Minha falta de fidelidade

Até uma barbearia decide não usar a mídias normais para se promover, mas usar o marketing digital para obter resultados, eu percebi que essa é a nova realidade dos negócios.

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Minha falta de fidelidade

Parece muito estranho para a maioria dos meus amigos, mas eu não nutro fidelidade por nenhum barbeiro. Geralmente, espera-se aquela figura de um senhor velhinho que corta o seu cabelo e faz a sua barba há tanto tempo que a gente nem se recorda de quando começamos a tradição.

Eu sou bem infiel nesse quesito, mas acho que a principal razão é o fato de ter vivido uma recente vida de estudante, na qual o melhor barbeiro era o mais barato. E ele que não pensasse que iria fazer minha barba. Eu não iria pagar por algo que poderia fazer em casa gastando muito menos.

Então, até hoje, eu decido a barbearia pela proximidade de onde me encontro e pela falta de filas de espera. E foi em umas dessas que eu ouvi um papo que me chamou a atenção. Um indivíduo adentrou o estabelecimento oferecendo um espaço de propaganda em uma revista. O natural seria o dono da barbearia conversar amistosamente e, por fim, comprar um espaço naquele meio de divulgação, afinal, tratava-se de um negócio de bairro.

No entanto, a reação do dono me surpreendeu um pouco. A resposta foi mais ou menos assim: “Não cara, a gente não tá fazendo esse tipo de divulgação. Já gastamos a verba toda em Google Facebook.” Nesse momento, em que uma barbearia decide não usar a mídias normais para se promover, mas usar o marketing digital para obter resultados, eu percebi que essa é a nova realidade dos negócios.

Mas nem sempre foi assim, em um passado não muito distante, as duas empresas não passavam de promessas e planos de negócios ainda não testados. Hoje, essas companhias dominam a economia mundial e a indústria online de uma maneira tão forte que são capazes de censurar o que bem quiserem.

Não se iludam ao pensar que o slogan inicial do Google — “Don’t be evil” — perdura até hoje. Recentemente, a empresa anunciou que irá banir os anúncios envolvendo criptoativos da sua plataforma até junho; o Facebook e o Twitter já fizeram o mesmo. E o meu eu conspirador passa a pensar no poder que essas empresas têm de censurar a internet.

Sei que esse banimento ajuda as pessoas a não cairem em armadilhas que existem nesse meio, mas colocar todas as propostas no mesmo balaio e as expulsar, parece-me um exagero demasiado. Acredito que a proposta ideal seria outra: fazer com que as pessoas entendam o momento que estamos vivendo com o nascimento dos criptoativos.

Sei que não é dever dessas empresas fazer isso, esse é o meu dever e o do Vinícius aqui na Empiricus. E não paramos um minuto sequer de pensar nisso para trazer a você o que há de mais novo nesse mercado.

Nossa busca é pela verdade que poucos veem, ou que não é mostrada, como no caso de uma censura imposta por empresas como Google, Facebook e Twitter. Por isso, dedicamos a semana inteira para falar sobre a Verdade Oculta que está por trás de tudo.

Para ficar sabendo em primeira mão o que está opaco, mas todos precisam saber, basta se cadastrar nesse link e, entre os dias 2 e 8 de abril, você ficará por dentro do que realmente interessa para alguém que deseja começar no universo de cripto.

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