M5M_Caso de polícia

É caso de polícia a nossa política.

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00:12 - Política é caso de polícia

Bolsa local no negativo, devolvendo parte da euforia deflagrada pela OPEP na sessão de ontem. Impacta os negócios também o noticiário político local – que, convenhamos, caberia mais adequadamente às páginas policiais. É caso de polícia a nossa política.

Lá fora, principal foco de tensão é o referendo italiano. Vale a pena não descuidar de Áustria também – depois não adianta dizer que era óbvio, viu?

A propósito, a volatilidade do Euro atingiu o maior nível desde o Brexit.


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01:05 - Escadinha

Goldfajn não ousou e trouxe corte de 25 pontos na Selic, mas deixou a porta aberta para aceleração adicional. Ao final da sessão de ontem teve correria, com apostas de última hora em torno de 50 pontos. Como não foi dessa vez, cabe reajuste de expectativas.

Ao anúncio seguiu-se o tradicional esforço de decifrar as nuances do comunicado – que, na atual gestão do Copom, traz bem mais informação e retira certo peso da ata. Dentre as condicionantes para colocar o pé no acelerador, destacou uma lentidão maior do que a esperada para a atividade econômica.

É precisamente diante de um cenário de revisão (para baixo) das expectativas para o próximo ano que estamos, destaco. Indicativo forte de que sim: salvo as condições externas impeçam, os degraus da escadinha dos juros ficarão mais íngremes.

02:20 - 11 em cada 10

Ou seja, tudo segue trabalhando – e muito bem – para um cenário de fechamento expressivo da curva de juros. A quanto pode ir? Tudo indica que podemos encerrar 2017 com nota 10 em política monetária.

E as turbulências no meio do caminho dão oportunidade para que aqueles que não se posicionaram a contento ainda o façam.

Na renda fixa, o caminho das pedras leva aos prefixados. Na variável, atenção para empresas e setores tipicamente sensíveis à redução de taxas de juros. Infraestrutura, properties y otras cositas más.

É consenso de 11 a cada 10 dos melhores gestores de recursos do país.

03:12 - Saco cheio, panela vazia

Renan deflagrou guerra com o Judiciário ao tentar emplacar regime de urgência no pacote anticorrupção. Com julgamento de ação na qual é réu hoje, no STF, o timing foi ruim para dar com os burros n’água.

Não deixe de procurar digitais de outros parlamentares na manobra. Talvez você se surpreenda. Eu, particularmente, não.

Ao lado de Moro, Calheiros declara: “A Lava-Jato é sagrada”. Agora repita comigo: “nossas instituições são sólidas e estão funcionando saudavelmente”. De novo! De novo! Só pare quando acreditar. Domingo é dia de ir para a rua de saco cheio e panela vazia.

Temer é pessoalmente responsável pela articulação política neste momento. Tem nas mãos a oportunidade – uma tremenda oportunidade – de fazer um gol.

Que não seja contra.

04:01 - Fim do mundo?

Ações americanas apresentaram em novembro a melhor performance em relação aos pares mundiais em quatro anos.

Nada mal, considerando que o consenso acreditava piamente que o mundo acabaria caso Trump vencesse, não é mesmo?

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