10 Mil Reais Contra os “Velhos Amigos”

10 Mil Reais Contra os  “Velhos Amigos”

Eu amo o Google.

Espera. Amar talvez seja demais. Como usar a mesma palavra para exprimir sentimentos de naturezas distintas, pois é impossível comparar o sentimento que me liga aos meus filhos com a admiração que tenho por uma empresa.

Eu adoro o Google.

Agora sim. Posso prosseguir.

Talvez o Google seja a empresa mais revolucionária e disruptiva da história. Demais? Pode ser, até por isso iniciei a frase com um advérbio de dúvida. Poucos, porém, teriam a coragem de negar a revolução nas comunicações que seu sistema de busca causou.

Claro que hoje o Google é muito mais que um mero sistema de buscas. Inclusive o Google é muito mais que o próprio Google, desde que foi reorganizado como uma holding sob o nome de Alphabet (“Do the right thing“).

Apesar de estar envolvida em dezenas de empreendimentos, o principal negócio do Google segue sendo seu sistema proprietário de publicidade. É justamente esse modelo o responsável pela total revolução na maneira com que as ideias se propagam hoje em dia.

E a minha admiração só a aumentou quando conheci as soluções que eles oferecem, tanto a anunciantes (Empiricus, Jolivi) como a veículos (O Antagonista).

Foi justamente o sistema de publicidade do Google que democratizou as campanhas dos anunciantes, desarranjando o clube de “velhos amigos” montado por veículos tradicionais de mídia, grandes anunciantes e agências de publicidade. Ferramentas poderosas, como audiências similares e remarketing, permitem que anunciantes com orçamentos modestos consigam levar sua mensagem para o público certo, na hora certa.

Em 2014, fomos processados pela campanha da Dilma Rousseff, que nos acusava de ter montado uma “campanha milionária de marketing” no Google em favor do seu adversário, Aécio Neves. Incluíram na peça acusatória impressões de anúncios nossos em vários sites pela internet afora. Felizmente o TSE nos absolveu, entendendo que estávamos apenas divulgando nossos conteúdos de investimento. Nossa defesa desmontou completamente a distorcida acusação da então presidente e fizemos ainda questão de mostrar o valor que havíamos investido na campanha: um pouco menos de 10 mil reais.

Sim! Foi o Google que permitiu que, uma pequena empresa de análise independente conseguisse montar, com apenas 10 mil reais, uma campanha que impactou de tal maneira o público que fomos levados ao centro da campanha presidencial. 10 mil reais! Esta cifra chama ainda mais atenção à luz dos recentes depoimentos no TSE e as centenas de milhões de reais em caixa 2 envolvido na campanha de 2014.

Foi o Google também que viabilizou a existência de O Antagonista. Afinal, qual anunciante (fora a Empiricus) teria a ousadia de patrocinar um site de política cujo primeiro post pedia o impeachment da presidente recém-eleita?  É o sistema do Google que coloca os banners que monetizam a audiência do site, permitindo realizar um trabalho jornalístico realmente independente, financiado pelos seus próprios leitores. Imaginem como estaríamos sem veículos como O Antagonista, simplesmente limitados a procurar notícias e comentários políticos nos meios de imprensa tradicionais, recheados de anúncios “chapa branca”.

Complicado, para dizer o mínimo.

E posso afirmar também que o Google contribuiu em grande monta para o sucesso da Empiricus (aqui deixo um abraço à incrível equipe que nos atende, Gleidys Salvanha, Fábio Garcia e time, capitaneados pelo super CEO Fábio Coelho).

Afinal, apesar do nosso crescimento, somos minúsculos quando comparados aos grandes bancos e seus orçamentos de publicidade, esses, sim, milionários. Nunca teríamos chance de aparecer para o grande público dentro do sistema tradicional, seja pagando ou espontaneamente. O esquema montado é muito forte.

Deixo vocês agora com os destaques desta semana, que marcou o lançamento do novo livro do Felipe Miranda.

Tem muito coisa legal.

Não percam também a entrevista do Danilo Gentili com a Madeleine Lacsko da TV Antagonista. Danilo vai a fundo nos vícios e conflitos da imprensa tradicional.

Muito obrigado,

Caio Mesquita

Filosofia financeira

Quem disse que Clarice Lispector não tem nada a ver com finanças? E Guimarães Rosa? O recém-lançado livro Felipe Miranda 100 Ensaios mostra que é possível falar de economia sem ser burocrático. Com uma linguagem acessível e descontraída, o analista estimula, provoca e debate questões espinhosas. E, claro, fala de suas estratégias de investimentos. Saiba aqui como obter seu exemplar de forma gratuita.

Investimento unissex

A consultora do Você Investidor Beatriz Cutait reclama: as mulheres ainda aplicam pouco na Bolsa de Valores e no Tesouro Direto. Na newsletter Bonds & Buys, ela apresenta os números de investidores em cada aplicação, divididos por gênero, e debate as qualidades femininas quando o assunto é fazer o dinheiro render.

 

 

Só a parte boa do funcionário público

O analista Carlos Herrera faz as contas para comprovar que é possível ganhar como um Auditor da Receita Federal sem a necessidade de estudar para passar no concurso. A estratégia, revela, é investir em empresas com as seguintes características: boa geração de caixa, baixa endividamento e boa previsibilidade de fluxos de caixas.

Arrae, Irri — Quem quer dinheiro?

O analista Rodolfo Amstalden, da newsletter Grana Preta, incorpora o espírito do animador de TV Silvio Santos e propõe um desafio, que ele chamou de jogo sobre como investir em ações. Na primeira etapa, ele pede para cada leitor escolher uma entre dez variáveis, como a razão entre preço e lucro ou o retorno sobre patrimônio. Participe.

Padrão universal

O analista Bruce Barbosa analisou seus trades vencedores nos doze anos em que trabalha no mercado financeiro e encontrou um padrão. Não importava se a aplicação era feita em São Paulo, Londres ou Nova York, as condições se repetiam. Neste texto, ele dá detalhes de sua estratégia, que possibilita ganhos de +304,23% em 23 dias. Saiba mais.

Belas, recatadas e sovinas

Com mestrado em Economia, a especialista em fundos de investimento Luciana Seabra sentiu na pele como as mulheres são injustificadamente maltratadas quando o assunto é dinheiro. Ela conta sua experiência pessoal na edição semana de A Hora dos Fundos e, para provar que o preconceito não tem razão de ser, dá detalhes de uma pesquisa que diz que o portfólio das mulheres rende mais do que o dos homens.

“Salvei minha mãe do Alzheimer”

Se você tem um ente querido sofrendo de Alzheimer, sabe o quanto a doença é devastadora. Ao perceber os primeiros sinais de declínio cognitivo de sua mãe, o neurocientista Dr. Nelson Annunciato resolveu usar seus conhecimentos para ajudá-la e criou um protocolo único para proteção e reparação da memória. Conheça mais dessa história na Jolivi.

Olhos de tigre e Fernanda Lima

Alexandre Mastrocinque, nosso analista com cara de mau, revela como as festas da época da faculdade o ajudaram a ter insights de investimento. As baladas deram a ele a certeza de que é possível, sim, aumentar o retorno ao mesmo tempo que se reduz risco.

 

 

Grandes Encontros – Calote controlado

Os analistas Ariane Gil, da série Empiricus Insider, e Max Bohm, que conduz o Microcap Alert e o Empiricus Long & Short, conversaram com Michel Sarkis, CEO do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes). O executivo destacou a forte presença da instituição nas cidades capixabas e contou o que fez para reduzir a inadimplência mesmo diante da atual crise econômica. Assista ao encontro na TV Empiricus.

O Antagonista – Política mal-humorada

A atual praga do politicamente incorreto é o tema da entrevista feita pela jornalista Madeleine Lackso com Danilo Gentili. O humorista diz que há uma agenda ‘do bem’ que serve apenas para atacar quem discorda de determinada linha de ação política – e não para preservar minorias. “Tem conversa que já começa assim: você concorda comigo ou é fascista?” Assista ao vídeo na TV O Antagonista.

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