When Moon

Quando o bitcoin vai superar a sua máxima histórica? Mesmo aquele cara que diz que o bitcoin já não é mais interessante, que o jogo de verdade está nas altcoins, preocupa-se com isso.

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When Moon

Onze entre cada dez investidores de criptomoedas querem saber: quando o bitcoin vai superar a sua máxima histórica?

Mesmo aquele cara que diz que o bitcoin já não é mais interessante, que o jogo de verdade está nas altcoins, preocupa-se com isso.

A razão é simples: como um mercado ainda muito jovem, os mais de 1.500 criptoativos estão bastante correlacionados do ponto de vista de preço.

Quando o bitcoin sobe, as altcoins, em sua maioria, tendem a subir. Quando cai, todos os pares são solidários com a causa e caem também.

Existem ciclos e defasagens nos movimentos dos preços, mas isso é tema para outro dia. A questão aqui é que o bitcoin, sendo o maior ativo do mercado, representa uma proxy dele. Ou seja, olhar para o bitcoin é olhar para uma representação do criptomercado como um todo.

Voltando à questão inicial, de quando o bitcoin superará sua máxima histórica, essa não é uma pergunta simples de se responder. Nem Satoshi Nakamoto tem essa resposta.

Apesar disso, ela me veio à cabeça nesta manhã, enquanto o André e eu viajamos para Baltimore, em Maryland, para mais um evento.

“When moon?” (algo como “quando o preço vai para a lua?”, utilizando a expressão característica dos cryptolovers) foi o tema de um dos painéis a que assistimos na Consensus.

A discussão era justamente sobre quando veremos o bitcoin renovando suas máximas e, o que todos querem saber, quanto ele valerá no futuro.

Todos ali acreditavam que isso aconteceria até o fim do ano, com o ativo superando os 20 mil dólares.

Eu também espero isso, mas, sinceramente, o valor e o momento exatos pouco importam para o investidor que está posicionado. Mais importante é como isso acontecerá e como se preparar para tal.

Analisando como o mercado tem se comportado nos últimos meses — e aqui não falo apenas dos preços, mas também das movimentações nos bastidores — tudo me leva a crer que o próximo rali, quando acontecer, será ainda maior.

Por quê?

Minha tese é simples: sempre falamos que o driver para a próximo boom será a entrada institucional.

Neste momento, o Goldman Sachs se prepara para começar a negociar criptomoedas. O banco sabe que esse é um negócio que dá dinheiro e vai aproveitar para pegar sua fatia.

A partir do momento em que um grande banco começa a oferecer a negociação de criptomoedas para seus clientes, não é uma questão de SE os outros bancos também entrarão nessa. É uma questão de QUANDO.

As outras instituições não vão querer ficar de fora. Veja, mais do que estar à frente do processo, um banco não quer ficar pra trás. Já pensou ser o único atrasado no mercado?

Ou seja, precisamos de um grande player do mercado tradicional entrando no mercado de criptomoedas para catalisar o processo. Por isso acredito que até o fim do ano teremos alguns bancos negociando cripto.

E aí, meu amigo… boom! Há muito mais dinheiro para entrar no mercado do que já entrou.

Isso sem contar que as corretoras de criptomoedas evoluíram consideravelmente desde o fim de 2017 e já suportam um volume muito maior de clientes e negociações.

Mais usuários, mais dinheiro, maior valorização dos ativos. É o que espero para os próximos meses.

De novo: mais importante do que quando tudo isso acontecerá, exatamente, é como você se prepara para isso.

Os assinantes do Empiricus Crypto Alert certamente estarão preparados. E temos uma vaga disponível para você.

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