O fim da trilogia: por que Temer realmente precisa se reeleger?

Encerro a trilogia de textos que iniciei ao lançar a síntese O Segundo Mandato Temer. Agora, analisando e respondendo as três principais críticas que recebi sobre Michel Temer se reeleger. Porque aqui, é uma questão de responsabilidade, de como você vai gerir seu patrimônio e de sua família.

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O fim da trilogia: por que Temer realmente precisa se reeleger?

“Se meus detratores me conhecessem melhor, me odiariam ainda mais.”

Se em algum momento tive dúvidas de que estava fazendo a coisa certa – tenho para mim que duvidar de si mesmo é demonstração inequívoca de sanidade mental -, agora todas elas se dissiparam.

Não há evidência maior de se estar no caminho certo do que aparecer criticado por esse pessoal. Em 2014, estampei dia sim, dia sim a capa dos sites da esgotosfera digital, enquanto nossos assinantes protegiam seu patrimônio e ganhavam dinheiro com as recomendações subjacentes à tese do Fim do Brasil.

A notícia está veiculada no Blog da Cidadania, de Eduardo Guimarães, aquele mesmo da condução coercitiva do Moro. Ele é um dos integrantes do timaço do jornalismo formado por Brasil 247, Conversafiada, Carta Capital, Caros Amigos e por aí vai. A turma que recebia bola da administração petista por verba publicitária para defender os “avanços progressistas”.

Mais curioso do que a matéria em si é a acusação no Twitter do companheiro de que sou ligado à Rede Globo e à Operação Lava Jato. Ele cita a matéria do Valor, esse, sim, ligado à Globo, de minha suspensão pela Apimec de meu credenciamento como analista por “propaganda enganosa”.

Agora a Apimec assumiu o papel do Conar e julga o caráter enganoso das peças publicitárias – no caso, a peça publicitária a que se refere é a famigerada carta de vendas que levava à recomendação para meus assinantes comprarem as ações de Rumo, na época, com um potencial de valorização de, segundo meus cálculos, 400% até 2020. Aqueles que foram “enganados” pela nossa propaganda acumulam desde então lucros de apenas 200%.

O camarada Guimarães também me atribui o elogio de “picareta”, tendo sido “pago por Temer para escrever isso”. Agora o presidente Michel Temer me paga para associá-lo à imagem de um grande vampiro – ainda prefiro Bela Lugosi.

Não me dou ao trabalho de rebater a essa crítica porque não me permito ser medido pela régua alheia. Há outras mais interessantes que gostaria de endereçar nesta sexta-feira. Com isso, encerro a trilogia de textos que iniciei ao lançar a síntese O Segundo Mandato Temer.

Crítica 1:

A primeira é a mais evidente e vem principalmente daqueles que não chegaram até o final do texto ou não entenderam a essência da coisa:

“Felipe, o Temer não tem a menor chance. Ele não decola nas pesquisas e tem uma rejeição brutal. Não será reeleito.”

Esse argumento, em si, faz todo sentido. Tem toda razão. Mas o ponto é que a tese não é essa. A leitura do texto integral deixa muito claro: estou falando de um conceito, não de uma figura em si.

O Segundo Mandato Temer, cunhado na conotação que eu gostaria de conferir-lhe, se refere à continuidade de um perfil, não de uma pessoa. Falo da continuidade da implementação de reformas liberais e estruturantes no Brasil. Tudo e só isso.

Crítica 2:

“Como você pode compactuar com um governo corrupto, imoral e antiético?”

Não, eu não compactuo. Talvez haja alguma razão aqui: se você reescrever a tese original novamente, deixaria mais claro meu nojo das conversas fora da agenda, das ligações não republicanas, do “tem que manter isso, viu?” e de todo resto.

Mas, lendo com atenção, também você poderá perceber lá que estou falando estritamente do pragmatismo ligado à agenda de reformas e à gestão de política econômica, com impacto direto e pronunciado sobre a vida das pessoas, seus salários, seu emprego, a escola de seus filhos, o supermercado onde fazem compras e, mais diretamente ligado à minha função aqui, seus investimentos.

Crítica 3:

“Por mais que tenha havido mesmo avanços na economia brasileira, há muito ainda a se fazer, principalmente no que diz respeito à questão fiscal. Por isso, não sou tão favorável à administração Temer.”

Essa é claramente a crítica mais embasa de todas. Ela está perfeita quando analisada per se. Mas o mais interessante disso é que ela reforça cada um de meus argumentos. E é a isso que gostaria de me ater hoje.

Mais do que responder à crítica em si, quero deixar claro como este ponto é central para criar as maiores oportunidades de lucro em seus investimentos nos próximos anos.

Meu contra-argumento: ora, se Michel Temer, aqui, mais uma vez, no conceito que ele representa, já tivesse realizado tudo que deveria, ele não precisaria de se reeleger. Precisamos de um Segundo Mandato justamente para terminar o que começou a ser feito no primeiro.

Mas esqueçamos a aplicação estrita da lógica. Nem é este o ponto principal. A possibilidade de se multiplicar o capital a partir do próximo ciclo vem justamente porque ainda há muito a se fazer.

“As pessoas racionais pensam na margem.” Você não precisa ser PhD em Economia para saber disso. É o princípio 3 do primeiro capítulo do livro clássico de Introdução à Economia, do Mankiw. Os ativos financeiros também se movem na margem.

Se não houver incerteza, coisas ainda por fazer, não há mais oportunidade. As cotações dos ativos financeiros já refletiriam a nova realidade perfeita, com a economia brasileira completamente ajeitada. O espaço para lucros seria muito menor.

As ações e os títulos sobem muito mais ao longo do processo de arrumação do que quando a casa já está arrumada. É isso que quero dizer. Importa a dinâmica. Crise e oportunidade são a mesma coisa.

“Bolsa gosta de desemprego em queda e não desemprego baixo. Quem gosta de pleno emprego é sindicato e político”, resumiu Pedro Cerize, que, aliás, é um dos melhores twitteiros do Brasil.

 
Deixe-me usar a explicação de Ray Dalio, o maior gestor do mundo, para tentar transmitir o que estou tentando dizer sobre os ciclos de mercado.

Se estivéssemos na fase avançada do ciclo, ou seja, com a economia toda bonitinha, a demanda agregada estaria crescendo a um ritmo superior à capacidade da oferta se expandir. Assim, com a oferta restrita e a procura subindo, a tendência seria de preços subindo. Como resposta a essa dinâmica, o Banco Central teria de apertar sua política monetária e subir as taxas de juro, o que causaria uma imediata queda das ações e de outros títulos, porque todos os ativos são apreçados como o valor presente de seus fluxos de caixa – quanto maior a taxa de juro, maior o desconto sobre os fluxos futuros e menor seu valor hoje. É por isso que não é incomum vermos economias fortes acompanhadas de queda das ações e outros ativos financeiros.

Diferentemente do cenário no exterior, onde o estágio do ciclo é mais avançado, nós estamos no início da recuperação.

Os ciclos de mercado reagem de tal forma que, inicialmente, os mercados sobem na frente do PIB. A economia fraca força corte de juros e isso valoriza as ações. O juro menor vai aos poucos estimulando a economia e, com os lucros das empresas aumentando, as ações acompanham essa melhora do PIB por um tempo. Até que a economia passa por um superaquecimento e os juros começam a subir. Então, mesmo com a economia ainda forte, as ações passam a cair.

Certamente, há muita coisa para se fazer, mas essa é a melhor notícia que poderíamos ter para nossos investimentos. Conforme cada uma delas for sendo endereçada, os ativos financeiros vão subindo e, com isso, você vai ganhando dinheiro, notícia a notícia. Somente ao final do processo você perceberá o quanto seu capital foi multiplicado.

Para isso, porém, é fundamental que tome desde já as rédeas do gerenciamento de suas economias e passe a aproveitar as oportunidades que hoje estão colocadas. Reitero: quando o que está por fazer for feito, os lucros já não serão mais os mesmos. O momento de agir é ainda quando as coisas precisam ser feitas à frente. Não é uma questão de ganância – embora até possa ser e eu não julgo isso. Aqui, é uma questão de responsabilidade, de como você vai gerir seu patrimônio e de sua família.

Estou particularmente motivado nesta sexta-feira porque estou terminando meus estudos e cálculos de uma ação que considero ser a melhor oportunidade para aproveitar o que tenho chamado de Segundo Mandato Temer.

Se meus apontamentos até agora estiverem corretos, ela será apresentada na próxima edição do relatório Palavra do Estrategista, na quarta-feira da semana que vem. Trata-se de uma oportunidade única para surfar todo esse cenário formidável que se coloca à frente e multiplicar seu capital, sob perfil de risco controlado.

Por isso, encerro essa trilogia com um convite especial para você conhecer esse material.

Apresento uma oportunidade única de assinar o Palavra do Estrategista por apenas 9,90 reais por mês. Nele, você encontrará a cada 15 dias minhas melhores sugestões para aplicar seu dinheiro e ser alçado a um novo patamar financeiro.

Por que tão barato? Porque isso só faria sentido se eu pudesse atingir o maior número possível de pessoas. Não se trata de quanto vale a assinatura. Se trata da real responsabilidade de levar isso a todo mundo. Todos merecem a chance de multiplicar seu dinheiro. Essa é a minha vocação.

Além disso, para que eu possa lhe ajudar a gerenciar suas economias de forma direcionada às suas próprias necessidades, você, ao assinar o Palavra, estará automaticamente convidado para participar de um webinar comigo na próxima quarta-feira, às 11 horas, para que eu possa tirar todas as suas dúvidas sobre investimentos.

Por fim, para que você se sinta totalmente confortável em assinar, poderá apenas degustar do Palavra do Estrategista por 20 dias. Se, após esse período, por algum motivo, não gostar do material, poderá simplesmente cancelar a assinatura, com a integral devolução de seu dinheiro, sob compromisso registrado em cartório.

Com isso, a decisão de assinar o relatório Palavra do Estrategista deixa de ser uma opção ou uma questão de gosto. Trata-se apenas de uma decisão racional, uma escolha em que você não perde nada se não gostar e ganha muito se for de seu agrado.

Se um dia o Brasil terminou, hoje ele está começando de novo. Quando ele acaba, as perdas dos seus investimentos podem ser no máximo de 100%. Agora, as oportunidades podem ser muito maiores. De 100, 200, 500, talvez 1.000%. É por isso que estamos aqui. E é por isso que devemos brindar ao Segundo Mandato Temer.

P.S.: Se eu fosse o Jeff Bezos, comprava a BRF em meio a essa sangria toda. Fazia o caminho inverso para entrar no Brasil já comprando as melhores marcas possíveis de alimentos. Resolvia seu problema de logística e acabava com a brincadeira toda em uma só tacada. Uma pena que ele está preocupado com seu próprio Day One; esse aqui é apenas um devaneio.

Fevereiro de 2018.