Como construir riqueza?

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00:06 - Doce capricho

O mercado já entendeu que nossa crise econômica decorre, principalmente, de uma crise política.

Só falta agora saber se isso é bom ou ruim.

Não acho tão mau assim.

Há pelo menos dois fronts políticos que, perpendiculares ao Governo Dilma, sabem claramente o melhor rumo a se tomar.

No papel, eles são representados pelo “Projeto Temer” (PMDB) e pelo “Cardápio Armínio Fraga” (PSDB).

Os ganhos de ambos sobre o modelo atual seriam tão gigantescos que a preferência por Temer ou por Fraga não representaria mais do que um doce capricho.

01:15 - Ponto pacífico

Tanto Temer quanto Armínio defendem regras mais sensatas para a aposentadoria.

Para compreender a seriedade da questão, basta olhar as contas do TCU.

Se nos basearmos apenas nos déficits previdenciários do INSS e dos servidores federais, cairemos num rombo de R$ 200 bilhões em 2016 – equivalente a 3% do PIB.

Até 2050, mantidas as regras correntes, esse rombo ultrapassaria 6% do PIB.

Isso significa, basicamente, que milhares de trabalhadores jovens estão com suas aposentadorias sob gravíssima ameaça.

Nas palavras do ministro do TCU, Vital do Rego: “É o maior desafio fiscal do Brasil. Ou tomamos providências no curto prazo ou vamos inviabilizar a Previdência”.

Blindamo-nos desse risco através de um passo a passo para que nossos leitores consigam construir projetos próprios de aposentadoria, que não dependam dos erros de Governo algum.

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02:23 - LEF criativa

Um desses erros crassos foi supor arrecadação de impostos crescente em 2015.

De janeiro a setembro, o Governo arrecadou R$ 901 bilhões – um recuo real de quase -4% ante o mesmo período de 2014.

Sem a ajuda do PIB para este ano ou para o ano que vem, a Fazenda tem exercitado sua criatividade.

A bola da vez é a chamada Lei de Execução Fiscal, que pretende melhorar a cobrança de dívidas junto à União.

De R$ 1,5 trilhão em dívidas ativas, estima-se que R$ 234 bilhões sejam recuperáveis.

Desde que a Lei passe no Congresso.

Ou seja…

03:22 - Índice de Gini

O dólar perto de R$ 4, IPCA de 10% a.a. e Selic acima de 14% a.a. serviram para acentuar a desigualdade corporativa na Bolsa brasileira.

Talvez você tenha se perguntado: por que o clubinho da Ambev negocia a 15x-20x earnings, enquanto o clubão da Petrobras não pode sequer vestir referências de preço sobre lucro (no caso, preço sobre prejuízo)?

Tal desigualdade, um “lollapalooza effect”, é fruto de curiosa ironia.

Companhias altamente lucrativas quase não recorrem a instrumentos de dívida.

Por outro lado, companhias pouco rentáveis são diariamente tentadas a aumentar ROIC (retorno sobre capital investido) via alavancagem financeira.

Quando a coisa aperta, aquela mesma alavancagem que disseminou o ROIC passa a extirpá-lo.

04:26 - Façamos algo a respeito

A desigualdade de renda, antiga bandeira dos mandatos Lula-Dilma, também degringolou junto à superinflação de dois dígitos e à destruição de mais de 1 milhão de vagas de trabalho em 2015.

Temos um termômetro preciso disso nas centenas de emails recebidos diariamente.

Pessoas como o Cláudio L.: “não consigo mais manter o mesmo padrão de vida que eu tinha até o ano passado”.

Ou como a Renata D.: “juro que nunca fui de me endividar, mas agora estou me vendo afundando em dívidas; não sei o que fazer”.

Semana que vem – nos dias 23, 24, 25 e 26 de novembro – daremos início a um Treinamento Intensivo de Construção de Riqueza.

Esse treinamento é gratuito e online, para que as pessoas possam aproveitá-lo na hora em que quiserem e no momento em que mais precisam.

Cadastrando-se desde já, você garante sua vaga e obtém acesso imediato ao conteúdo de gestão de patrimônio apelidado de “O Segredo dos Baldes de Ouro” – escrito por nosso sócio americano, Mark Ford.

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