“Menos ruim” já é bom!

Na economia real a que, de fato nos importa, balanços cotinuam vindo “marginalmente positivos”.

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“Menos ruim” já é bom!

“Os números de 2017 não refletem mais aquela catástrofe de 2016. Começamos a ver reação em vestuário e material de construção, por exemplo. Também há sinais mais positivos em eletroeletrônicos” – Fabio Bentes (economista da Confederação Nacional do Comércio).

Trilha do dia

 

00:05 - Mundo Verde

Com um refresco das commodities e bons dados de emprego nos EUA, Bolsas no mundo todo operam para cima. No Brasil, além de dados positivos lá fora, há mais otimismo com aprovação das reformas e bons resultados corporativos no primeiro trimestre.

Juros caem com força e Dólar recua para baixo dos 3,20.

01:10 - “Menos ruim”

Enquanto Lula tenta escapar (mais uma vez) das garras do Moro, Temer acelera a tramitação da Reforma Trabalhista no Senado e vai tentando empurrar Renan para o ostracismo.

A ideia é correr com a Trabalhista porque os deputados disseram que só aprovam a Reforma da Previdência se os senadores “fizerem sua parte” e tomarem um pouco o pênalti político de aprovar reformas impopulares.

Todo mundo preocupado com as Eleições de 2018, amigo.

Sem grandes novidades, não?!

Na economia real a que, de fato nos importa, balanços continuam vindo “marginalmente positivos”, para usar um termo clássico e adorado pelo sell-side – é uma forma elegante de dizer que “tá vindo menos ruim do que o esperado”.

Por enquanto, o “menos ruim” nos basta – só de parar de cair já permite que as companhias aproveitem o balanço mais leve e a redução de custos.

02:13 - Comece pelas Melhores

Quem sabe muito bem que o “menos ruim” é mais do que suficiente para movimentar a Bolsa é o Bruce .

Já faz meses que ele vem falando que 2017 seria o ano da virada e que com a divulgação dos resultados, muita gente ia ser pega de surpresa.

Ele é o analista responsável pelo Melhores Ações da Bolsa, série dedicada a analisar e recomendar as MELHORES ações.

O bom das melhores é que, mesmo em um ambiente em que as coisas dêem errado, é pouco provável que você tenha perdas permanentes em seus investimentos.

Nomes como Itaú, Lojas Americanas e Banco do Brasil estavam por aí no passado e estarão no futuro.

É o produto ideal para quem está começando a investir na Bolsa. Acesse aqui e confira.

 

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03:15 - Só com proteção!

O resultado da pesquisa sobre o mercado de trabalho nos EUA (Jolts) veio bom – como falamos por aqui, a América está great e, quanto mais Trump tentar empurrar consumo e contar com medidas populistas (menos impostos, mais gastos), mais a dívida dos EUA vai ficar insustentável.

Junte a isso o menor nível de volatilidade dos mercados em muuuuito tempo (VIX está nos lows desde 2006) e mercados renovando máximas dia após dia, a receita para uma desaceleração e problemas à vista está dada.

Fonte: www.hezrohedge.com

Titia Yellen tem que tirar a bunda da parede e tocar essa alta de juros.

As coisas estão melhorando por aqui e, mesmo que demore um pouco, alguma Reforma da Previdência vai passar. Em tese, é Bolsa para cima, seja por Selic menor, seja por resultados melhores.

Mas, o cachorro continua abanando o rabo.

Se der m.erd@ nos EUA, vai azedar a Bolsa brasileira.

Como estão seus seguros?

03:55 - "Tripulação, portas em automático"

Sempre tive dificuldade em entender o modelo das aéreas – teve época em que era mais barato ir para Ribeirão de avião do que de ônibus.

Desde que a Berkshire anunciou que estava comprada em cias aéreas, todo mundo se pergunta o que o “Oráculo de Omaha” está vendo em um setor que, historicamente, é um pesadelo para os acionistas – o próprio Buffet meteu o pau no setor por muito tempo.

Bruce , que é grande fã dos dois velhinhos por trás da Berkshire, esteve em Omaha para a conferência anual da companhia e voltou com uma teoria que faz todo sentido para explicar o racional dos dois.

  1. Valuation atraente : em 2016, as aéreas chegaram a negociar a 3x Preços/Lucros.
  2. Com o shale gas , os preços de petróleo tendem a ser mais comportados (se a OPEP resolver cortar produção, os produtores americanos aumentam a oferta e impedem uma alta desenfreada do barril).
  3. Os programas de milhagem que estão dentro das companhias e valem mais do que o market cap das controladoras.
  4. Racionalização da concorrência: controlando as três maiores aéreas do país, eles simplesmente podem acabar com o problema de todo o setor. Seria ruim para os passageiros, mas muito bom para os acionistas.

Se vai funcionar ou não, saberemos em alguns anos, mas, a julgar pelo passado e pelo que os dois vovozinhos fizeram com a indústria de seguros, dessa vez as aéreas decolam!

Olha ele lá, “pertinho” do Buffet!

Fonte: Bruce Barbosa

Psiu

Só lembrando que continua a 4ª Semana Nacional de Educação Financeira e hoje tem aula da “Tia Lu”.

 

Ser demitido não é bom. Mas ser demitido quando você acha que está indo bem é pior ainda.

O objetivo do texto de hoje é alertá-lo para um importante perigo: alguém do seu trabalho está pensando em dispensá-lo.

Na verdade, pode ser mais de uma pessoa. Pode ser um comitê.

Isso lhe parece impossível, afinal, você chega no horário, cumpre as suas tarefas, certo? Talvez não seja o queridinho do seu chefe nem o superstar da companhia, mas está fazendo a sua parte.

Então, como alguém poderia pensar em demiti-lo? Na verdade, deveriam te dar um aumento!

As conversas começam quando o resultado de um trabalho fica aquém das expectativas ou ainda quando a empresa passa por uma crise. Então, quando os dois fatores colidem… Aí se encontram as demissões-surpresa.

Por isso, a melhor chance de se manter no emprego, independentemente do desempenho da empresa, é ficar entre os 10 por cento do topo. Não em termos de tempo de casa ou de salário (neste caso, pode ser um peso em vez de um benefício), mas em termos de reputação de performance. O quão bem você faz o seu serviço.

Mas, mesmo assim, você não está 100 por cento seguro contra uma dispensa.

Há companhias que são tão confusas, tão políticas e tão desconectadas do seu propósito que abrem mão dos melhores funcionários.

Mas é claro que você não deveria trabalhar nessa empresa de qualquer forma, pois não há futuro ali. É melhor sair e arrumar outro emprego – mesmo que te pague menos – em uma empresa melhor. (Mas é melhor arranjar emprego enquanto ainda está no seu atual trabalho. Quando se trata de sobrevivência, discrição é sempre uma boa opção.)

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Ao sucesso,
Mark

 

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