A Força Criativa

O desempenho da carteira Empiricus (190% do CDI desde sua criação), os calls recentes de Rumo e Guararapes, os testemunhos dos próprios assinantes, e por aí vai.O Felipe é a força criativa por traz do sucesso da Empiricus, fazendo o contraponto perfeito com o cérebro suíço do Rodolfo Amstalden.

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A Força Criativa

Chego ao escritório da Empiricus por volta das 8 da manhã; às vezes, 15 minutos mais cedo, outras, 15 minutos mais tarde, mas não foge muito disso.

Invariavelmente, aqui no estacionamento do prédio onde estamos, paro ao lado do carro do Felipe. Ele entra cedo (sempre antes de mim). A rotina da manhã dá estrutura para iniciar bem o dia. No caminho para a minha mesa, passo por ele e digo bom dia. Sem tirar os olhos da tela e os dedos do teclado, Felipe me retribui o cumprimento – concentração total, pois ele está redigindo a Day One do dia.

Frequentemente me surpreendo ao ler a Day One. Sei que é um oximoro, mas como não se admirar com a genialidade desse jovem que consegue, dia após dia, produzir os mais deliciosos textos tratando do árido tema de finanças. O Felipe traz o que é mais relevante para entendermos os mercados, combinando rigorosas análises técnicas com experiências humanas. Só ele para juntar Ray Dalio, Clarice Lispector e Ayrton Senna numa mesma newsletter de investimentos.

O Felipe é a força criativa por trás do sucesso da Empiricus, fazendo o contraponto perfeito com o cérebro suíço do Rodolfo. Com os dois, fundei a empresa em 2009. Como repito com frequência, nossa missão sempre foi trazer as melhores ideias de investimentos aos nossos assinantes e leitores, dentro de um modelo independente, livre dos conflitos inerentes à indústria financeira tradicional.

Aqui na Empiricus, o Felipe tem sido responsável por conceber algumas das ideias que mais criaram valor para nossos assinantes e leitores. Lembro bem da inquietação dele no primeiro semestre de 2014, preocupadíssimo com os rumos da nossa economia e do Brasil como um todo. O resultado, “O Fim do Brasil”, alertava sobre o que terminou sendo a maior crise da história econômica do país. Tanto a imprensa como as instituições financeiras calavam-se sobre os riscos então enfrentados. Ainda me recordo das provocações de amigos do mercado financeiro: “E aquele seu sócio maluco, Caio? É um exagero aquilo tudo”.

Fast-forward um ano: final de 2015, Ibovespa capengando nos 40 mil pontos. O mesmo Felipe não continha seu entusiasmo ao me descrever a oportunidade histórica que estávamos vivendo. “O índice está a 13 mil pontos em dólares, Caio. Agora é a hora!” Foi quando a Empiricus “virou a mão”. Deixamos de ser “pessimildos” e passamos a recomendar a compra de ações de empresas de qualidade, que naquela época estavam sendo negociadas a preços vis. Até hoje tenho meu almoço de sócios de sexta-feira interrompido por assinantes agradecidos vindo cumprimentar o Felipe.

O desempenho da Carteira Empiricus (190% do CDI desde a sua criação), os calls recentes de Rumo e Guararapes e por aí vai. Poderia ficar aqui, parágrafo após parágrafo, comentando os acertos do Felipe. Melhor, porém, é deixar que nossos próprios assinantes expressem como as ideias dele transformaram suas vidas financeiras:

“Estava comentando com um amigo meu como você e sua empresa mudaram o paradigma do pequeno investidor no Brasil. Meus sinceros parabéns, Felipe! Você tem o Dom de Midas, onde toca vira ouro.”

Gustavo R.

O ciclo tem sido virtuoso. Leitores satisfeitos seguem conosco, e o entusiasmo deles contribui para despertar o interesse de ainda mais assinantes. Com isso seguimos crescendo como empresa, trazendo mais e melhores especialistas para pensarem investimentos.