Glória do desporto nacional

Parece que o estímulo ao crédito não está dando certo na China… Nem no museu do futebol.

Glória do desporto nacional

00:06 - Para o que der e vier

O que resume a economia global?

Um descompasso, aquele grande descompasso.

Muito crédito, muitas dívidas – para pouco crescimento.

A China é exemplo dos mais preocupantes, explícito neste gráfico da Bloomberg.

A linha branca denota novos empréstimos denominados em yuan.

A linha azul acompanha a evolução decrescente do PIB chinês.

Tem algo errado aí.

m5m-180216

01:05 - Até morrer eu sou

No museu do futebol, agência de risco Standard & Poor’s rebaixou a nota brasileira.

Além disso, definiu perspectiva negativa – o que sugere outro rebaixamento iminente.

Iminente quando? Nosso palpite é para o segundo semestre.

Embora a S&P pareça crica com o Governo, suas contas continuam muito otimistas.

Prevendo PIB de -3% e considerando prob > 0% de um superávit primário em 2016.

Vai ser muito pior do que isso.

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02:21 - És o leão do mar

Algo me diz que as agências de rating estão cortando o soberano brasileiro apenas para ter uma boa desculpa para cortar, por tabela, a nota de Petrobras.

Ouço bons analistas de crédito dizendo:

“Olha, o Brasil talvez tenha uma segunda chance, mas Petrobras já era. Vão ter que capitalizar pesado”.

O Governo está louco para (novamente) aportar o Oceano Atlântico na Petrobras.

Reservas não pagam dívidas, meu caro.

Petrobras precisa mesmo é de dinheiro; de preferência, em dólares privados.

03:32 - Tuas glórias vêm do passado

Ministro da Fazenda jura que o rebaixamento do Brasil é temporário.

Temporário? Talvez Barbosa não entenda o significado de uma perspectiva NEGATIVA de rating.

A OCDE acaba de revisar a recessão brasileira em 2016 para -4% de PIB.

Pior, portanto, do que a premissa de -3% da S&P.

Será que OCDE vai render notinha do Pombini? Ou ele só gosta do FMI?

Você está prestes a ficar com saudades de 2015.

04:28 - Quando surge o alviverde imponente

Felipe escreveu no Empiricus Daily desta manhã:

“Quando o dólar estava na casa de R$ 2,00, me parecia um call óbvio. Agora, já a R$ 4,00…também”.

Pois é. O câmbio mudou, mas a realidade mudou também.

O México foi obrigado a aumentar juros ontem, para segurar o peso.

Existe uma chance não desprezível (prob > 0%) de uma corrida contra moedas emergentes.

Se isso acontecer, o real vai entrar em campo no clássico das multidões.

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