Agora é com você

O mundo dos investimentos é abrangente, mas não fazer nada deixou de ser uma opção. Porque negligenciar as finanças é como não cuidar da saúde, as consequências surgem no futuro.

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Agora é com você

E assim se encerra o primeiro mês do ano.

Ninguém pode dizer que 2018 começou devagar para os mercados. A Bolsa brasileira teve o melhor janeiro desde 2012, com alta de 11%. Animados com a recuperação econômica e com a exclusão do “risco Lula”, os estrangeiros compraram nossas ações como se não houvesse amanhã. Para se ter uma ideia, o fluxo gringo na B3 em janeiro correspondeu a 70% do que foi investido no ano passado inteiro.

Lá fora também não houve economia de emoções. As Bolsas americanas bateram recordes consecutivos, animadas pelo corte de impostos promovido por Trump. As cotações das commodities subiram fortemente, impulsionadas pelo vigor do crescimento global. O mesmo crescimento vem chacoalhando o mercado internacional de bonds, com a perspectiva de aumento de juros nas economias desenvolvidas.

Janeiro também foi marcado pelo banho de sangue nas criptomoedas. Foi o pior mês para as moedas digitais desde 2013, com o bitcoin desvalorizando quase 40%. Mesmo assim, o retorno para quem investiu em bitcoin há exatos 12 meses ainda está na casa dos 900%.

A sobrecarga de informações é o grande desafio dos dias de hoje. O que fazer com o nosso dinheiro? Como escolher dentre uma infinidade de produtos do mundo dos investimentos?

Não fazer nada deixou de ser uma opção.

Negligenciar as finanças é uma atitude tão irresponsável quanto não cuidar da própria saúde. E os danos são incrementais. Ninguém morre por fumar aquele cigarro em particular, mas o acúmulo de hábitos nocivos pode prejudicar a duração e a qualidade da nossa vida lá na frente.

Da mesma forma, os malefícios provenientes do investimento em produtos financeiros ruins, como poupança e fundos com altas taxas, aparecerão de forma cumulativa no seu futuro e no da sua família.

Por conta de pesquisas realizadas, sabemos que grande parte dos nossos leitores e assinantes começou a investir de forma ativa após nos conhecer. Tomaram a “pílula azul” e se lançaram a entender como funciona a Matrix do mercado financeiro. Abandonando a proteção dentro da caverna do “banco feito para você”, os novos investidores têm tomado as rédeas do seu futuro financeiro.

É nesse contexto que queria propor algo novo aqui. Imagine que sua missão seja a de despertar o interesse em investir em alguém próximo a você. Pode ser sua esposa, mãe, pai, namorado, namorada ou amigo. Até cunhado vale. É como se você trabalhasse no marketing aqui da Empiricus, pilotando campanhas de captação de leitores em plataformas digitais, como Google e Facebook.

Qual seria a ideia de investimento capaz de fazer acordar o seu preguiçoso amigo/parente? Como persuadir aquele que diz que “investimento não é para mim”? Qual seria a chamada que faria esta pessoa pegar no tranco e começar a investir como um profissional?

O tema pode ser Bolsa (daqui ou de fora), renda fixa, fundos, criptomoedas… Note que a complexidade joga a seu favor, já que o conjunto de possibilidades permite uma série de ideias.

Mande sua chamada ou tema de campanha para o e-mail ideias@empiricus.com.br. Todos que enviarem receberão como forma de agradecimento o Guia dos Melhores Investimentos para 2018, e os autores das três melhores ideias serão contemplados com uma assinatura anual de uma publicação essencial da Empiricus. Caso você já seja um membro do Reserva ou do Clube, a assinatura irá de presente à pessoa de sua escolha.

P.S.: O novo aplicativo da Empiricus já está no ar! Baixe agora. O pessoal aqui da casa caprichou.