Aqueles caras do Fim do Brasil

Hoje cedo, estava tomando café com o Felipe em frente ao Carambola, quando ouvimos: “Poxa, vocês são aqueles caras do Fim do Brasil, né?”. Fizemos que sim. E então explicamos sobre a...

00:07 - Somos nós

Hoje cedo, estava tomando café com o Felipe em frente ao Carambola, quando ouvimos:

“Poxa, vocês são aqueles caras do Fim do Brasil, né?”.

Fizemos que sim. E então explicamos sobre a evolução natural da tese do Fim do Brasil, que já se converteu em Virada de Mão.

O Ricardo (era o nome dele) perguntou de volta:

“Mas não é muito risco?”.

01:15 - O difícil pode ser fácil

Eu e Felipe compreendemos perfeitamente que a Virada de Mão seja interpretada como uma tese de investimentos arriscada.

Especialmente num momento em que a economia colapsa, e banqueiros se encontram com senadores na prisão.

Mas isso é porque estamos olhando a priori.

Numa ótica igualmente a priori, os argumentos do Fim do Brasil eram muito mais disruptivos (leia-se, malucos) que os da Virada.

Depois que tudo se confirmou – inclusive de forma ainda mais drástica – ficou fácil de aceitar a previsão.

Está gostando desse artigo?Insira seu e-mail e comece já a receber nossos conteúdos gratuitos

02:23 - E o fácil pode ser difícil

Neste momento, não é difícil projetar dólar a R$ 4,50 em 2016.

Doesn’t take guts.

Mas, por isso mesmo, não é o tipo de projeção que gostamos de fazer.

O Ricardo questionaria:

“Poxa, por que aqueles caras do Fim do Brasil que acertaram o dólar a R$ 4,00 não apostam em R$ 4,50?”.

03:23 - Esaú versus Jacó

Vivemos tempos em que o previsível é óbvio e ululante, superando a tautologia.

– Economia brasileira cai -1,7% no 3º trimestre deste ano e prolonga recessão.

– Corte de R$ 11 bilhões pode deixar herança para 2016.

– Chinese manufacturing still weak.

– Fed aguarda employment report de sexta para decidir sobre alta dos juros americanos.

Já o imprevisível conta muito mais. Pode ter voto decisivo na assembleia dos acontecimentos.

04:23 - Dezembrão de meu Deus

Se você deseja saber o impacto financeiro do que é previsível, não tem segredo.

Leia os jornais e acompanhe as cotações do pregão. Está tudo lá, embutido nas manchetes e nos preços de mercado.

Mas preciso alertá-lo: jornais e cotações não vão torná-lo rico (embora possam fazê-lo pobre).

Nossas recomendações se pautam também no imprevisível – o que é muito diferente de prever o futuro.

Na Carteira Empiricus, ponderamos a razão que existe entre o previsto e o imprevisto.

E assim foi que conseguimos entregar 192% do CDI neste 2015 tão complicado.

Nossa Carteira fez +22,9% no ano, contra +11,9% do CDI.

E dezembro é exatamente o mês pelo qual todos nós aguardávamos ansiosamente.

Links Recomendados

Está aberta a temporada de caça na bolsa de valores

Conteúdo exclusivo para quem é PRO

.: Ganho de capital com FIIs (exclusivo PRO)
.: O momentum de Cetip (exclusivo PRO)
.: Empurrando com a barriga (exclusivo PRO)

Por R$ 12,90 ao mês você tem acesso a todo o conteúdo.

Adquira o conteúdo completo

Conteúdo relacionado