Quero ser Dona Lercy

Ao ver essa foto, você chutaria tratar-se de um chá com bolo em plena primavera árabe?

Quero ser Dona Lercy

Egito, abril de 2012. Um mês depois de duas brasileiras terem sido sequestradas por beduínos e desafiando o alerta do Itamaraty, pego um avião com destino ao sonho de infância: conhecer Quéops, Quéfren e Miquerinos na intimidade.

Compartilho desde a tempestade de areia no deserto até o cruzeiro no Rio Nilo, com direito a longas caminhadas pelas ruínas dos templos, uma companhia admirável, em seus elegantes terninhos monocromáticos: Dona Lercy.

Fui obrigada a tirar meu chapéu de aventureira para a carioca, de 74 anos, que, além de atravessar o mundo sozinha, fazia todos os percursos e se virava como podia – inclusive explicando ao rapaz da recepção com um português pausado, mas nenhuma palavra de inglês ou árabe, que o ar-condicionado do seu quarto não funcionava.

Confesse: ao ver a foto abaixo, você chutaria se tratar de um chá com bolo em qualquer lugar do mundo, menos em um cruzeiro egípcio em plena Primavera Árabe.

Por que tendemos a imaginar idosos em cadeiras de balanço, fazendo tricô ou na fila do banco? Tenho pavor dessa imagem. Quero ser Dona Lercy no Egito, na Bahia, no cinema, no parque, onde der na telha.

“Só me faltam seis meses e 28 dias para estar em condições de me aposentar. Deve fazer pelo menos cinco anos que mantenho este cômputo diário do meu saldo de trabalho. Na verdade, preciso tanto assim do ócio? Digo a mim mesmo que não, que não é do ócio que preciso, mas do direito a trabalhar no que eu quiser.” Começa assim um de meus livros preferidos, “A Trégua”, do uruguaio Mario Benedetti.

Vou pedir licença para partir da poesia ao concreto. Poder escolher amanhã – uma viagem ao Egito ou um ofício que dê prazer – jardinagem, quem sabe, diz Santomé, o personagem de Benedetti – tem a ver com tomar uma decisão hoje.

Há três meses, compartilhei meu plano para ser Dona Lercy ou Santomé.

Fiz o trabalho difícil: analisei todos os PGBLs e VGBLs do mercado (a maioria dignos de uma aposentadoria em cadeira de balanço), fui atrás da seguradora que tem os melhores produtos, conversamos sobre como fazê-los chegar ao varejo, e assim nasceu a SuperPrevidência.

Tenho muito orgulho da SuperPrev (como carinhosamente nossos clientes a batizaram), por ser uma carteira de previdência sofisticada, com os sete melhores gestores do segmento no Brasil, sem pegadinhas – como a famigerada taxa de carregamento na entrada, tão comum nos planos dos bancos ­– e acessível. Orgulhosa também por ter gerado seis novos empregos no atendimento da seguradora devido à forte demanda de nossos clientes, segundo fui informada!

Com mil reais mensais ou um único aporte de 10 mil reais iniciais, está pavimentado o seu caminho para ser Dona Lercy. Assim como o meu já está.

Um tempo tão curto nada diz sobre o futuro, mas o fato é que a danada da SuperPrev, com uma bela dose de sorte, rende mais de 150 por cento do CDI nesses três meses.

Peço a você somente 30 minutos em homenagem à Dona Lercy ou ao Santomé. Você assina meu relatório, entende do que se trata a SuperPrevidência, envia um e-mail para contratar o produto e pronto!

Tenho andado agoniada por um motivo: só consegui essa porta, de uma previdência tão sofisticada a tíquetes tão baixos, por três meses. E ela se fecha em exatamente uma semana!

Ou seja, não há tempo a perder. Você tem até 31 de agosto para contratar sua entrada em uma aposentadoria divertida. É só acessar aqui e seguir os passos. Prometo que será apenas isso: ler um relatório e mandar um e-mail.

“Acredito que você fez muito por mim (e certamente por outros leitores) nesse ano. Mas me parece – o tempo dirá (e a verdade é filha do tempo, não é?) – que sua maior contribuição foi a criação e viabilização do combo SuperPrevidência. Entendo que essa, na verdade, foi uma das maiores contribuições da Empiricus para o pequeno investidor brasileiro. Minha SuperGratidão”. Alexandre R.

Alexandre, fico feliz e espero ainda tomar um chá com você em alguma esquina deste mundão.

Uma das poucas gestoras de crédito que têm minha confiança é a Capitânia. Lá o crédito é tratado com a seriedade que merece: tem risco, mas ele é recompensado com retorno. É como comprar brigadeiro na brigaderia em vez de no supermercado.

A Capitânia nasceu em 2003, quando o Bank of America decidiu fechar seu escritório no Brasil. Os executivos responsáveis pela tesouraria (área que investe o dinheiro do próprio banco) decidiram então montar a própria casa, começando pela venda organizada dos ativos do banco. Aos poucos, a gestora ganhou a confiança de grandes alocadores de fortunas (você achava que eles investiam em crédito por meio do fundo DI do banco?).

A boa notícia é que a Capitânia criou uma versão de seu reconhecido fundo de crédito privado também na previdência. Ou seja, você pode tê-lo em um VGBL ou PGBL.

Cerca de metade do patrimônio está em crédito “papai e mamãe” – CDBs e Letras Financeiras de bancos grandes – e a outra metade em crédito estruturado, mais sofisticado, como debêntures e CRIs, com bastante gordura de retorno. É uma combinação de retorno mais tímido e liquidez com ganhos mais fartos e prazos longos.

Você pode acessar o fundo da Capitânia com tíquetes mensais a partir de 500 reais em várias plataformas de varejo. Essa é a SuperPrevidência? Claro que não! É somente um sétimo dela.Com mil reais mensais você pode montar um mix com a expertise da Capitânia e dos outros seis melhores fundos de previdência do mercado – mais um de renda fixa, três multimercados e dois fundos de ações – se escolher a SuperPrevidência.

Para quem quer sair da mesmice

Eu não me orgulho disso, mas com frequência fico tão envolvida com o trabalho que sou a última a sair da Empiricus, junto com o barulho do aspirador de pó.

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Nas últimas semanas, entretanto, o Alexandre Mastrocinque me superou, enfiado nas análises para o lançamento do Super Extreme Investment Ideas, o mais novo relatório da Empiricus. Tarde da noite de domingo, ele me enviou o primeiro exemplar da série, empolgadíssimo: “Veja o que você acha”.

Genial! Lá estão oportunidades para aquele dinheiro que você pode colocar em risco em busca de ganhos fartos. Conheça aqui.

Um abraço,

Luciana Seabra.

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