O que aconteceu na semana

Se há algo característico do mercado de criptomoedas — além da volatilidade — é o enorme fluxo de informações. Em um mercado global e 24/7, […]

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O que aconteceu na semana

Se há algo característico do mercado de criptomoedas — além da volatilidade — é o enorme fluxo de informações.

Em um mercado global e 24/7, as notícias não param de rodar internet a fora. É importante, então, que o leitor (e investidor) possa filtrar aquilo que interessa e focar nos pontos que realmente direcionarão suas decisões.

Para isso, teremos o reforço da nova ferramenta que lançamos recentemente, o CriptoBuzz, um site de notícias especializado em criptomoedas. Ele agrega informações que importam, com notícias curtas, para você ler em um minuto ou menos.

Os principais acontecimentos da semana estarão reunidos abaixo. Aproveite!

O que aconteceu de importante

MAIS UMA EXCHANGE HACKEADA: O QUE VALEM 32 MILHÕES?

 

Uma exchange da Coreia do Sul, Bithumb, foi atacada por hackers que roubaram mais de 32 milhões de dólares da plataforma. Essa não foi a primeira vez que a exchange foi hackeada, a BBC ja reportou ataques na mesma corretora em julho do ano passado.

Além disso, a empresa havia dito que reembolsaria os clientes, atitude louvável, mas tirou o Tweet do ar pouco depois. Esse foi o segundo ataque a uma exchange da região em duas semanas, mas o evento é muito mais frequente que isso.

O que 32 milhões representam para o mercado? Não muito, mesmo o valor sendo simbólico, pode gerar medo e incerteza. Mas o que esses ataques nos lembram? Para um investidor, são sempre sinais que nos mostram o quanto devemos diversificar as formas de guardar os nossos bitcoins.

Por mais que as carteiras com conexão à internet sejam mais práticas, as carteiras offline são as mais recomendadas no quesito segurança.

O GIGANTE ACORDOU

 

É sempre bom levantar os dados que mostram os países — que, a princípio, esnobaram as criptomoedas — não estão tão desinteressados assim. A China é o exemplo maior dessa contradição. O país baniu as criptos, mas vem mostrando que as aparências enganam. A Reuters coletou informações que mostram, por exemplo, que, em 2017, nada mais que a metade das patentes ligadas à tecnologia do blockchain vieram do país asiático.

Também, enquanto que o ministro da Indústria, da Informação e Tecnologia abria o laboratório chinês dedicado ao blockchain, a maior rede de televisão chinesa afirmava que o valor dessa tecnologia é de dez vezes o da internet. É como a pessoa que se “faz de difícil” enquanto vê as fotos do crush no Facebook, a estratégia pode funcionar bem para alguns, mas você precisa ser discreto.

Fica a dica para os chineses.

Ah, e inclusive, se for copiar, esperamos que a China pelo menos tenha a decência de não centralizar a tecnologia em torno de seu governo, como geralmente faz com qualquer movimento social, tecnológico, ideológico, e por aí vai…

TETHER É AUDITADO, MAS NADA ESTÁ GARANTIDO

 

A empresa de assessoria jurídica FSS estudou o tether, criptomoeda que é um dólar sintético e possui uma empresa por trás (a Tether) que garante paridade de um para um com a moeda americana. No relatório, a FSS concluiu irrefutavelmente que a Tether tem os ativos necessários para corresponder o valor das moedas ao do dólar.

Apesar da conclusão, o texto trouxe alguns poréns na nota oficial: a auditoria ressaltou que suas afirmações “não podem ser derivadas de apenas uma auditoria”, que a FSS “não reconhece a suficiência dos dados que basearam suas conclusões”, e para fechar sua metodologia rigorosa, a auditora também “assumiu, sem estudo adicional, que os bancos que forneceram os dados para o estudo podiam fazê-lo”.

Imaginem se os juízes adotassem a mesma metodologia em suas decisões? “Declaro o réu culpado… apesar de minha pessoa não ser apta a tomar esta decisão, sem ter avaliado de fato o caso e sem nem saber se as provas que analisei são juridicamente confiáveis ou não”.

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