Quem INVESTE tem

Desde cedo, adquiri o hábito de poupar e, ao ter acesso a uma mesadinha todo mês, por menor que fosse, comecei a entender que poderia me dar ao luxo de manter certos hábitos. Bastava me programar para desfrutar de projetos mais ambicio$o$.

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Quem INVESTE tem

Eu devia ter pouco mais de 12 anos quando comecei a desfrutar daquele poder. Com uma pequena mesada nas mãos, cabia unicamente a mim escolher o que desejava comprar.

Podia gastar tudo na banca de jornal, na lojinha de doces da rua Pamplona, na locadora de vídeos ou juntar para comprar algo mais valioso mais à frente. Ninguém apitava nas minhas decisões. E foi guardando dinheiro por um bom tempo que consegui fazer minha primeira grande aquisição: uma TV Panasonic com vídeo embutido, uma inovação e tanto lá pelos idos da década de 1990.

Desde cedo, tinha o hábito de poupar e, ao ter acesso a uma mesadinha todo mês, por menor que fosse, comecei a entender que poderia me dar ao luxo de manter certos hábitos. Bastava me programar para desfrutar de projetos mais ambicio$o$.

Segurança, conforto e planejamento. De olho nessas três palavrinhas, sempre quis garantir um dinheiro caindo na conta todo mês, além daquele que passaria a ser fruto do meu trabalho.

Cresci ouvindo as histórias do meu avô engenheiro, que não só poupava, mas também investia na compra de imóveis e que, mesmo tendo morrido bem cedo, deixou para a minha avó uma renda gerada por aluguéis, que possibilitou a ela uma vida confortável por quase mais 50 anos.

Foi pensando nessa estratégia e em me garantir para o futuro que cometi a bobagem de, com pouco mais de 20 anos idade, começar a contribuir para um plano de previdência errado, no qual precisava investir cerca de 1 mil reais todo mês se quisesse transformar o patrimônio em renda quando tivesse pouco mais de 40 anos.

Nem preciso dizer que abandonei o plano pouco tempo depois de sua contratação e que desisti de vez dois anos atrás, quando resgatei o total aplicado e o destinei para a compra de um apartamento.

Meu erro não estava no produto previdência em si, é claro, mas nos termos daquele investimento. Dei um passo muito maior do que a perna para alguém que estava em começo de carreira. Hoje é muito claro para mim que poderia ter começado de maneira mais gradual, com menos dinheiro, e não apenas atenta ao longuíssimo prazo. Certamente me preocupo com o futuro, com minha aposentadoria, e é por isso justamente que estou tão de olho na reabertura da SuperPrevidência nesta semana.

Mas não posso parar aí.

Como não consigo me dar ao luxo de fazer como meu avô, já que não tenho condições de diversificar meu patrimônio entre diversos imóveis, procuro alternativas mais pé no chão.

De nada adianta ser abordada com uma proposta tentadora para garantir uma renda de 5 mil ou 10 mil reais ao mês se o investimento mínimo superar, digamos, 300 mil reais…

E também não quero pagar taxas de administração caras para gestores aplicarem meu dinheiro em investimentos que estão ao meu alcance, comendo, assim, parte dos meus ganhos.

Foi por isso que criamos o Viva com Renda, projeto no qual me uni ao Sergio, à Luciana, ao Daniel e ao Rogé para mostrar como qualquer pessoa pode investir e travar uma renda extra periódica, a cada mês, trimestre, semestre ou ano. E sem precisar se endividar para isso!

Hoje quero convidar você para este nosso projeto conjunto, que, espero, mudará sua maneira de olhar para o mundo financeiro. Acesse este link para ficar por dentro!

MELHOR DA SEMANA

As ações do Banco Inter (BIDI11), instituição da qual tanto falamos no Você Investidor, estrearam em alta hoje na Bolsa brasileira.

O papel foi precificado em 18,50 reais e o banco conseguiu captar cerca de 720 milhões de reais, que serão utilizados para incrementar a carteira de crédito, fomentar investimentos em marketing e tecnologia, além de possíveis aquisições.

O banco oferece uma excelente conta digital gratuita e, com a entrada de novos recursos no caixa, esperamos que nos surpreenda ainda mais.

PIOR DA SEMANA

A partir de 1º de junho, o pagamento mínimo obrigatório da fatura passará a ser definido pelos próprios bancos. Hoje, o cliente é obrigado a quitar 15% de sua fatura do cartão de crédito.

Ainda não se sabe quais serão os impactos dessa nova regra, mas é esperado que os bancos reduzam esse percentual mínimo. Por um lado, a medida é positiva, uma vez que diminui as chances de o cliente não honrar com suas dívidas. Por outro, um menor percentual mínimo pode fazer com que as famílias se endividem cada vez mais e a dívida vire uma bola de neve.