Garçom, mais uma, por favor.

A viabilidade da Empiricus como publicadora independente está ligada à percepção de valor que o investidor atribui às nossas recomendações.

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Garçom, mais uma, por favor.

Faltando apenas 15 dias para o término de 2017, já começo a sentir o clima mais leve e relaxado, típico desta época do ano.

Ontem fui caminhando para casa, numa jornada de pouco menos de meia hora. Para os padrões paulistanos, moro praticamente do lado do trabalho. Tinha deixado meu carro na oficina para um pequeno reparo e aproveitei o tempo agradável deste início de verão, dispensando o aplicativo de transporte que habitualmente uso nessas ocasiões.

Ao longo do meu percurso, entre os bairros do Itaim e Vila Nova Conceição, fui passando na frente de bares e botecos, invariavelmente lotados. Pessoas curtiam sua cervejinha ao som de músicas de gosto popular. Notei que todos estavam contentes, celebrando o fim do ano, e não pude deixar de fazer uma conexão com o sentimento que nós da Empiricus e nossos assinantes compartilhamos nesses últimos dias de dezembro.

Apesar dos enormes desafios que enfrentamos, o balanço do ano é positivo. Não vou tratar da economia do país, cujos indicadores melhoraram substancialmente – a turma de comunicação do governo Temer se ocupa bastante disso. Falo dos bons acertos que nossa equipe de especialistas obteve e de como nossos assinantes colheram bons frutos com a implementação das nossas ideias.

Não é de hoje que afirmo a razão de existir da Empiricus como publicadora independente de ideias de investimento. A nossa própria viabilidade como atividade empresarial está intimamente ligada à percepção de valor que o investidor pessoa física atribui às nossas recomendações.

Em ações, acertamos na tendência positiva do mercado em geral e em alguns cases em particular. Fomos pioneiros em recomendar ações desde a “virada de mão” do Felipe no fim de 2015, quando o Ibovespa rondava os 40 mil pontos.

Ainda no mercado acionário, não ficamos somente nas tupiniquins. Contratamos o João Piccioni e lançamos uma publicação, o MoneyRider, especializada em ações norte-americanas, com excelente performance em suas recomendações.

Na renda fixa, a Marília Fontes tem ajudado seus assinantes neste novo cenário de juros mais baixos, após os excelentes acertos de 2016.

Nos fundos de investimento, as escolhas da Luciana Seabra têm trazido alegrias aos seus assinantes. O seu trabalho obteve destaque com os (melhores) gestores independentes e tornou a Empiricus referência quando do lançamento de novos fundos e veículos no mercado.

Por fim, acertamos o timing ao trazer o universo das criptomoedas aos nossos assinantes. Vinícius Bazan e André Franco do Crypto Alert são as jovens autoridades que mais influenciam o mercado de moedas digitais hoje no Brasil.

Definitivamente, nossos acertos não foram absolutos. Houve erros, e não foram poucos. Mas o saldo foi positivo, trazendo-nos a boa sensação de dever cumprido.

Ano que vem está aí. A economia mostra claros sinais de melhora. No entanto, passaremos sobre buracos e enfrentaremos solavancos. A corrida presidencial por si só já é garantia de fortes emoções. E estaremos aqui, com você, percorrendo juntos este caminho.