Vem pra Bolha você também

Não te conheço, provavelmente nunca nos encontramos “ao vivo e a cores”, mas tenho uma ideia (ou todo um departamento de Business Intelligence) que me […]

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Vem pra Bolha você também

Não te conheço, provavelmente nunca nos encontramos “ao vivo e a cores”, mas tenho uma ideia (ou todo um departamento de Business Intelligence) que me aproxima de você, querido(a) leitor(a).

Sei que a maioria dos nossos assinantes é formada por homens, mais ou menos um terço tem entre 36 e 45 anos, e que 60% mora na região Sudeste.

Mesmo que você tenha começado a investir há pouco tempo e que seu patrimônio seja pequeno, preciso te contar um segredo: você se destaca na multidão de 200 milhões de brasileiros.

Acredite se quiser. Você está muito mais perto do engravatado da Faria Lima do que imagina. Ou do que gostaria.

Bem-vindo à nossa bolha.

Sim, eu também faço parte dela.

E não só porque escrevo sobre finanças e investimentos, mas, principalmente, porque cuido do meu próprio dinheiro.

Sou eu quem decido onde investir, quanto quero destinar para meu colchão de liquidez e para minha aposentadoria, quais são os melhores fundos de investimento (com uma ajuda extra da Luciana), qual percentual de renda fixa e variável deve compor minha carteira (com uma mãozinha do Felipe e do João), e por aí vai…

Cometo erros? Óbvio!

Sou exatamente como você que me lê.

Já deixei para trás a oportunidade de comprar Tesouro Prefixado pagando juros de mais de 16% ao ano (!!!) no início de 2016.

No passado, optei em deixar o dinheiro parado na poupança por um tempo por acreditar que seria a única opção com liquidez diária, ideal para um resgate de curtíssimo prazo.

E também já fui medrosa e não quis entrar na Bolsa às vésperas de um de seus melhores momentos, temendo perder todo o dinheiro. O resultado? Assisti de fora à disparada da Bolsa brasileira em 2009, quando o Ibovespa subiu mais de 80%.

Essas foram as minhas escolhas e assumo as decisões que tomei.

Mas, mesmo com erros cometidos no passado e outros que virão no futuro, tenho absoluta consciência de sempre ter feito parte de uma bolha no Brasil. A bolha dos investidores.

Atualmente, gostaria de trazer mais gente para esse ainda microuniverso.

Mesmo tendo crescido ouvindo a célebre frase “ninguém muda ninguém”, vejo no dia a dia a capacidade de transformação das pessoas aqui na Empiricus.

De gente que achava que só a poupança era sinônimo de segurança e hoje aplica seu dinheiro no Tesouro Direto.

Ou daqueles que pensavam que Bolsa era cassino e, confiando especialmente no Felipe e no Rodolfo, começaram a comprar ações, e hoje vibram com seus rendimentos.

E, mais recentemente, dos que acreditavam que ter uma parte do dinheiro investido no exterior era só para milionários, e atualmente aprendem com o João a montar um patrimônio em dólares, sem sair do Brasil e sem burocracias.

Eu, Bia, leio todo o conteúdo produzido pela Empiricus. Eu elaboro e consumo aqui dentro, porque, sem querer soar piegas, também estou sempre aprendendo.

E à medida que invisto mais e melhor, faço questão de puxar mais gente aqui para a minha bolha.

Conhece alguém que ainda tem medo ou não sabe investir?

Mande um e-mail contando a história dessa pessoa e entre no “pelotão da bolha investidora”. Quanto mais gente, melhor.

Melhor da semana

O tão esperado home broker do BTG Pactual Digital foi lançado agora em julho. Apesar de a instituição ainda estar trabalhando para colocar todos os recursos de pé e oferecer qualquer tipo de operação, estamos bem otimistas quanto ao futuro da plataforma, que só tem nos surpreendido positivamente desde o início.

A selecionada oferta de produtos é um dos pontos fortes, inclusive mencionada no Você Investidor neste mês (onde mais encontrar LCA com investimento mínimo de só mil reais, com retorno de 100% do CDI?). Por enquanto, os clientes do BTG estão isentos de taxa de corretagem para operar no home broker. Os custos operacionais só começam a ser cobrados no dia 31 de julho, mas as taxas ainda não foram divulgadas pela instituição. Vamos acompanhar de perto a plataforma!

Pior da semana

Um estudo do Banco Central divulgado na semana passada reforça a percepção sobre nossa bolha financeira. Você sabia que 29% das pessoas ainda recebem salário/pagamentos em dinheiro? E que o dinheiro ainda é a forma de pagamento utilizada com maior frequência por 60% da população?

A pesquisa “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”, que pode ser conferida aqui, ainda mostrou que nada menos que 56,2% das pessoas usam o dinheiro guardado no cofrinho para compras e pagamentos. Está mais do que na hora de avançarmos nesse tópico, não?

Se quiser um empurrãozinho para sair da “Era Paleozoica” dos investimentos, sugiro dar uma conferida em nossa série de acesso aqui da Empiricus. Já passou da hora de ter tanto dinossauro financeiro por aí…