Nego, não devo; posso quando pagar

Dilma aproveita seus últimos dias para gastar o que não tem e o que não pode.

Nego, não devo; posso quando pagar

“Man in white shirt and black tie holding an empty wallet.”

00:08 - Pacote de maldades

Dilma aproveita seus últimos dias para gastar o que não tem e o que não pode.

Sua meta, dobrada, consiste em repassar ao novo governo uma terra arrasada.

Quanto pior para o orçamento público, melhor para Dilma.

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O “bunker da resistência” no Palácio da Alvorada será o bunker do mau agouro.

Para Temer, isso é ótimo.

No fim das contas, todo governo precisa de uma oposição; melhor ainda se for mística.

01:17 - Invista como Nietzsche

Empresas também precisam de oposição para crescer.

A velha máxima: o que não mata fortalece.

No caso de Itaú (e também de Bradesco, ontem), a inadimplência incomoda.

Ninguém está imune à crise.

Qual foi a última vez que Itaú fez ROE abaixo de 20%?

Terceiro trimestre de 2013.

Felizmente, essa “nova normal” não costuma durar mais do que 12 ou 15 meses.

Temos toda a paciência do mundo.

02:29 - É contagiante

Naturalmente, a inadimplência não está concentrada nos bancos.

Calotes se espalham rapidamente.

Numa economia em depressão, onde há crédito há calote.

Varejo ou atacado. Serviços ou indústria.

Normalmente, assustamos quando o nota C de inadimplência vira nota E.

Mas o grande choque na cadeia ocorre mesmo quando o AAA vira C.

03:19 - Juros virtuais de 6%

Deprimiu?

As oportunidades se fazem na crise, uai!

Temos calotes, sim senhor. Mas não estamos quebrados como um País.

Por sorte ou piedade dos deuses, ainda dá tempo de arrumar a casa com um novo governo.

E, dentre todos os motivos para derrubar a Selic no 2º semestre, a inadimplência é mais um.

Pergunto-lhe: existe sentido em continuarmos convivendo com juros reais de 6% por aqui?

A resposta – com implicações lucrativas para o seu bolso – é dada no Empiricus Renda Fixa.

04:28 - Poucos problemas grandes

Esse mesmo Empiricus Renda Fixa, a cargo da Marília, se encarrega de encontrar os melhores equilíbrios entre o risco de calote e o retorno da adimplência.

Hoje o mercado trata toda alavancagem como um pecado, e pune os papéis pecadores.

Não deveria ser assim.

Nossos problemas de liquidez e solvência são graves, mas também concentrados.

Com o devido foco, podemos endereçá-los um a um.

A cada um endereçado, o próximo se torna mais fácil.

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