Como aproveitar o rali do impeachment?

A possibilidade da saída da presidente Dilma agita o mercado e pode haver espaço para valorização dos ativos brasileiros

Como aproveitar o rali do impeachment?

Caro leitor,

Os novos desdobramentos da Operação Lava Jato, com a prisão do marqueteiro João Santana, o avanço das investigações sobre o ex-presidente Lula, possível delação premiada por executivos da Odebrecht e depoimentos envolvendo a empreiteira Andrade Gutierrez e a campanha eleitoral da presidente Dilma em 2010, reacendem o papo de impeachment e agitam o mercado.

Desta forma, agora pode haver espaço para valorização dos ativos brasileiros catalisada por elementos domésticos.

A bolsa de valores mostra grande sensibilidade ao tema e você precisa, de alguma forma, estar posicionado para isso. É apenas uma possibilidade, mas real e de probabilidade crescente.

Está gostando desse artigo?Insira seu e-mail e comece já a receber nossos conteúdos gratuitos

A perspectiva é de que teríamos uma potencial nova administração mais amigável ao mercado e aos ciclos de negócios, menos propensa ao intervencionismo estatal, menos gastadora, combativa contra a inflação e disposta a realizar reformas estruturais.

Esse aumento de chance de mudança (via impedimento ou cassação) será levado às cotações.

Isso não quer dizer, obviamente, ausência de volatilidade no meio do caminho.

A visão de nossos analistas é que a bolsa brasileira se encontra em um valuation atrativo (ou seja, está barata), principalmente para o investidor estrangeiro, responsável pela maior parte do volume negociado na nossa bolsa. Existem empresas muito boas negociando a preços bastante descontados. Com o dólar valorizado, são uma pechincha para os gringos.

Pegue o seu 4×4 e participe do “rali do impeachment”. Ele já está em curso e a força propulsora maior parece ser justamente o prognóstico de mudança de governo. Na Carteira Empiricus, o Felipe Miranda já fez uma alteração importante para capturar justamente isso.

Algo que você só vê a cada 2 anos.

A Carteira Empiricus comemora hoje 2 anos com resultados substancialmente superiores aos de mercado.

Em comemoração estamos oferecendo a abertura total de TODOS os nossos relatórios por 48 horas.

SAIBA MAIS

 

Na parte exclusiva para assinantes Você Investidor, localizada ao fim desta newsletter, apontarei 4 papéis, dos 11 atualmente presentes na Carteira Empiricus, com os racionais dos analistas para a compra.

Nunca investi em ações. Como funciona?

Dedicarei esta newsletter para explicar de forma simples e didática o funcionamento do mercado de ações.

O que é uma ação?

É um pedaço de uma empresa.

Ao comprar uma ação, você se torna sócio da empresa.

Classes de Ações

Ações Ordinárias (ON): sua principal característica é dar direito a voto nas assembléias (1 ação = 1 voto).

O ticker (código) das ações ON terminam com o número 3. Ex: PETR3 (Petrobras) e NATU3 (Natura).

As 4 primeiras letras do ticker logicamente representam a empresa.

Ações Preferenciais (PN): sua principal característica é a prioridade na distribuição de dividendos.

O ticker (código) das ações PN pode terminar com os números 4 (PN), 5 (PNA) e 6 (PNB). Ex: PETR4 (Petrobras), VALE5 (Vale) e ELET6 (Eletrobras).

A prioridade no recebimento de dividendos pelas preferenciais não exclui o pagamento aos detentores das ordinárias.

Para as empresas pertencerem ao melhor nível de governança corporativa, o Novo Mercado, devem ter apenas ações ON.

Rendimentos das ações

Dividendos: forma de distribuição de lucros da empresa aos acionistas. São isentos de imposto de renda para o investidor.

No relatório mensal Você Investidor de março, o nosso analista Carlos Herrera vai falar sobre as vantagens de investir em empresas que são boas pagadoras de dividendos.

Juros sobre capital próprio: juros que incidem sobre lucros não distribuídos pela empresa em exercícios anteriores e mantidos sob a forma de reserva de lucros. O valor recebido pelo acionista está sujeito a um imposto de renda de 15% retido na fonte.

BM&FBovespa

Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros oficial do Brasil.

Índice Bovespa – Ibovespa

Principal indicador (benchmark) do mercado acionário brasileiro.

Resultado de uma carteira teórica de ativos que busca indicar o desempenho médio das cotações dos ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado de ações brasileiro.

IPO (Initial Public Offering)

Oferta Pública Inicial: empresa capta recursos por meio de emissão de ações.

Chamado de mercado primário.

Mercado Secundário

Negociação de ações previamente lançadas em um IPO por meio da BM&Bovespa.

Lote padrão

Lote de 100 ações. É o mais negociado (tem a maior liquidez).

O investidor pode negociar múltiplos de 100 (ex: 100, 200, 1.200…).

Lote fracionário

Quantidade inferior ao lote padrão. Possui menor liquidez.

O investidor pode negociar quantidades de 1 a 99 ações.

Como investir em ações?

É necessário utilizar uma corretora de valores que fará a intermediação com a bolsa.

Na parte exclusiva para assinantes Você Investidor, explicarei por que você deve abrir conta em uma corretora independente, quais os critérios para escolher uma boa corretora e indicarei as que entendemos serem as melhores do mercado.

Home Broker

Plataforma online da corretora para realizar as operações de compra e venda de ações.

Custos

Corretagem: cobrada pela corretora nas ordens de compra e venda das ações. As taxas são geralmente fixas em operações executadas pelo home broker, ou seja, independem do valor da transação. Corretoras baratas cobram em torno de R$ 10 por ordem.

Taxa de custódia: taxa da BM&FBovespa cobrada mensalmente do investidor que possui ações, opções, fundos imobiliários ou ETFs em custódia. Corretoras podem repassar um valor menor ou maior ao cliente. Costumam cobrar em torno de R$ 10/mês e algumas isentam a taxa conforme a quantidade de operações no mês.

Emolumentos e Liquidação: taxas da BM&FBovespa sobre o volume negociado nas operações. Para pessoa física, a taxa de emolumento corresponde a 0,005% e a de liquidação, a 0,0275%.

Qual o valor mínimo para investir?

Não existe valor mínimo para investir em ações, pois é possível comprar papéis com valores bem baixos no mercado fracionário (com menos de R$ 30). Mas os custos de operação podem atrapalhar os pequenos investidores.

Por isso sugiro um investimento mínimo de R$ 2.500,00 em ações. Detalho melhor nesta newsletter o por que deste valor.

Mas continue mantendo a maior parte de sua carteira em renda fixa. No país que é o paraíso histórico do CDI e o campeão mundial de juros, não tem por que ser diferente. Com juros globais zerados e caminhando para o negativo, conseguir o atual retorno oferecido pela renda fixa brasileira, para o atual perfil de risco, é um privilégio.

Na parte exclusiva para assinantes Você Investidor, indicarei qual percentual do seu portfólio de investimentos deve ser alocado em ações no momento.

Exclusivo Assinantes PRO


1 – Quanto alocar em ações no momento?

2 – Quatro papéis presentes na Carteira Empiricus e racionais dos analistas para compra

3 – Por que você deve abrir uma conta em uma corretora independente

4 – Critérios para escolher uma boa corretora

5 – Indicações de corretoras independentes e seus custos

 

CLIQUE AQUI PARA TER ACESSO IMEDIATO

 

Um abraço e bons investimentos!

Walter Poladian

Conteúdo relacionado