Já tentou colocar um elefante em uma banheira?

O movimento de alta foi, com quase certeza, provocado pela entrada em um player grande, comprando uma soma na casa de 1 bilhão de dólares em bitcoin.

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Já tentou colocar um elefante em uma banheira?

Imagine que você tenha um elefante de estimação. Sei que pode parecer maluquice ter um bicho desses em casa, mas já tive um amigo que tinha, então podemos classificar a ideia como apenas bizarra, mas não impossível.

Naturalmente, se você é dono de um elefante, precisará banhá-lo de vez em quando. Suponha, ainda, que você tenha em casa uma banheira — de aço —, na qual o animal tomará banho. A banheira, porém, não é muito maior do que seu amigo orelhudo.

Você a enche com um pouco de água e deixa tudo pronto… Agora vamos voltar à aula de física lá do ensino médio. O que acontece se você, sozinho, entrar na banheira?

O nível de água se elevará, mas bem pouco. Afinal, o volume do seu corpo é bem menor do que o de água.

E quando o elefante entrar para tomar banho com você?

Aí, sim, o nível da água vai subir consideravelmente e de forma repentina. Provavelmente, o volume do elefante, que é próximo ao da água, mudará a altura da água na banheira de forma evidente.

É mais ou menos isso o que aconteceu, cerca de duas semanas atrás, com o bitcoin: um elefante entrou na banheira.

Para ser mais correto em relação à denominação usada no mercado, seria uma baleia, não um elefante. Enfim, coisas do reino animal…

O movimento mostrado acima foi, com quase certeza, provocado pela entrada em um player grande, comprando uma soma na casa de 1 bilhão de dólares em bitcoin.

E, provavelmente, foi um movimento de um ou poucos players. Esse é o tipo de fluxo nos preços que você pode esperar quando um investidor desse porte colocar o pé na banheira das criptomoedas.

Se você acha que tal movimento foi isolado ou aleatório, pode estar bem enganado. Uma pesquisa recente da Thomson Reuters, realizada com 400 instituições financeiras, mostrou que uma em cada cinco pretende começar a negociar criptomoedas nos próximos doze meses.

Desse grupo, 70% espera entrar já nos próximos seis meses. Players desse nível entram pesado quando o fazem, fomentando outras movimentações como a de duas semanas atrás.

Cada vez mais fica claro que o mercado de criptomoedas caminha para o mainstream financeiro. O que antes era um tema de nicho entre poucos está se tornando presente nas mais diversas mesas de discussão.

Aliás, você já percebeu que não se tem mais falado em “bolha”, “fim do bitcoin” ou “fraude”? Quem dizia isso está agora preocupado em encontrar a forma para entrar no mercado.

Estamos vendo uma gradativa institucionalização do ecossistema das criptomoedas. Ou seja, um após outro, os investidores institucionais começam a entrar.

Isso apenas reforça nossa tese de que o próximo ciclo de megavalorização será provocado por esse grupo. Então, as criptomoedas serão um mercado trilionário e, como a própria pesquisa da Reuters apontou, isso pode acontecer nos próximos doze meses.

Até lá, muita água vai rolar dentro da banheira. Alguns ativos poderão se valorizar de maneira expressiva, enquanto outros, inevitavelmente, morrerão.

Muito se fala sobre o bitcoin e, sem dúvida, ele é o criptoativo mais importante. Porém, todos querem saber qual cripto poderia ser ainda maior que o líder.

No nosso radar, há hoje apenas um ativo que pode superar o bitcoin, e que ainda está barato.

O André Franco fez um belo trabalho reunindo informações pertinentes — eu diria indispensáveis — em um documento inédito.

Acesse aqui e veja qual é esse ativo.

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