M5M_À Francesa

Depois das eleições francesas, mercados operam em clima de calmaria.

M5M_À Francesa

“Vou defender a França, seus interesses vitais, a sua imagem, a sua mensagem. E me comprometo diante de vocês: vou defender a Europa, a comunidade de destinos que se deram os povos do nosso continente. É a nossa civilização que está em jogo.” – Emmanuel Macron

“Desde o presidente do partido, tesoureiro, secretário, deputados, senadores, todos sabiam” – Renato Duque

Trilha do dia

00:07 - Calmaria

Depois das eleições francesas, mercados operam em clima de calmaria – Europa fechou de lado e as Bolsas nos EUA seguem a tendência.

No Brasil, temos uma alta bem tímida da Bolsa, mesmo com o mercado de commodities ainda bem fraco (minério caiu mais um dia e agora opera próximo a 60 reais a tonelada). Juros curtos aqui são para cima, enquanto a porção longa da curva continua apresentando queda, mesmo que moderada. Dólar opera em alta, acima dos 3,20 reais – a alta de juros nos EUA na próxima reunião é dada como praticamente certa.

01:13 - E allora?

Macron levou com tranquilidade o segundo turno na França e pode assumir a capital mundial do croissant a qualquer momento até o dia 14 de maio – na França, a troca de governantes se dá quase que imediatamente.

Os mercados já tinham colocado na conta e o clima é de realização e calmaria pela Europa.

Com uma agenda de enxugar o (enorme) Estado Francês, reduzir impostos e realizar flexibilizações trabalhistas – a França é, de longe, o país mais socialista da Euro – Macron assegura, pelo menos por enquanto, a existência do Euro.

Já há quem diga que o negócio agora é ficar de olho nas eleições italianas ano que vem.

O mercado simplesmente não fica sem uma narrativa!

03:12 - Ele enlouqueceu!

O mercado é louco, meio bipolar.

Mal passou o perigo francês e todo mundo começa a se preocupar com os italianos.

Mas, quem parece que enlouqueceu de vez foi o Caio, nosso CEO. Ele está encorajando o cancelamento de todos os seus produtos aqui da casa!

Melhor dar uma conferida aqui!

03:12 - Bonde sem freio

Depois de Renato Duque entregar a rapadura inteira, há quem especule que Lula não volta de Curitiba na quarta-feira, acho difícil.

Sem argumentos sólidos de defesa, tanto Lula quanto o PT invocam a perseguição política e a narrativa de “delações sob tortura”.

Vejamos quão consistentes são as provas do MP e como se dará todo o processo – já cancelei minha Netflix e comprei um balde de pipoca.

Em Brasília, segue a troca de cargos, verbas e afins por votos na Reforma da Previdência. Cada um quer saber do seu e ninguém parece se importar muito com o futuro do país que, apesar do abandono, segue dando sinais de retomada.

A inflação continua sob controle, empresas de varejo e consumo reportando crescimentos substanciais em seus balanços e as notícias de ocupação de escritórios comerciais há muito tempo vagos já pipocam por aí.

Friso novamente: enquanto estamos preocupados com a espuma que aparece nas capas de jornais e revistas, a economia real – os dados das empresas e das famílias – vai melhorando.

Quem esperar o IBGE vai perder o bonde.

Quem pegou o bonde e sentou na janelinha foram Max e Bruce, Portobello é faz parte do Microcaps e do Melhores Ações da Bolsa, mesmo antes dos bons resultados de sexta, já acumula 50 por cento de alta no ano.

 

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04:03 - Qual o investimento de Cabral?

A grande maioria dos brasileiros sabe que quem descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Cabral, quase todo mundo sabe a fórmula da água e o conhecimento sobre sujeitos e advérbios é amplamente difundido.

Mas saia na rua perguntando sobre Renda Fixa, CDI, ações, dividendos, valor presente e imagine quais serão as respostas.

E quando se trata de orçamento familiar e organização das contas, quantas famílias será que estão bem preparadas?

Eu desconfio que questionar qual a diferença entre rendimentos reais e nominais nos dará respostas estarrecedoras.

Eu sou da linha de que educação financeira deveria se matéria obrigatória!

Todo mundo deveria saber os conceitos básicos de finanças e todos deveriam ter acesso a boas ferramentas de planejamento financeiro.

Mas o que vemos por aqui é um completo descaso com a matéria na grade curricular das escolas brasileiras.

Pensando nisso, a Empiricus decidiu participar esse ano da 4ª Semana Nacional de Educação Financeira. Projeto capitaneado pelo Banco Central em parceria com a CVM, mas com ampla participação de diversas instituições financeiras.

Ao longo desta semana estamos oferecendo aulas completamente gratuitas para quem quiser – é tudo ao vivo com direito a perguntas e esclarecimento de dúvidas.

Começa hoje com a aula do Waltinho, nosso especialista em planejamento financeiro.

Não perca e nos ajude a divulgar!

 

Quando não temos nada a perder…

Tudo na vida tem seu tempo — e o meu, aqui, foi simplesmente maravilhoso: hoje me despeço do M5M e da Empiricus.

Mas por quê?

Se, por um lado, capitanear a newsletter de investimentos mais lida do país é uma enorme honra, por outro me coloca em uma situação que preciso evitar.

Todos os grandes saltos que promovi na vida ocorreram em momentos nos quais eu não tinha nada a perder. Já ensinava Tyler Durden: só quando não temos nada a perder somos livres para fazer qualquer coisa.

Não é pouco o que quero fazer. Não são pequenas as brigas que quero comprar. E elas são incompatíveis, inconciliáveis, com as responsabilidades e demandas deste espaço.

A quem interessar, meus próximos passos podem ser acompanhados aqui. O M5M segue normalmente, agora liderado pelo Alexandre Mastrocinque — me vou convicto de que vos deixo em excelentes mãos.

A você que prestigiou minha caminhada por aqui, meu muito obrigado.

A gente se vê!

 

Aqui está uma ideia do que tenho em carteira:

1. Ações: Eu tenho um portfólio que pode ser chamado de “legado”, outro conhecido como “performance” e um terceiro que inclui papéis mais arriscados. A maior parte da minha carteira de ações, como um todo, é composta por “legado”, com destaque para companhias boas pagadoras de dividendos. Um percentual menor é destinado a empresas com crescimento potencial e a menor parcela é voltada para papéis especulativos.

2. Renda fixa: Minha estratégia é, em geral, carregar os títulos até o vencimento, no entanto, não tenho comprado mais papéis desde que as taxas caíram vertiginosamente. Hoje, a renda fixa responde por apenas 5 por cento dos meus investimentos. Também contribuo para um fundo de previdência privada.

3. Mercado imobiliário: O aluguel é uma das minhas principais fontes de receita. Eu invisto em imóveis de olho na renda e vejo a valorização do empreendimento como bônus.

4. Investimentos diretos em negócios nascentes: Esta é de longe a categoria que me deu melhores resultados ao longo dos anos. O truque é investir em empresas de setores você entende.

5. Seguro: Esta classe de ativos – como o próprio nome mesmo diz – não é um investimento. É, na verdade, uma proteção contra momentos turbulentos, como a queda brusca dos mercados, quebra de bancos e processos… Aqui, incluo meus investimentos em ouro e prata.

6. Colecionáveis: Você provavelmente não vai se interessar por esta categoria de investimentos a menos que queria enriquecer e, ao mesmo tempo, ter uma experiência mais rica todos os dias. Meus colecionáveis preferidos são obras de arte do tipo fine art e edições raras de livros. Mas você pode colecionar desde histórias em quadrinho até relógios.

7. Opções: O meu lema é “não invista em algo que não entende”, daí só invisto em operações que compreendo.

8. Moeda: É um colchão para comprar inúmeros ativos em promoção em tempos de crise econômica.

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Ao sucesso,
Mark

 

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