Já nestas próximas horas

Nem o Copom nem o FED devem mexer nos juros hoje, mas nem por isso as reuniões são irrelevantes.

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Já nestas próximas horas

00:07 - Adoráveis ministros

“Quero trazer o Serra, mas quero também trazer o PSDB por inteiro”, afirmou Temer.

Uma mão lava a outra.

E quem dá atenção recebe atenção.

Assim como Meirelles está quase confirmado para a Fazenda, já vislumbro José Serra na Educação.

Fico a imaginar qual seria o impacto do ministro Serra sobre as educacionais…

… lembrando que Estácio (ESTC3) acumula queda de -12% no ano.

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01:19 - Devir

Outro ministro probabilíssimo: o economista e peemedebista Romero Jucá, no Planejamento.

Foi entrevistado por O Financista e disse:

“Começar qualquer governo discutindo o aumento de impostos não é um bom caminho. Até porque aumentar impostos não é garantia de ampliar arrecadação. Esse é um assunto que não está em pauta agora”.

CPMF não está por vir.

O que está por vir então?

Tentarei responder à questão em nosso Periscope, marcado para 15h30.

m5m-270416

02:27 - Duas piadas

Juro que não queria perder tempo com essas duas piadas, mas as dúvidas recebidas me obrigaram a opinar.

Piada #1: plebiscito junto às eleições municipais de outubro para o povo responder se quer ou não um novo presidente.

LULA está animado com essa possibilidade – que é, naturalmente, inconstitucional.

Piada #2: está na pauta do STF a ação que muda o cálculo das dívidas estaduais, de juros compostos para juros simples.

A questão deve ser julgada após impeachment. Meu palpite é que nem será julgada, pois Temer já arrumou uma solução para isso, que não viola as regras do bom senso.

03:25 - Melhor para o Bacen

Copom não mexe nos juros hoje, mas nem por isso é irrelevante.

A rigor, considero essa reunião histórica; tudo indica que é a última de Tombini como presidente.

Meirelles já procura nomes para o cargo. Nada seria mais óbvio do que Tony Volpon, que já é diretor do Bacen e só precisa trocar de sala.

Tudo indica também que Temer buscará aprovar a independência formal do Banco Central – um legado importantíssimo para nosso arcabouço institucional.

Política fiscal será melhor (não teria como piorar), mas não vamos ignorar as contribuições da política monetária.

Foi Meirelles quem, à frente do BC, acumulou as reservas internacionais que hoje evitam o pior.

04:26 - Antes que seja tarde

O que seria o pior para nosso câmbio?

Aumento de juros nos EUA, é claro. Pior para o nosso câmbio, e para o câmbio de todos os emergentes.

No melhor dos mundos, teríamos um ou dois ajustes do Fed até o fim do ano.

Meirelles já deve estar pensando nisso.

Precisamos ter tempo de dar um choque de confiança doméstica antes que o Banco Central dos EUA acelere a contração monetária por lá.

Se tudo der certo, dólar irá para abaixo de R$ 3,50 – sem me convencer.

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