Ainda sobre o Segundo Mandato Temer ou (O Programa de Ação Econômica do Governo)

Retomo hoje O Segundo Mandato Temer, com esclarecimentos adicionais necessários.

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Ainda sobre o Segundo Mandato Temer ou (O Programa de Ação Econômica do Governo)

É sempre assim. Antes, eu achava se tratar apenas de uma opinião, talvez uma inclinação ideológica pessoal. Hoje, estou certo de que é muito mais do que isso.

O que acontecerá com o Brasil, a política, suas economias e, principalmente, seu dinheiro nos próximos meses e anos é simplesmente a aplicação de uma lei da natureza. Portanto, o processo para que chamo atenção é inexorável. A não ser que estejamos dispostos a violar as leis da física, precisamos imediatamente nos preparar para o que vai acontecer. Não há saída.

Deixe-me usar do necessário rigor: o processo não está no futuro. Ele já está acontecendo.

Os bons resultados que começamos a ver na economia, na geração de empregos e nos mercados, com aplicação direta para a vida das pessoas, das suas famílias e de seus investimentos, nada são além do resultado da Segunda Lei de Newton, que, com o perdão do tecnicismo, fornece a equação diferencial conhecida como Equação do Pêndulo, cuja periodicidade do movimento havia sido descoberta anteriormente por Galileu Galilei.

Não há absolutamente nada novo no seguinte enunciado:

A cada vez que um esquerdista for eleito, ele destruirá a economia e as finanças públicas. Então, um liberal será chamado para arrumar a casa. Ao final, as coisas estarão tão arrumadas que chegará um novo pessoal, também de orientação perdulária com o dinheiro público, para promover uma nova festa de arromba (das finanças públicas!), gozar até morrer e deixar tudo bagunçado de novo.

No final do dia, em meio à ressaca, um novo liberal será chamado para fazer a faxina e assim o pêndulo vai de um lado para o outro, levando consigo os salários, os empregos, os investimentos, o dinheiro e, talvez ainda mais dramático, os sonhos do cidadão comum.

Retomo hoje O Segundo Mandato Temer, com esclarecimentos adicionais necessários. Se você não viu a tese original publicada ontem, recomendo fortemente que você o faça aqui. Não sabemos até quando ela ficará no ar.

Trago duas notícias com o alerta de hoje.

A primeira delas já deve estar clara a esta altura do campeonato: as possibilidades de multiplicação do capital que se colocam diante de você nesta quinta-feira, dia 22 de fevereiro de 2018, obedecem rigorosamente à repetição de um padrão histórico. Não há nada novo, em absoluto.

Por mais que tenhamos a tendência a sempre acreditar que desta vez é diferente, nenhuma novidade em termos de ciclo acontecerá nos próximos quatro ou oito anos.

Recuperando mais uma vez o rigor, talvez apenas a intensidade seja inédita agora, como mera reação ao ineditismo da recessão anterior, a maior da história republicana brasileira. Se você empurra o pêndulo muito à esquerda, ele volta à direita num movimento mais extenso e amplo. De novo, a Física, apenas ela.

E a segunda notícia é quase um corolário da primeira: se estamos mesmo diante de um movimento pendular de período e extensão conhecidos, podemos saber exatamente como nos posicionar agora para colher os lucros desse padrão repetitivo. Todos as cartas estão colocadas à mesa; basta observá-las e agir de acordo, com agilidade e precisão.

Talvez minhas palavras não sejam suficientes para convencer-lhe da exposição. Recorro então à História e aos argumentos de autoridade, emprestando inicialmente as palavras de Pedro Malan, em “Economia Brasileira: notas breves sobre as décadas de 1960 e 2020”, escritas neste mês para o livro comemorativo de 60 anos da Itaú Asset Management:

“O Brasil ingressou na década dos 70 em invejável situação macroeconômica. Ao encerrá-la, encontrava-se em situação insustentável, cuja recuperação demandaria pelo menos outra década. Este artigo discute os marcos essenciais desse impressionante movimento pendular.”

Bingo!

É assim que o brilhante Malan inicia sua exposição. E termina menos animado:

“O Brasil entraria nos anos 80 com desequilíbrios, externo e interno, insustentáveis. Expressos, o primeiro, por déficits potenciais no balanço de pagamentos não mais financiáveis através de ingressos via conta de capitais, além de uma dívida externa impagável nos termos contratados. O segundo, por uma taxa anual de inflação que evoluía de menos de 20% no início dos anos 70 para cerca de 40% em meados da década, e que, ao final de 1979, caminhava para três dígitos, como de fato chegou em 1980. Ano em que a década, que começara tão auspiciosamente, terminou em situação insustentável.”

Por que conseguimos começar a década de 70 tão bem e terminar tão mal? Vivemos o Milagre Econômico brasileiro de 1968 a 1973 e conseguimos destruir tudo de qual maneira?

O tal milagre só foi possível justamente por conta do receituário liberal de Roberto Campos e Otávio Gouvea de Bulhões, sintetizados no Programa de Ação Econômica do Governo. O PAEG nada mais era do que uma reação necessária ao nacional desenvolvimentismo dos tempos de Juscelino Kubitschek, com objetivos explícitos de conter o processo inflacionário, reequilibrar as contas externas e retomar o crescimento da renda e do emprego.

Foram os avanços institucionais anteriores, reforçados por um contexto internacional favorável, que permitiram a realização do Milagre. Entre esses, posso citar a instituição do imposto sobre valor agregado (ICM) na área tributária, questões ligadas aos títulos do Tesouro na dívida pública, introdução do FGTS no lado trabalhista, consolidação da legislação habitacional e a criação do Banco Central em 1965 no sistema financeiro.

Os liberais arrumaram a casa após os excessos de dívida e inflação deixados pelos intervencionistas. E, então, o que veio depois? O Segundo PND, o Plano Nacional de Desenvolvimento, de 1975 a 1979, no governo Geisel, numa tentativa forçada de se manter as taxas de crescimento da época do Milagre Econômico mesmo depois da primeira crise do petróleo em 1973. Ai veio a segunda crise do petróleo em 1979 e explodiu a coisa toda, pois secou o financiamento para a brincadeira nacional desenvolvimentista, que fazia galopar a inflação e a dívida externa.

O resultado foi nada menos do que a moratória no final de 1982 e toda a década perdida de 1980.

Até, claro, que retomamos a prescrição liberal-tecnocrata com o Plano Real de 1994, num arcabouço ortodoxo que viria a se consolidar com o famigerado tripé macroeconômico (câmbio flutuante, metas de inflação e superávits primários robustos) de Armínio Fraga em 1999.

De novo arrumamos a casa. E, obviamente, o pêndulo voltou para a esquerda e, após o fracasso anterior, re-editamos o II PND, sob o disfarce de Nova Matriz Econômica, com aquele “timaço” composto por Guido Mantega, Nelson Barbosa, Márcio Ovolland (desculpe, professor), Alexandre Pombini, Asno Augustin e Dilma Rousseff no ataque.

Deu no que deu. Destruímos tudo o que vínhamos construindo desde 1994, no que sintetizei no apelido O Fim do Brasil. Virou história.

O ponto é que o pêndulo voltou para o lado liberal tecnocrata. E, com ele, um novo período de recuperação da economia brasileira, exatamente já ocorreu na história várias e várias vezes.

As consequências para os investimentos são amplamente conhecidas e estão no livro texto. Não à toa, a Bolsa bate recorde após recorde, os juros estão nas mínimas históricas e o preço dos imóveis começa a subir, com destaque especial para os fundos imobiliários, cuja performance é nada menos do que estelar.

A combinação de retorno do pêndulo em direção à política econômica liberal, recuperação dos preços das commodities e cenário externo favorável é muito mais poderosa para as oportunidades de se ganhar dinheiro com os investimentos certos do que podemos supor a priori.

 
Não estou falando de altas de 20, 30, 40%. Elas existem também e já são ótimas. Mas aqui trato de possibilidades de, em alguns anos, multiplicar seu capital por 2x, 3x, 5x, 10x, quem sabe 20x. É óbvio que parece exagero agora, mas foi rigorosamente assim no ciclo anterior. E não estou selecionando ativos ilíquidos, ações específicas ou excentricidades. Falo do comportamento geral da Bolsa.

Tudo está sintetizado no Segundo Mandato Temer. E é por isso que hoje lhe convido para assinar meu relatório, Palavra do Estrategista, por apenas 9,90 reais por mês. Nele, você encontrará a cada 15 dias minhas melhores sugestões para aplicar seu dinheiro e ser alçado a um novo patamar financeiro.

Por que tão barato? Porque isso só faria sentido se eu pudesse atingir o maior número possível de pessoas. Não se trata de quanto vale a assinatura. Se trata da real responsabilidade de levar isso a todo mundo. Todos merecem a chance de multiplicar seu dinheiro. Essa é a minha vocação.

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Com isso, a decisão de assinar o relatório Palavra do Estrategista deixa de ser uma opção ou uma questão de gosto. Trata-se apenas de uma decisão racional, uma escolha em que você não perde nada se não gostar e ganha muito se for de seu agrado.

Se um dia o Brasil terminou, hoje ele está começando de novo. Quando ele acaba, as perdas dos seus investimentos podem ser no máximo de 100%. Agora, as oportunidades podem ser muito maiores. De 100, 200, 500, talvez 1.000%. É por isso que estamos aqui. E é por isso que devemos brindar ao Segundo Mandato Temer.