Uma renda extra

Não estou falando de atividade de renda extra, mas hoje vou ensinar uma estratégia sólida e defensiva de investimento

Uma renda extra

Caro leitor,

Começo o texto de hoje compartilhando com você o que aprendi com as experiências que tive quando trabalhava na mesa de operações de uma corretora de valores e também como consultor de investimentos.

São raríssimos os casos de pessoas que ganham dinheiro comprando e vendendo ações no curtíssimo prazo (os famosos day trades e swing trades). A maioria acaba tendo enormes prejuízos, quando não quebram.

E precisamos acrescentar que tais operações são mais interessantes para as corretoras de valores, que ganham corretagem, do que para o investidor. Se nem Warren Buffett consegue fazer market timing, não vamos nos iludir.
Buffett costuma repetir o mantra: if a business does well the stock eventually follows – se um negócio vai bem, a ação daquela empresa acaba o seguindo.

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Percebi na prática o que já conhecia na teoria. Para ser um milionário na bolsa, a estratégia mais eficiente é comprar ações de boas empresas a um preço atrativo e visando o longo prazo.

Você deve investir em uma ação pensando no significado que ela representa. O pedaço de uma empresa da qual você se tornará sócio. Um negócio no qual você acredita que terá ótimos resultados e consequentemente
lhe trará grandes retornos.

Isso sim é investir, não especular.

Por isso sempre sugerimos aos leitores do Criando Riqueza e da Empiricus estratégias de ganhos consistentes e conscientes para a construção de um patrimônio sólido.

Veja o que disse Luiz Barsi, um dos maiores investidores pessoa física da bolsa brasileira, em entrevista para O Financista:

“Criei minha própria renda mensal para a velhice, baseada em ações que pagam bons dividendos. Qualquer um pode fazer o mesmo, basta ter disciplina e paciência. Disciplina para todo mês aplicar um dinheiro na bolsa. E paciência para esperar o momento certo de comprar uma ação e esperar o seu retorno.”

O pagamento de dividendos é uma forma de distribuição de lucros da empresa aos acionistas. Esse ganho é isento de imposto de renda para o investidor.

Meu amigo Carlos Herrera, analista da Empiricus, é especialista em encontrar as empresas sólidas que pagam os melhores dividendos da Bolsa. O resultado, para o investidor, é uma estratégia de investimento defensiva – ou seja, de baixo risco relativo a longo prazo – com uma renda extra.

Milhares de investidores que se consideram conservadores utilizam essa estratégia como uma forma de obtenção de um ganho adicional. De quebra, também lucram com o aumento do valor da ação.

Uma das recomendações atuais do Carlos é uma companhia que deverá pagar cerca de 7% no ano. Ou seja, apenas os dividendos podem levar o investidor a um ganho desse percentual. E quem investiu na companhia no momento em que o Carlos recomendou, há cerca de nove meses, já conta também com uma valorização de 35% no preço da ação.

Quantos números cabem no seu saldo bancário?

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Mas como aplicar essa estratégia, na prática? Para começar, minha sugestão é abrir uma conta em uma corretora de valores. Perceba que essa orientação não vale só para quem quer investir em ações, mas também para quem segue nossas orientações de aplicação no Tesouro Direto, por exemplo. Portanto, agora vou detalhar um pouco melhor o procedimento.

Como investir em ações? E em títulos do tesouro direto?

Recebemos, quase que diariamente, e-mails de leitores com perguntas semelhantes as do Silvio e do Marcelo, replicadas abaixo:

“A pergunta é: como um simples mortal consegue investir um pequeno valor (R$ 10.000,00) nas ações recomendadas pela Empiricus? Esse é o problema de pessoas que não têm conhecimento (meu caso) e acabam caindo nas mãos dos bancos comerciais e seus produtos de prateleira.” Marcelo P.

“Como iniciar um investimento no tesouro direto? (leigo).” Silvio A.

A boa notícia é que o caminho para fazer estes investimentos é fácil e simples, mesmo para quem é leigo no assunto.

Para investir diretamente nesses ativos e fugir dos fundos de investimento oferecidos pelo seu banco, que cobram uma fortuna para fazer isso por você, abra uma conta em uma corretora de valores. E escolha uma instituição independente (não ligada a um banco).

As corretoras são instituições que operam com compra, venda e distribuição de títulos e valores mobiliários, ou seja, ela faz a intermediação dos investidores com a bolsa de valores (BM&FBovespa) e a Cetip.

Você investe no seu banco por conta da “segurança” e pela conveniência, mas paga caro por isso e tem acesso a poucos produtos do mercado.

Por intermédio de uma corretora de valores, você poderá ter acesso a um universo muito maior de ativos, com custos mais baixos e rentabilidades melhores.

No site da BM&Bovespa você consegue ver a lista de todas as corretoras disponíveis no mercado. E no site do Tesouro, um ranking com as taxas cobradas pelas corretoras para o Tesouro Direto.

De qualquer forma, sugiro não olhar apenas para os custos, nem sempre o mais barato é o melhor, pode valer a pena pagar mais por algo bom.

No relatório mensal Você Investidor de junho, irei detalhar os critérios que devem ser levados em conta para escolher uma boa corretora e os custos das principais instituições do mercado.

 

Exclusivo Assinantes PRO

 

1 – Como abrir conta em uma corretora

2 – Como transferir recursos para a corretora

3 – Partiu compra de ativos

 

Ficou com dúvidas sobre o assunto de hoje? Envie-as para walter.poladian@criandoriqueza.com.br que irei selecionar algumas para responder em futuros textos.

Um abraço e bons investimentos!

Walter

 

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