O que você tem feito, afinal?

O passo a mais, agora ou nunca, só depende de você.

O que você tem feito, afinal?

David Ogilvy – um dos pais da Propaganda – nos ensinou o seguinte:

1) As pessoas nem sempre pensam de forma alinhada com seus sentimentos.

2) Também não dizem exatamente o que estão pensando.

3) E não fazem aquilo que disseram.

Sob a ótica de investimentos, podemos deduzir daí uma hierarquia.

Entre sentir, pensar, dizer e fazer, o último verbo é o que realmente importa.

Conheço centenas de pessoas que sentem que estão ricas, pensam que estão ricas ou dizem que estão ricas, mas não fazem sequer o mínimo necessário para enriquecer.

No fim das contas, somos para nossas finanças nem mais e nem menos do que aquilo que fazemos com o nosso dinheiro.

“No 18 de maio, eu senti, pensei e disse que comprar Bolsa brasileira a 60 mil pontos era uma ótima ideia!”.

Legal, parabéns. E aí, você comprou? Está mais rico agora aos 70 mil?

Não é um problema se não tiver comprado. Significa apenas que, naquele momento, sua convicção foi testada e não passou no teste. Contentou-se em sentir, pensar e dizer, mas não deu aquele passo a mais, tão necessário ao fazer.

Veja, não sou eu que vou lhe fritar com “faça isso, faça aquilo, just do it!”. Até porque, em geral, quem muito faz no mercado acaba fazendo cagada.

Estou apenas transmitindo algo muito mais simples: se você não fez, não investiu. A filosofia não é maior do que a vida.

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A nós da Empiricus cabe o compromisso de garantir que, caso o leitor não tenha feito algo, não foi por falta de ideias.

Hoje mesmo, nosso Serious Trader traz uma novíssima indicação de compra dentro do setor de shoppings, detalhada aos assinantes da série.

O passo a mais, agora ou nunca, só depende de você.

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Até a próxima,
Rodolfo Amstalden

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