De quanto dinheiro você precisa para ter uma vida boa?

A relação muito importante entre renda e qualidade de vida

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De quanto dinheiro você precisa para ter uma vida boa?

Caro leitor,

Em 1983, eu trabalhava como editor, recebia US$ 35 mil por ano e passava uma média de 60 horas por semana no escritório.

Por acidente (nem me pergunte), eu me inscrevi em um curso de aperfeiçoamento pessoal que mudou minha vida.

Como resultado, decidi que “ficar rico” seria minha prioridade.

Um ano mais tarde, eu ganhava mais de US$ 100 mil e rumava para ganhar muito mais.

O contador da empresa concordou em me ajudar com minhas finanças pessoais. Eu estava muito satisfeito com meu progresso e muito animado em relação ao futuro.

Depois de fazer meu imposto, ele disse: “Parabéns por quebrar a barreira dos US$ 100 mil! Foi um grande passo.”

“Próxima parada, US$ 1 milhão” – me gabei.

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“Ótimo” – ele disse – “Mas você precisa se lembrar de uma coisa. Em termos de qualidade de vida, só existem dois níveis de renda: menos de US$ 100 mil e mais de US$ 100 mil por ano.”

“Isso é loucura” – eu disse – “Há uma diferença enorme entre ganhar US$ 100 mil e US$ 1 milhão.”

“Há mesmo?” – ele perguntou. “Pense bem. Com o dinheiro que ganha agora, você pode pagar suas contas, guardar para a aposentadoria, levar sua família para jantar de vez em quando, ter um bom carro e tirar férias uma ou duas vezes por ano. É uma boa vida.”

“E os iates, os carros esportivos e os jatinhos particulares?” – eu perguntei.

“São brinquedos. Quando você ganha milhões, pode comprar brinquedos mais caros, mas eles não vão melhorar sua qualidade de vida.”

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Ele era um homem inteligente e eu respeitava sua opinião. Mas eu queria acreditar que ganhar mais dinheiro tornaria minha vida mais rica e mais completa. Então, trabalhei muito para ganhar mais.

Minha renda dobrou no ano seguinte… dobrou mais uma vez no próximo ano… e continuou a crescer. Conforme minha renda crescia, minhas preocupações financeiras diminuíam e oportunidades de mimar a minha família aumentavam. Nós podíamos viver em uma bela casa. Nós podíamos viajar. Eu podia comprar presentes caros para minha esposa.

Era bom. Continua sendo – não vou negar. Mas a questão é: minha vida continuou a melhorar depois que minha renda ultrapassou os US$ 100 mil?

A resposta é: Continuou – mais ou menos, por um tempo.

Quando minha renda estava na faixa de US$ 100 mil a US$ 150 mil, nós morávamos em uma casa ranch-style em um bairro de classe média, jantávamos uma vez por semana em um restaurante italiano local e fazíamos uma boa viagem todos os verões. Era ótimo.

Quando minha renda chegou na faixa de US$ 250 mil a US$ 350 mil, nos mudamos para uma grande casa em um condomínio particular, colocamos nossos filhos em escolas particulares, compramos carros de luxo e passamos a viajar para a Europa ou para o Havaí uma vez por ano.

Eu gostava de viver dessa forma. Tinha orgulho de minhas realizações e estava ávido para mostrar minha riqueza para meus amigos e para minha família. Também era divertido ostentar comprando coisas absurdamente caras (como ficar em uma suíte no Hotel George V em Paris).

Mas minha qualidade de vida era melhor? A satisfação que eu sentia aumentou quando eu estava ganhando o dobro… o quádruplo… ou 40 vezes US$ 100 mil por ano?

Não.

Na verdade, eu gostava mais do bairro de classe média do que do condomínio particular. Nossos vizinhos eram mais acessíveis, mais gentis e mais autênticos (ainda sou amigo de muitos deles).

E ter ficado na suíte no Hotel George V?

Fico feliz de tê-lo feito pelo menos uma vez. Mas, agora, quando vou a Paris, fico em hotéis menores. Eles não são baratos, mas custam menos da metade do preço do George V. (Estou escrevendo isso de um pequeno hotel em Nova York. Não o Ritz ou o Plaza, mas o Broome Street Hotel—um novo hotel descolado no Village… com um gerente / concierge / recepcionista chamado Ditman que cuida de nós como um neto dedicado. No hotel, há vários pátios bem bonitos onde eu posso fumar charutos e escrever ensaios.)

O que quero dizer é: Trinta anos atrás… meu contador estava certo.

Quando minha renda ultrapassou os US$ 100 mil, eu pude esbanjar e isso foi bom por um tempo. A satisfação era a de ter “chegado lá” – o sentimento de “Nossa, como eu sou demais!”

Mas ego inflado não dura. Como drogas, você sempre precisa de mais. E, por fim, acaba se sentindo vazio. Você se lembra de que as melhores coisas da vida são de graça, mas está viciado em gastar.

Então, continua trabalhando e continua gastando.

Você também fica viciado em aumentar sua renda porque associa renda com sucesso. Você precisa ganhar mais dinheiro para provar a si mesmo que é melhor que seus amigos e colegas. Você está sempre competindo.

Então, continua trabalhando e continua gastando.

Eu vou aconselhar você a parar de tentar ganhar mais dinheiro? Claro que não. Eu sempre o ajudarei a aumentar a renda como parte de seus esforços para aumentar sua riqueza.

Mas, primeiramente, quero me certificar de que você não se torne um viciado.

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E qual é o montante para ter uma vida boa, afinal?

“Em termos de qualidade de vida” – meu contador me disse 30 anos atrás – “há apenas dois níveis de renda: menos de US$ 100 mil e mais de US$ 100 mil por ano.”

US$ 100 mil na época seriam US$ 250 mil hoje. Então, vamos usar US$ 250 mil como linha divisória – a “barreira de renda” que você precisa quebrar para ter a melhor qualidade de vida que o dinheiro pode comprar.

Essa é uma renda para uma família de quatro. Para solteiros, casais e famílias com apenas um filho, o número pode ser menor. Ele também varia um pouco dependendo de onde você mora. Por exemplo, é muito mais caro viver em Nova York do que viver em Boise, Idaho.

Dito isto, mesmo que com uma conversão direta para reais, R$ 250 mil anuais são uma boa meta para trabalharmos, tendo em vista uma família de quatro pessoas.

Faixa de Renda 1: Você ganha menos de R$ 50 mil.

Para uma família de quatro pessoas com uma renda de menos de R$ 50 mil, a vida não é tão fácil. Você deve morar em um bairro mais afastado, dirigir um carro antigo, só comprar em promoção e estar cheio de dívidas. As dívidas são um problema onipresente porque – por algum motivo incompreensível – alguém concedeu crédito a você.

(Aliás, essa era a minha vida quando eu era criança. Nós éramos uma família de 10 vivendo com a renda de um professor. Nós morávamos em uma velha casa de 3 quartos perto do trem. Meus irmãos e eu usávamos roupas de segunda mão, ganhávamos presentes de Natal de instituições de caridade e tomávamos leite em pó porque leite de verdade era muito caro.)

Faixa de Renda 2: Você ganha entre R$ 50 mil e R$ 70 mil.

Você mora em uma casa pequena e dirige um carro razoável. É difícil pagar as contas em dia. Você tenta guardar dinheiro, mas “emergências” ficam aparecendo.

Faixa de Renda 3: Você ganha entre R$ 70 mil e R$ 120 mil.

Você mora em uma boa casa, dirige um bom carro e paga suas contas em dia. Você quer guardar uma porcentagem decente de sua renda, mas precisa abrir mão de jantares fora e de férias.

Faixa de Renda 4: Você ganha entre R$ 120 mil e R$ 250 mil.

As coisas vão bem. Sua casa não é ostensiva, mas você tem tudo de que precisa… e quase tudo o que quer. Você pode dirigir um carro de luxo, mas talvez escolha algo mais discreto. Você janta fora sempre que tem vontade e tira boas férias todos os anos. Dívidas são facilmente gerenciadas, elas quase não existem. Você guarda dinheiro para a faculdade de seus filhos e para a sua aposentadoria. Você planeja se aposentar aos 65 anos.

Faixa de Renda 5: Você ganha mais de R$ 250 mil.

Você tem tudo: uma boa casa, carros de luxo, jantares fora, ótimas férias e uma poupança cada vez mais recheada. Em outras palavras, uma vida livre de preocupações financeiras. Se você for cuidadoso com dinheiro, poderá se aposentar cedo.

Faixa de Renda 6: Você ganha milhões!

Você pode comprar tudo o que quiser sem se preocupar com os preços. Você está feliz e confortável – mas não mais do que quando ganhava R$ 250 mil.

A conclusão é: se você já ganha mais de R$ 250 mil, relaxe e aproveite! Se você ganha menos de R$ 250 mil, siga meus conselhos e aumente sua renda.

A maioria dos livros mais populares sobre geração de renda e criação de riqueza caem em uma de duas categorias: livros que falam sobre fazer orçamentos e economizar e livros que falam sobre investir.

Não sou contra fazer orçamentos, sou um grande fã de economizar. Mas nenhuma dessas estratégias vai mudar sua vida se você estiver abaixo do grupo de renda de R$ 250 mil.

Esqueça a jornada de trabalho de quatro horas por semana – não vai acontecer. Para chegar à próxima faixa de renda, você precisa fazer hora extra, arranjar um segundo emprego (de meio período) ou começar seu próprio negócio.

Ao sucesso,
Mark

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