Mexendo no seu dia-a-dia

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00:06 - Dia do Fed

Chegou a quinta-feira de reunião do Fed, agendada para três da tarde.

Depois de sete anos de juros mínimos nos EUA, deparamo-nos com uma possibilidade real de aumento da Fed Funds Rate.

O mercado indica uma chance implícita de 32% de aumento hoje.

Não se trata de uma probabilidade majoritária, mas também não podemos descartá-la por completo.

Minha cabeça diz que o Fed vai esperar até dezembro, aguardando visibilidade sobre China e petróleo.

Meu estômago aguarda uma surpresa imediata.

01:15 - Dia da tranquilidade

Tudo indica que o estômago do mercado de câmbio também acordou com azia.

O dólar renovou sua máxima em 12 anos nesta manhã, ultrapassando a barreira dos R$ 3,90.

Num dia como hoje, os investidores da Aposentadoria Milionária sentem-se mais tranquilos por carregarem dólares em seus portfólios.

Além do bem-estar envolvido, a tranquilidade ajuda a evitar decisões afobadas em contextos de grande volatilidade.

Se Janet Yellen resolver elevar os juros hoje (ou se pesar no discurso), o câmbio pode facilmente ultrapassar os R$ 4,00.

A boa notícia é que isso torna a Bolsa brasileira ainda mais barata em dólares.

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02:23 - Dia da virada

Não basta apenas concluir que as ações brasileiras estão muito baratas.

Para ganharmos dinheiro, elas precisam se tornar menos baratas.

Abrimos a Virada de Mão a 46.463 pontos, que já viraram 48.397 pontos (no momento em que escrevo).

É uma valorização bem-vinda, mas ainda módica perto do potencial que imaginamos.

Transições do barato ao caro frequentemente dependem de catalisadores.

Dentre os catalisadores latentes, a hipótese de impeachment ganha atenção conforme nos aproximamos de outubro.

03:22 - Dia da imaginação

A materialização de impeachment desponta como catalisador positivo.

O processo é árduo, e ninguém sabe como seria um novo governo sem Dilma.

Mas o mercado está disposto a pagar por um cenário diferente do atual.

A conta é simples.

Imagine dez outros governos possíveis, dos mais variados.

Quantos deles seriam piores que o de Dilma?

Quantos seriam melhores?

Essa conta é uma prova de que mais volatilidade não significa necessariamente mais risco.

04:26 - Dia do all in, all out

Agora imagine um jogador desesperado, que já perdeu por várias rodadas seguidas.

Sobra-lhe pouco a perder.

O que ele faz?

Toma todo o risco ao seu dispor. Dobra a aposta na esperança de recuperar as perdas anteriores.

Conforme noticia o Valor, o PT passa a buscar uma “nova política econômica”, que retome o expansionismo monetário e fiscal.

Tombini estaria fora, Levy estaria fora.

Os donos do casino sabem que isso só vai piorar ainda mais a situação, mas o jogador desesperado não decide racionalmente.

Só o que lhe resta é tomar riscos.

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NENHUMA aplicação conservadora está obtendo ganhos sequer parecidos ao da minha estratégia.

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