Pedido de Virada

O mercado está de olho na política. Mas a política também está de olho no mercado, uai. É uma relação de mútua dependência. Um precisa do outro. Deputados e senadores sentem pressão pela...

00:06 - Congresso Ibov

O mercado está de olho na política.

Mas a política também está de olho no mercado, uai.

É uma relação de mútua dependência. Um precisa do outro.

Deputados e senadores sentem pressão pela forte alta da Bolsa, queda do dólar e recuo dos juros futuros durante a manhã.

O pedido de impeachment foi recebido com otimismo.

01:15 - Nada óbvio

É claro que o processo de impeachment será atribulado, enrolado, vai gerar volatilidade, etc.

Essas são constatações óbvias.

Fato é que esse processo é salutar em si, independente de seu resultado.

Mesmo se a Dilma continuar no governo?

Sim, mesmo se a Dilma continuar.

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02:23 - De um jeito ou de outro

Toda a agenda de ajuste fiscal e reformas foi colocada em segundo plano em 2015.

Ninguém vota nada, pois, desde janeiro, há um enorme bode na sala chamado impeachment.

Precisamos nos resolver com esse bode.

Se é para a Dilma ficar, fique até 2018 e bola pra frente; dificilmente vai ter outra chance de impeachment.

Se é para a Dilma sair, tchau e benção.

É claro que a segunda condição tende a impulsionar com mais ênfase os ativos de risco brasileiros.

Mas a primeira condição também não é de toda má, pois nos faz melhores do que na completa letargia atual.

03:22 - Vira-vira

É apenas a primeira fagulha na palha, mas já dá para sentir que as coisas vão ficar quentes neste fim de ano.

Dito e feito: sem férias em dezembro.

O mês é particularmente especial aos leitores da Empiricus que estudaram e aplicaram nossa tese de Virada de Mão.

Para aqueles que ainda desconhecem a tese, dá tempo de se atualizar e aproveitar o grosso dos ganhos, ainda por vir.

Ou você acha que Ibovespa a 46 mil pontos já capta perfeitamente os efeitos de um choque transformacional na política brasileira?

04:26 - Parâmetro vizinho

Para termos uma base de referência – reconhecidamente imprecisa, mas ainda assim útil.

De certa forma, 2015 foi o ano do impeachment do Governo Kirchner na Argentina.

O Merval – que equivale ao Ibovespa argentino – disparou de 8.666 pontos em 30/dez/2014 para os 12.706 pontos atuais.

Trata-se de um ganho formidável de +47%.

E olha que esta é apenas uma parte pequena da história.

Antecipando a saída de Kirchner, o Merval começou a acordar em meados de 2013.

Desde então, acumula alta de +377%.

Isso mesmo: +377% em dois anos e meio, para um mercado muito menor do que o nosso.

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