A Greve dos Zumbis

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A Greve dos Zumbis

Caro leitor,

Escrevo enquanto acompanho o desenrolar da suposta greve geral de 28 de abril.

Observo o óbvio.

A paralisação dos transportes públicos prejudica o deslocamento das pessoas, cerceando o direito de ir e vir para quem quer trabalhar.

Fora alguns piquetes e pneus queimados, nada demais em curso.

Trabalhadores do setor privado mostram baixíssima (ou nenhuma) adesão.

Mesmo setores tradicionalmente sindicalizados, como os operários das indústrias, não mostram índices expressivos de participação.

De maneira geral, o que noto são centenas de milhares de pessoas sendo impedidas de trabalhar por grupelhos de meia dúzia de radicais.

No bojo dos protestos, ficam claros os dois propósitos do movimento.

O primeiro é político-partidário, claramente buscando desviar a atenção do País dos avanços da Lava Jato e a iminente condenação de Lula.

O outro, e mais urgente, é o ataque à Reforma Trabalhista, mais especificamente ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical.

As centrais sindicais, e os sindicatos a elas subordinados, reagem desesperadamente ao fim de sua fonte de receita fixa.

A estrutura de financiamento criada à época de Getúlio Vargas é o que garante a viabilidade financeira deste lucrativo negócio que se tornou a atividade sindical.

O tweet do Lucas de Aragão, da consultoria política Arko Advice, brinca com o tema:

A estrutura sindical brasileira representa bem o exército de zumbis que a sociedade brasileira tem de sustentar.

Progressivamente, o País vem se curvando sob o peso de grupos organizados cujo objetivo único é beneficiar-se de relações, legais ou não, com o Estado.

A altíssima carga tributária brasileira, sem a correspondente contrapartida de serviços públicos, mostra o quanto pagamos para essa gente viver.

Esses mortos-vivos não contribuem em nada para o nosso progresso.

Não produzem, não inovam, não empreendem, não trabalham.

Enquanto os zumbis se organizam em grupos de pressão, o cidadão segue pagando a conta.

A novidade, porém, é que a internet e suas redes sociais vêm permitindo que nos organizemos melhor, evitando o sequestro de nossos destinos por esse bando de Walking Dead.

Pela primeira vez na nossa história, vemos uma ameaça verdadeira à invasão dos zumbis.

Do nosso lado, a Empiricus segue trazendo ideias e maneiras de auxiliar nossos leitores e assinantes a buscar seus próprios caminhos para o sucesso financeiro.

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Hoje mesmo, o nosso consultor financeiro Walter Poladian enviou um email com a pergunta: “O que você faria com R$ 1 milhão?”

O Waltinho vem trabalhando há meses em projeto que vai ajudar muita gente a encontrar o caminho da prosperidade.

Muito bacana!

Deixo vocês agora com alguns outros temas que que mexeram conosco nesta semana.

Boa leitura e muito obrigado.

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