Ganhe 20 anos de conhecimento em 5 passos

Veja conselhos para aprender mais rápido

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A partir de hoje, você pode ter acesso a um guia para aproveitar as últimas barganhas do mercado imobiliário brasileiro. Nosso especialista Marcio Fenelon preparou o curso “Imóveis para Leigos: o primeiro passo para compradores e investidores”, destinado para você comprador, investidor, locatário ou locador. A melhor parte: ele é gratuito para assinantes do Valor Imobiliário.

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Um grande problema de começar um novo negócio é a falta de conhecimento.

Empreendedores iniciantes não sabem como as coisas deveriam funcionar, onde procurar clientes, quanto cobrar pelos produtos, quantos consumidores são necessários para gerar lucros e assim por diante.

A solução para a falta de conhecimento é aprender. Por isso, na próxima segunda-feira (16), vamos abrir mais uma turma do Wealth Builders Club (WBC) Brasil, em que ensino como você pode se tornar financeiramente independente em até sete anos. Enquanto isso, confira alguns de meus textos aqui para saber mais.

Basicamente, há duas maneiras de aprender sobre um negócio: (1) indo a palestras, fazendo cursos e lendo livros – essas maneiras fornecem conhecimento de segunda mão sobre a indústria; e (2) interagindo com pessoas que trabalham na área e obtendo conselhos em primeira mão.

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Muitos anos atrás, tive o prazer de orientar um jovem. Ele tinha começado um novo departamento em uma empresa de publicações e, como me disse, estava “cheio de energia, mas não sabia o que fazer”.

A solução encontrada era simples: perguntar a todos que pudesse o que deveria fazer.

“Falar com as pessoas pelo menos uma vez por semana sobre o que fazer em seguida me impediu de desperdiçar energia em ideias que não funcionavam”, ele disse. “Eu absorvi 20 anos de experiência em publicações em apenas um ano. E fiz isso buscando a ajuda de meus mentores e de meus colegas em todas as decisões importantes de marketing e de produtos. As ideias deles não ofuscaram minha visão, mas ajudaram muito a refinar meus esforços e a otimizá-los de forma mais eficiente.”

Ele foi muito inteligente na forma como se aproveitou da orientação. Tenho certeza de que esse foi um grande fator de seu sucesso. (Em menos de sete anos, a receita anual de seu departamento foi de 0 para mais de US 20 milhões. Hoje, tornou-se um negócio altamente lucrativo de US$ 100 milhões.)

Atenção: NÃO siga adiante se você for impressionável

“Já tinha levantado da cama naquela terça-feira com um pressentimento ruim. Que só se tornaria real no fim da tarde, ao abrir aquela carta…”

SAIBA AGORA O FINAL DESTA HISTÓRIA QUE PODE SER A SUA

 

Veja o que ele fez:

• Ele não tinha vergonha. E nem teve medo de fazer perguntas, mesmo as óbvias.

Quando tinha a idade dele, eu não fazia perguntas porque não queria mostrar minha ignorância. Mostrar minha falta de conhecimento, para mim, equivalia a uma demonstração de fraqueza. Como eu imaginava estar em um ramo que seguia as regras “de sobrevivência do mais forte”, eu fingia não ter fraquezas.

Eu não entendia porque algumas pessoas na empresa desejavam que eu aprendesse – sabiam que eu era ignorante – e, mesmo assim, me valorizavam.

No topo dessa lista estava o meu chefe, a pessoa que havia me contratado e que possuía um grande interesse em meu sucesso. Ele não só estava aberto a questões, mas as considerava bem-vindas.

Eu também ficava muito feliz de responder as perguntas que o meu jovem protegido fazia e algumas que nem tinha feito, mas que deveria – e eu sempre me certificava de dar a ele uma resposta completa. O sucesso dele também era o meu.

Passamos muitas horas juntos durante o ano em que ele foi meu protegido. No fim do processo, senti que ele havia absorvido quase tudo o que eu sabia sobre aquele tipo de negócio.

Ele tinha reforços. O jovem tinha vários mentores e fazia perguntas para muitas pessoas com perspectivas diferentes sobre o negócio, incluindo alguns colegas apresentados por mim (ele pegava cartões de visitas e depois entrava em contato).

As ações que o CEO está comprando

Caio Mesquita gravou um vídeo para os assinantes da Empiricus explicando, junto com o analista Max Bohm, a operação que colocará R$ 250 mil de seu dinheiro pessoal em um determinado grupo de ações.

ASSISTA AQUI O VÍDEO

 

Ele perguntava acima, abaixo e do lado. Perguntava todo o tipo de coisa para todo o tipo de gente. Apesar de seus principais mentores serem homens de negócios experientes, ele teve todos os tipos de mentores temporários, incluindo concorrentes e até mesmo funcionários. Antes de começar um projeto, buscava opiniões de qualquer um que pudesse ter algo útil a dizer.

Ele era grato. O jovem percebeu que a melhor recompensa pelos conselhos que havia recebido era o agradecimento. Ele sempre foi bom em agradecer a mim e a seus outros mentores e em manter um relacionamento positivo.

Na maior parte das vezes, mandava uma nota pessoal, o que era agradecimento suficiente. Às vezes, mandava presentes (garrafas de vinhos e charutos me deixavam muito feliz).

Ele assumia. Tomava suas próprias decisões e assumia a responsabilidade por elas. Ele sabia que a responsabilidade pelo sucesso da empresa era dele, então sempre considerava os conselhos que recebia e tomava sua decisão. Com frequência, era alguma combinação de conselhos que havia recebido e de algo singular que tirava da própria imaginação.

Depois de tomar uma decisão, ele assumia responsabilidade por elas. Se funcionasse, dava crédito a todos os envolvidos. Se não, aceitava a perda como dele.

Um abraço,

Mark Ford

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