9 dicas dos Bilionários para Construir Riqueza

Uma das melhores maneiras de criar e conservar riqueza é seguir os passos das pessoas que já o fizeram

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9 dicas dos Bilionários para Construir Riqueza

Caro leitor,

Existem cerca de 536 deles nos Estados Unidos. Não é nada desprezível, assim como o patrimônio líquido somado de todos eles, de cerca de U$S 2,5 trilhões.

No momento, os EUA têm a maior e mais lucrativa economia do mundo. Mas a Índia e a China estão se aproximando. Suas economias estão crescendo rapidamente.

E esses países não estão gastando trilhões de dólares em guerras estrangeiras.

Uma das melhores maneiras de criar e conservar riqueza é seguir os passos das pessoas que já o fizeram.

Cerca de 33% dos mais ricos conseguiu seu dinheiro por herança. Como os Waltons, fundadores do Wal-Mart.

O resto – dois em cada três – criou sua riqueza fazendo negócios. Aproximadamente metade dos mega-empreendedores começou com riqueza familiar, o resto começou do zero.

São pessoas – como Bill Gates, Warren Buffett, Sergey Brin e Larry Page – que conquistaram a riqueza que têm.

Essas são as pessoas que eu ouviria se quisesse conselhos sobre sucesso.

Não conheço nenhum desses empreendedores bilionários (EBs) pessoalmente, mas conheço muitos multimilionários – empreendedores, autores, profissionais e até mesmo artistas.

E, pela minha experiência, eles compartilham com bilionários as características a seguir:

A maioria, mas não todos, possui nível superior. Quase todos os EBs – cerca de 90% – possui nível superior. Mas isso não é necessário para o sucesso. Entre os muito ricos da atualidade, Bill Gates, Steve Jobs, Fred DeLuca, David Geffen e Andrey Melnichenko não se formaram na faculdade. E David Murdock (Dole Foods) e Richard Desmond (magnata britânico) nem terminaram o ensino médio.

Dentre aqueles os que não fizeram faculdade, 90% eram muito inteligentes e tinham habilidades importantes: raciocínio, boa escrita e oratória.

Empreendedores bilionários se esforçam mais do que as pessoas que trabalham para eles e por mais tempo. A maioria afirma trabalhar entre 50 e 55 horas por semana. Ted Rogers, canadense e magnata dos meios de comunicação, trabalhava 12 horas por dia. Alguns, como Bill Gates (quando ele trabalhava na Microsoft) e Jeff Skool (lenda do dot-com e primeiro presidente do eBay’s) não saíram de férias por anos enquanto seus negócios cresciam.

Atualmente, eu trabalho 60 horas por semana, mas quando estava em minha “fase de crescimento” trabalhava mais de 80 horas por semana e não tirava férias. Toda pessoa bem-sucedida que conheço trabalha bastante – e por longas horas.

Bill Bonner, por exemplo, sempre deixa os finais de semana livres para construir muralhas ou consertar os telhados de suas várias mansões. Mas ele trabalha 16 horas por dia de segunda à sexta.

EBs constantemente procuram oportunidades lucrativas. Quando ouvem sobre um novo empreendimento, não agem como se estivessem ouvindo uma notícia abstrata sobre outra pessoa. Em vez disso, eles pensam:  “Como posso lucrar com isso?”

Nesse aspecto, é preciso dizer que os EBs são egocêntricos. Como todas as pessoas muito bem-sucedidas, eles constantemente relacionam os fatos de suas vidas com suas carreiras. Não consigo folhear uma revista, qualquer revista – mesmo uma sobre arquitetura ou ciência – sem mentalmente me perguntar sobre as possibilidades de lucro para mim.

EBs não ruminam erros. Eles veem problemas como oportunidades de aprendizado. “Eu não me lembro de nenhum erro”, o falecido bilionário farmacêutico James Sorenson disse à Forbes, “apenas de oportunidades de superar problemas”.

Conheço algumas pessoas bem-sucedidas que ruminam erros – erros cometidos pelos outros. Geralmente, funcionários. Mas, esse mesmo tipo de pessoa costumar se perdoar rapidinho. Eu costumava me martirizar pelos erros que cometia, mas superei isso.

Percebi que não se trata de ter uma pontuação perfeita…  mas sim de se levantar e não desistir do jogo.

EBs não são otimistas nem pessimistas, são estrategistas. Em vez de pensar: “isso é impossível”, ou: “eu posso fazer qualquer coisa”, eles pensam: “é possível?” e “como poderia ser feito?” Isso é muito importante.

A maioria das pessoas, quando ouve uma nova ideia, pensa imediatamente em todos os problemas que poderia decorrer dela, na dificuldade de implementação ou nos obstáculos a serem vencidos. Quando vejo empresários inteligentes fazendo isso, penso: “Eles não irão além de um determinado ponto. São limitados por sua mentalidade negativa.”

Quando alguém faz uma sugestão, tento desligar a parte crítica da minha mente e ouvir o potencial da ideia. Se minha mente positiva gosta do potencial, então permito que a parte crítica questione. Uso ambos os aspectos do meu cérebro para pensar em respostas e soluções.

EBs não acreditam em sorte. Em uma pesquisa recente da Forbes, das 400 pessoas mais ricas do mundo, nenhuma disse que tinha ficado rica por sorte. Algumas disseram que sorte era o fator menos importante.

A maioria, como Oprah Winfrey, acha que sorte é a maneira de os outros descreverem alguém que se esforça e aproveita oportunidades. “Sorte”, Oprah diz, “é preparação e oportunidade.”

A principal motivação dos EBs não é dinheiro. “Estudos mostram que o desejo de sucesso financeiro não é maior entre os empreendedores do que entre os não-empreendedores”, diz a especialista em empreendedorismo Kelly Shaver.

Raphael Amit, professor de gestão na Wharton School concorda: “Ninguém está dizendo que não gosta de riqueza, mas o que mais importa é a inovação, o compromisso intenso com uma ideia e a diferença que ela pode fazer. Dinheiro é um subproduto.”

Acredito 100% nisso.

EBs são motivados principalmente pelo desafio. Querem provar muitas coisas. Querem provar que são inteligentes, que suas ideias são boas e que seus críticos estão errados. Eles querem mostrar ao mundo que podem existir produtos e serviços melhores e que as coisas deveriam ser feitas de acordo com sua visão. Esses são os principais motivadores.

Mas não se engane. EBs querem ganhar dinheiro, todo o dinheiro que merecem. Se você negar a eles esse dinheiro, os perderá.

EBs fazem amigos. Negócios nunca são sobre dinheiro. Negócios são sobre pessoas. É quem você conhece e em quem confia. Bilionários trabalham em seus círculos para realizar tarefas.

EBs sabem que não podem fazer tudo sozinhos. Em vez disso, eles criam parcerias importantes e trabalham com seus parceiros em grandes projetos. Mais importante, eles se lembram de dar crédito a quem o merece.

Se você quiser sobreviver e prosperar no século XXI, emule os hábitos dos mais ricos do mundo.

Eduque-se em relação a dinheiro. Invista de forma conservadora e aproveite oportunidades para montar ou investir em negócios.

 

Abraços,

Mark Ford

 

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