O tipo que eu gostaria de ser

De frente para o espelho, não me questiono por que eu me tornei um analista; isso não quer dizer nada, ou quer dizer muito pouco.

O tipo que eu gostaria de ser

Vez ou outra, somos convidados a compartilhar a história da Empiricus com estudantes.

Não acho que nossa trajetória sirva de exemplo de empreendedorismo.

Longe disso.

Nunca fizemos um único plano de negócios na vida.

Desconfiávamos ter certa vocação e decidimos testar se haveria interesse naquilo.

Parece romântico, mas era simplesmente amador.

Cometemos cem erros – e é só por isso que eu aceito os convites.

Estudantes adoram ouvir sobre erros.

Ao prestar atenção e dar risada, eles não vão evitar aqueles mesmos erros. Mas saberão recebê-los com mais tranquilidade.

Rodolfo, quando você decidiu que seria consultor de investimentos? – é uma pergunta que eu ouço.

Eu sei que soa como uma dúvida óbvia. Ainda assim, eu a considero pouco trivial.

As coisas grandes da vida, decidimos quase ao acaso.

Já as coisas pequenas dizem realmente quem somos.

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De frente para o espelho, não me questiono por que eu me tornei um analista; isso não quer dizer nada, ou quer dizer muito pouco.

Pergunto-me que tipo de analista financeiro eu me tornei.

Isso é o mais importante.

Quanto mais você lê a Empiricus, mais percebe que somos dramaticamente diversos dos financistas típicos.

Eu não uso gravata para trabalhar, não faço previsões e cometo erros.

Quando eu acerto, portanto, e meus leitores enriquecem, eu continuo sendo a mesma pessoa de antes, falível.

Felipe, o que mais mudou de lá para cá? – é também uma pergunta comum.

Ele sempre faz a piadinha da careca.

Sentado à sua frente, de segunda a sexta, vejo o Felipe ficar calvo e calejado.

Trabalho com ele há 12 anos.

As coisas que ele aprende, faz questão de me ensinar. Não há professor mais sincero do que um bom amigo.

Foi ele quem primeiro me explicou, por exemplo, que o modelo de fluxo de caixa descontado não serve para calcular o valor justo de uma ação.

“Dorfo, pensa comigo: você tem fluxos futuros de caixa no numerador e uma taxa de desconto no denominador. São duas variáveis aleatórias!”

Uma única variável aleatória já bastaria para entortar qualquer projeção. Imagine então o que acontece com duas variáveis aleatórias, uma tentando se equilibrar em cima da outra…

A cada início de ano, Felipe Miranda se torna o tipo de analista que eu gostaria de ser.

Capaz de traduzir rapidamente, em linguagem simples, os conceitos financeiros mais complexos.

E está prestes a fazer isso de novo, com data marcada, em 20 de fevereiro.

Se você busca um aprendizado valioso sobre investimentos, acompanhe de perto o novo projeto do Felipe.

Ao entrar nesta lista exclusiva de emails, você recebe as novidades a partir de hoje.

Mais do que receber novidades, você terá a chance de participar ativamente, se assim desejar.

Seus anseios e preocupações financeiras farão parte do projeto, desde já.

Inscreva-se na lista exclusiva e fique atento à sua caixa de entrada.

É uma coisa pequena a se fazer agora, com grandes consequências para o seu progresso financeiro.

QUERO PARTICIPAR

Até a próxima!
Rodolfo Amstalden

 

PS. Não vamos enviar qualquer conteúdo do projeto do Felipe a quem NÃO estiver inscrito na lista exclusiva. As vagas são contadas e precisamos focar nos leitores que estão verdadeiramente interessados em aprender sobre investimentos.

 

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