E se todos os dias fossem fim de semana?

Enquanto você põe a cabeça no travesseiro e dorme tranquilo, uma dúvida tira o sono de economistas e planejadores financeiros no mundo inteiro: como calcular, […]

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E se todos os dias fossem fim de semana?

Enquanto você põe a cabeça no travesseiro e dorme tranquilo, uma dúvida tira o sono de economistas e planejadores financeiros no mundo inteiro: como calcular, ao menos de forma aproximada, quanto vamos gastar por mês quando nos aposentarmos? Será mais ou será menos do que gastamos enquanto ainda trabalhamos?

Difícil lidar com o fato de que não temos bola de cristal dado que precisamos nos preparar, hoje mesmo, para sermos idosos. O último estudo que vi sobre o tema no Brasil, apresentado por uma consultora da Mercer, ouviu 11.579 aposentados: 73% disseram que foram forçados a reduzir seus gastos na aposentadoria. Ou seja, parece que temos nos preparado para gastar menos.

Será que estamos certos? Dan Ariely, Ph.D. em Psicologia Cognitiva e referência internacional em Finanças Comportamentais, diz que não.

Ariely convidou centenas de pessoas, de diferentes níveis de renda e profissões, a responder: de quanto de seu salário você acha que vai precisar quando se aposentar? As respostas se concentraram em torno de 70% – ou seja, menos.

Então ele perguntou como aquelas pessoas tinham chegado a essa fatia. A maior parte respondeu que se recordava de ter ouvido isso – nos EUA há algumas regras de bolso difundidas para tentar calcular esse valor. Em outras palavras, concluiu Ariely, 70% é a sabedoria convencional. E ela está errada.

Para tentar entender de quanto realmente vamos precisar na aposentadoria, o pesquisador perguntou a outro grupo de pessoas questões específicas sobre como elas pretendiam gastar seu dinheiro neste período de vida. E, baseado nesses planos e em valores razoáveis para realizá-los, calculou quanto seria necessário para suportar tal estilo de vida.

Foi então que o percentual subiu para 130% de seus salários – para realizar seus planos, as pessoas gastariam na aposentadoria pelo menos o dobro do que poderiam pensar.

Trabalhar, na verdade, é uma atividade muito barata – conclui Ariely com sua genialidade costumeira. Ao longo do horário comercial (12 horas, se você trabalha no mercado financeiro), a não ser que você seja muito à toa, não tem muito tempo para gastar. E quando você tiver todo o dia para ir ao cinema, planejar viagens ou fuçar a Amazon.com? Isso para não falar nos gastos com saúde, que tendem a subir.

Quando você se aposentar, de forma ideal, todos os dias vão se parecer com um fim de semana. Aos sábados e domingos, você gasta mais ou menos do que às segundas-feiras?

O estudo de Ariely é um convite para repensar o valor acumulado para a previdência. E ele dá o caminho das pedras: uma planilha de aposentado, incluindo não somente categorias que se costuma associar a um idoso – como gastos com saúde –, mas também comer fora, assinaturas (se eu fosse me aposentar hoje, por exemplo, não abriria mão do Netflix nem do Spotify e adicionaria um clube do livro de literatura), viagens, academia…

Talvez você se imagine de pijama o dia inteiro na cadeira de balanço. Eu me vejo estacionando meu Mini Cooper último modelo na vaga de idoso do cinema, às 15 horas, de mãos dadas com meu neto, com direito a pipoca com refil, refrigerante e Mentos.

Seu Fundo

Como manda o bom e velho “skin in the game”, preciso contar onde está o dinheiro da minha previdência – rumo à vovó rica. O nome é VITREO FOF SUPERPREVIDÊNCIA ICATU FI MULTIMERCADO. É um fundo de fundos, na verdade, gerido pela Vitreo, custodiado pelo Bradesco e segurado pela Icatu – que time!

Nunca ouviu falar de um FoF? É coisa fina, a ferramenta em geral usada por famílias de alto patrimônio para investir. Em vez de acompanhar o mercado o dia inteiro, elas delegam para as melhores cabeças.

O FoF da Vitreo é recheado por dez gestores de altíssimo nível, cada um na sua especialidade, cuidando da minha aposentadoria. Na renda fixa, Icatu Vanguarda e Capitânia. Nos multimercados, SPX, Adam, Verde e Ibiuna. E, à frente das ações, Athena, Alaska, Bogari e Vinci. Todos com seus pesos apropriados.

Preciso contar que a SuperPrev é, na realidade, um filhote meu. Criei uma carteira teórica dos sonhos – os melhores gestores da previdência equilibrados da melhor forma possível. A Icatu começou a montá-la para quem os procurava. Eram dez planos combinados, trabalheira danada.

Meu filhote largou o rabo da saia e ganhou o mundo por meio do FoF. O Felipe, CEO da Empiricus, se apaixonou pela ideia e fez uma parceria com a Vitreo – dos veteranos do mercado Patrick O’Grady e George Wachsmann (mais conhecido como Jojo) – para transformar o Frankenstein em um fundo de verdade.

E o melhor, sem nenhum custo adicional para o investidor. Parece mágico? Entenda melhor aqui.

Você viu isso?

Se você curte fundos ou histórias de vida incríveis, vai gostar de conhecer a do Rogério Xavier, o renomado sócio-fundador da SPX. Sabe como ele decidiu ser gestor? Depois de ler uma Playboy. Entenda aqui.