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Enquete em nosso Twitter: vai ter rali? Terminou rigorosamente empatada. Como foi um número ímpar de votos, em tese alguém ganhou. Mas o Twitter, diplomata, arrendonda o resultado.

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00:08 - Zero a zero

Enquete em nosso Twitter: vai ter rali?

Terminou rigorosamente empatada.

Como foi um número ímpar de votos, em tese alguém ganhou.

Mas o Twitter, diplomata, arrendonda o resultado.

m5m-pro-021215

A boa notícia é que o Ibovespa está barato, convidando a um ralizinho de Boas Festas.

A má notícia é que dependemos do Congresso Nacional.

01:13 - Procrastinando

Este mesmo Congresso que deixou para hoje a utópica (?) cassação do Eduardo Cunha.

E também deixou para hoje a meta fiscal 2015 com déficit de R$ 120 bi.

Aliás, você não acha estranho que a meta 2015 seja votada em dezembro de 2015?

Imagina se fosse assim na Ambev; todo mundo teria direito a 12 salários de bônus!

Só que não haveria bônus para distribuir.

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02:25 - Depois vai demorar

Faça os cálculos.

Mesmo com CPMF na conta e vários acréscimos fantasiosos de receitas, o orçamento público para 2016 continuaria deficitário.

Por quê?

No fim das contas, quem manda é o PIB e, por conseguinte, a arrecadação.

Se as coisas continuarem como estão, nossa dívida sobre PIB atingirá 80% ao final do Governo Dilma.

O País se tornaria ainda mais junk do que o BTG.

Quem sabe uma mudança de controle resolva a situação.

03:21 - Num passe de mágica

À medida que a dívida sobe, o custo da dívida sobe – e a política monetária perde o sentido.

A rigor, o Copom abdica por completo de sua já tímida influência sobre os juros de longo prazo.

Mas nem tudo são mágoas.

O crescimento reage muito mais à trajetória da dívida do que à dívida em si.

Se conseguirmos estabilizar a dívida/PIB (imagina-se lá como), sairemos também da recessão.

04:22 - Tira-teima

Depois do PIB 3T15 catastrófico divulgado ontem, os bancos revisam em massa suas estimativas para 2015 e 2016.

No embasamento da Carteira Empiricus, estamos com -4% de PIB em 2015 e -3,5% em 2016.

Em resposta “imediata”, a presidente Dilma encomendou a Levy um conjunto de medidas para retomar a agenda do crescimento.

Como se houvesse alguma medida possível e ainda não imaginada pelo ministro…

Na verdade, há.

Mas foge à alçada de Levy imaginar esse tipo de coisa.

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