M5M_Coleção de Trapalhadas

Música tema d’Os Trapalhões ecoa por Brasília.

M5M_Coleção de Trapalhadas

Ontem, Ricardo foi conhecer um restaurante novo e a comida não caiu bem.

Avisou que vai passar o dia brincando de Game Of Thrones e me pediu para
tocar o M5M sozinho.

Difícil saber quem vai fazer mais m&$d@

00:07 - Mercado

Bolsa vai de lado na sessão de hoje – Trump tomou um pito e aliviou o discurso de dólar fraco – moeda americana sobe com alguma força e ajuda exportadores brasileiros.

Nomes domésticos apanham bastante, principalmente as empresas mais endividadas, já que o mercado de juros volta um pouco depois da festa de ontem, mesmo com demonstração de que a base de Temer ainda tem força (mais a seguir).

Nos EUA, as Bolsas operam sem sentido definido, já a Europa parece reagir bem ao discuro de Theresa May – tudo predominantemente verde pelo Velho Mundo

01:13 - Um Deputado Trapalhão

Governo mostrou força ontem – conseguiu mais de 300 votos para aprovar o projeto de recuperação fiscal dos Estados e a reforma trabalhista só não andou por causa de uma bobeada de Rodrigo Maia, que encerrou a votação para dar caráter de urgência ao projeto antes da hora.

(M úsica tema d’Os Trapalhões ecoa por Brasília).

Vale comentar que a temporada de resultados começa amanhã e quem puxa a fila é Usiminas: com essa pressa toda e números positivos para o aço no primeiro bimestre, esperamos bons números (o balanço vazado só reforça o sentimento).

De uma forma geral, as empresas não devem entregar muita coisa positiva nesse trimestre – a economia ainda patina e os efeitos práticos da redução de juros devem ser sentidos com mais força no segundo semestre.

Nunca é demais lembrar que a Bolsa ainda depende dos resultados das empresas, caso tenham esquecido.

02:08 - Uma trapalhona iluminada

Em 2012, a presidenta, em cadeia nacional, falou com toda sua benevolência e retórica irretocável de como a conta de luz ficaria mais barata.

Quase cinco anos depois ainda sentimos os efeitos da medida – além de gerar uma crise energética que só não foi pior pelo encolhimento da economia, a medida “iluminada” gerou instabilidade jurídica que repercute até hoje.

A dúvida, claro, não é quem vai pagar a conta – quem paga é sempre o povo, a questão é como: você pode pagar via tarifa ou via impostos.

Vai doer de qualquer forma.

(Tema d’Os Trapalhões segue tocando).

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03:12 - Muitos Trapalhões e Três Patetas

Theresa May sugeriu que não vai usar as eleições para dar aos eleitores maiores detalhes sobre como quer que o Brexit ocorra – ela quer que creiam em sua capacidade de entregar um bom plano.

(Existe uma música tema do Mr. Bean?).

Preocupa o descaso do mercado com a dívida italiana – maior dívida da Europa em termos absolutos. Como vai ficar a vida dos italianos quando o Banco Central Europeu acabar com a brincadeira de estímulos? Não acho que vai ser bonito de ver, não.

(Eis que a tarantela começa a tocar no fundo).

De resto, mercado continua cauteloso com perspectivas das eleições (a da França é no domingo, já) e tensões geopolíticas – Trump, Putin e Cebolinha.

(Alguém mais escutando o tema dos Três Patetas?).

Quem nunca faz trapalhada é “a mulher que desafia os grandes bancos do Brasil”.

Sempre que a gente vai conversar com o gerente do banco, dá aquele medo de ser enrolado, aquela certeza de que tem alguém levando a melhor ali naquele papo…

Se você passa por isso, saiba que existe uma pessoa para te defender – e não é o Chapolim.

Nossa heroína Luciana passa os dias e as noites vendo a melhor forma de proteger os interesses dos investidores. Só de ouvir o nome dela, os gerentes escondem as propagandas de fundos ruins e queimam aquele panfleto do título de capitalização.

Quer saber mais como se proteger de produtos ruins? Acesse Aqui!

Você está recebendo um texto de Mark Ford, professor universitário que se tornou multimilionário em apenas sete anos. Sócio da Agora, consultoria financeira parceira da Empiricus, ele ensina os melhores caminhos para construção de riqueza. Bem-vindo(a) ao clube WBC.

Há duas lições importantes a serem aprendidas independentemente da sua idade: primeira, é muito difícil construir riqueza se você adiciona gastos à sua lista toda vez que sua renda aumenta. Segunda, definir metas irreais de rentabilidade significa tomar riscos maiores, e risco nem sempre é sinônimo de riqueza.
Portanto, não gaste mais só porque está ganhando mais. Sua riqueza futura é determinada por quanto você economiza e investe, não por quanto você gasta.

Por isso, quero lhe pedir que faça o seguinte: descubra quanto precisaria gastar para desfrutar de uma vida verdadeiramente rica durante um ano. Para fazer o cálculo, pense por alguns minutos em todas atividades e aquisições que você realmente usufruiu ao longo do ano que passou. Se você for parecido(a) comigo, verá que a maioria dessas “coisas” custou pouco ou quase nada. Esses são os verdadeiros luxos.

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