Não foi dessa vez

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Não foi dessa vez

Foi por pouco, muito pouco. O Ibovespa chegou muito perto, nesta última quarta-feria, de romper seu recorde histórico. Talvez tenha esperado o William Bonner voltar da sua folga no JN para anunciar a todos, em pleno horário nobre, o que já sabemos há tempo.

Não é de hoje que estamos recomendando aos nossos clientes aumentarem a exposição às ações brasileiras.

Há quase dois anos, antes mesmo do Eduardo Cunha ter protocolado o pedido de impeachment da Dilma, o Felipe Miranda nos conclamou a “virar a mão” e começar a investir em papéis de empresas brasileiras de qualidade, então negociados a preços descolados de seu valor potencial.

A recomendação do Felipe não foi baseada em fantásticos poderes premonitórios, tampouco em modelos de projeções financeiras. O Felipe dizia à época que não é porque não sabíamos a solução para a crise que não haveria uma saída. E avaliava também como assimétrica a aposta em Bolsa quando o índice rondava os 40 mil pontos.

No começo deste ano, o Pedro Cerize, hoje na Inversa Publicações, cravava que estávamos no começo de uma quarta onda de valorização da Bolsa, ou em um novo bull market.

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Cito o Felipe e o Pedro, mas todos os nossos analistas têm convocado seus assinantes a aproveitarem o momento para acumular posições em renda variável.

Caso você tenha perdido esta primeira pernada de valorização, não se preocupe. Primeiro, porque você está em boa companhia, já que muita gente boa, como o Luis Stuhlberger (do Fundo Verde), também ficou de fora. Segundo, porque nossos especialistas acreditam que ainda há bastante espaço para valorização. As condições para um grande ciclo positivo parecem cada vez mais coordenadas. Lembrando, porém, da necessidade de seguros, dada a tal “opacidade” dos eventos futuros, sempre alertada pelo Felipe.

Deixo você agora com os destaque da semana.

Boa leitura!

Um abraço,
Caio

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