Sei que não é uma decisão simples

Nem tudo é fácil nesta vida… Uma matéria publicada na “Forbes” recentemente diz que já há mais brasileiros abrindo conta em corretoras de criptomoedas do […]

Compartilhe:
Sei que não é uma decisão simples

Nem tudo é fácil nesta vida…

Uma matéria publicada na “Forbes” recentemente diz que já há mais brasileiros abrindo conta em corretoras de criptomoedas do que em corretoras tradicionais. Esse dado, na verdade, foi publicado no ano passado, mas voltou à tona agora.

Ainda assim, se você é investidor de cripto, é descolado para alguns poucos e louco para a maioria. Por mais que tenhamos o dobro de pessoas interessadas em criptomoedas do que em ações, os ativos digitais ainda não são consenso.

Detalhe: nem todas essas aberturas de conta em corretora de cripto resultaram, de fato, em investimento. Alguns pararam no meio do caminho.

E aí chego ao meu ponto: quem, nos últimos anos, comprou criptomoedas inevitavelmente foi na direção contrária à do senso comum. Se é seu caso, parabéns, você é um “contrarian”.

Ser um contrarian é se opor ao status quo, àquilo que é padrão. Steve Jobs foi um contrarian pela Apple, desafiando o padrão dos dispositivos portáteis, assim como Satoshi Nakamoto – seja lá quem ele(s)/ela(s) seja(m) – contrariou o sistema financeiro tradicional.

Mas essa é uma honra que poucos podem ter. A grande maioria das pessoas prefere não se opor a nada. É mais fácil ir com a maré.

Se há a decisão de escolher o mesmo que a maioria ou desafiar o consenso sozinho, normalmente se escolhe a primeira opção. É melhor errar junto com todos do que acertar sozinho.

É exatamente essa situação que vejo ainda hoje no mercado. A maior parte dos indivíduos que não se expuseram a cripto possuem ainda algum tipo de receio, seja pelo risco, seja pela incerteza quanto ao futuro. É mais cômodo ficar onde está, igual à maioria dos investidores.

Recorro ao Taleb: “Você nunca o convencerá de que ele está errado. Apenas a realidade pode fazer isso”.

E a realidade muda. Por isso, não acho que esse seja um estado permanente. Isso só acontece porque cripto ainda não é consenso. Quem tem os ativos digitais é o contrarian.

Mas e se nossas teses estiverem certas? E se, nos próximos anos, mais e mais pessoas passarem a ter exposição a bitcoin e altcoins?

Agora, me diga: daqui a dois anos, você espera que mais ou menos pessoas tenham criptomoedas? (Lembre-se de que, mesmo que mais de um milhão de brasileiros tenham aberto conta em corretoras especializadas, nem todos de fato operaram.)

Caso se materialize a primeira opção, o consenso mudará. Criptomoedas serão mainstream e estranho será não tê-las no seu portfólio. Para você que as comprou antecipadamente, talvez aí seja hora de ser contrarian de novo e vender. Talvez seja a hora de acertar sozinho mais uma vez.

É aquela coisa: compre quando todos estão vendendo e venda quando todos estão comprando.

Ser o contrarian requer coragem, exige que você aceite ser motivo de piada por algum tempo para poder ganhar lá na frente. Mas foi entre os contrarians que vi as maiores fortunas sendo feitas, justamente porque são eles que chegam primeiro às grandes oportunidades.

Portanto, hoje, meu convite é que você experimente ir contra aquilo que você acredita ser o padrão. É essa a proposta do Contrarian Trader, que acaba de ser lançado pelo meu parceiro na Empiricus, o Sérgio Oba.

Se tem alguém que desafia o status quo da Bolsa de Valores, é ele. Convido você a acessar este vídeo e conhecer seu novo projeto.

Já posso adiantar que apenas os contrarians farão parte dele. Deverão ser eles também que ganharão 5 anos de rentabilidade da Bolsa em uma única operação.

Top 3 highlights do criptomercado

Japão lança sua primeira exchange de cripto apoiada por uma instituição financeira tradicional. Saiba mais aqui.

Menos de 1% dos endereços de EOS possuem 86% dos tokens. Saiba mais aqui.

Indonésia legaliza criptomoedas, classificando-as como commodities. Saiba mais aqui.