na sua opinião, a Empiricus contribui para o trabalho de educação financeira? – perguntou ainda o instituto de pesquisa. E 95% disseram que sim.

“O nível de alfabetização financeira dos clientes Empiricus é excelente”, concluiu a Kyra. E destacou a resposta de um assinante na questão aberta, não obrigatória: “A história da educação financeira no Brasil bem que poderia ser dividida em antes e depois da Empiricus”.

E como todas essas pessoas descobriram a Empiricus? 75% responderam que via anúncios na internet e e-mails de marketing.

Entendeu agora?

Um abraço,
Luciana.

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