Três qualidades que você deve buscar em um sócio

Veja como encontrar os parceiros certos para seus negócios

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Três qualidades que você deve  buscar em um sócio

Eu não sou mão aberta, mas também não sou mão de vaca.

Conheço pessoas que não ficam felizes em um negócio a não ser que sintam que levaram muita vantagem. Essa abordagem nos negócios é maldosa e ineficiente. Na maioria das vezes, o tiro sai pela culatra.

Vou dizer por quê.

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Você está construindo uma casa nova e fez orçamentos com três construtores. Você telefona para aquele que ofereceu o menor preço e dá início ao processo de negociar um preço menor ainda.

Ele precisa do trabalho, então concorda em construir sua casa pelo preço de custo. Ele manterá os funcionários ocupados e recebendo, mas não lucrará nada.

Você se sente ótimo.

Mas o que você não percebe é que fará mudanças durante o período de construção. Diversas delas.

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E toda vez que você solicitar uma mudança, seu construtor vai te ferrar.

Ele vai te ferrar porque acredita que você merece. Quando sua casa estiver pronta, ele terá conseguido seu lucro… e mais. E você terá pagado um preço maior do que deveria – e feito um inimigo no processo.

Como investidor em imóveis residenciais há mais de 30 anos, vi isso acontecer pelo menos 100 vezes.

Aprendi, em meus relacionamentos de negócios e de finanças, que conseguir o melhor preço não significa necessariamente conseguir a melhor oferta.

Em vez disso, quando faço negócios com alguém, busco três coisas:

• A combinação certa (alguém que contribui com algo de que preciso);

• A personalidade certa (alguém com quem gosto de trabalhar);

• O negócio certo (um negócio que é bom e lucrativo para ambos).

Por exemplo, Peter, meu principal sócio em atividades com imóveis, não pode contribuir com dinheiro. Mas ele contribui com outras coisas.

Em primeiro lugar, Peter traz a combinação certa. Ele é detalhista (o que eu não sou), então ele mantém bons registros. Ele também é mais econômico do que eu… e não vai comprar uma geladeira se ela pode ser consertada por US$ 25.

Ele é melhor do que eu seria com reformas e consertos porque tem 30 anos de experiência na área. Ele sabe quanto os serviços custam. E ele lida muito bem com as pessoas – sempre pronto a ouvir e a se comprometer, mas sem ser uma mosca morta.

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Em segundo lugar, Peter é alguém com quem gosto de trabalhar. Em outras palavras, ele tem a personalidade certa. Nós fizemos diversos projetos conjuntos nos últimos 40 anos.

Trabalhar com ele é divertido e fácil. Isso torna o negócio divertido e fácil.

Em terceiro lugar, nosso acordo é bom. Em troca de seu conhecimento e de seu tempo, eu pago a ele uma parte do lucro, além de utilizarmos o Princípio da Plena Concorrência.

É um bom negócio para ele porque ele recebe renda e patrimônio dos imóveis que compramos sem investir dinheiro. É um bom negócio para mim por que Peter cuida de tudo. Eu só contribuo com o dinheiro.

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O relacionamento é benéfico para mim porque ele faz aquilo que eu não posso fazer sozinho. Eu tenho uma confiança implícita nele. Fico feliz de pagá-lo muito bem por isso, então nosso acordo é justo para ambos.

Tenho a mesma filosofia quando escolho corretores, consultores financeiros e agentes de seguros. Quero trabalhar com especialistas que fornecem um ótimo serviço. Não quero pagar demais, mas também não quero pagar de menos.

Um abraço,

Mark Ford

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