Multiplique seu patrimônio na Bolsa

A regulação proíbe falar em ganhos? Não. Ela obriga a dizer que rentabilidade passada não significa rentabilidade futura. Ela não proíbe, entretanto, de exibir a rentabilidade passada. Tampouco de estimar que haverá ganho futuro (não é exatamente esse o trabalho dos gestores?). Não confundamos as coisas.

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Multiplique seu patrimônio na Bolsa

“É que Narciso acha feio o que não é espelho
E a mente apavora o que ainda não é mesmo velho”

Odeio altura. Com todas as minhas forças. Em uma viagem à Capadócia, na Turquia, entretanto, não resisti a correr o risco de entrar em pânico nas nuvens: voei de balão. Como fui persuadida? Ao ver lindas fotografias das tais chaminés de fadas vistas de cima, em meio àquele monte de balões coloridos, e ao imaginar que ali havia uma oportunidade única.

Foi uma das experiências mais incríveis da minha vida.

O guia turístico não me disse que eu poderia morrer em um acidente de balões – ainda que isso fosse possível e que tenha inclusive acontecido algumas vezes na mesma região. Até acredito que saber dessa possibilidade não me demoveria: no fim das contas, eu sabia que objetos voadores tão próximos poderiam se chocar. Mas eu jamais teria subido no balão se tivesse sido apresentada somente ao risco de acidente.

Não existe ganho sem risco – em nada na vida –, nem por isso deixamos de falar sobre ganhos. Por que há tanto pudor em falar deles quando o assunto é investimento?

Luiz Alves Paes de Barros, um dos maiores investidores individuais da Bolsa brasileira, acredita que estamos em um ciclo de ganhos que ainda vai longe – com seu pico depois de 2020.

“A primeira fase do ciclo que estamos vivendo começou em janeiro de 2016 – é muito difícil saber quando o ciclo começa, mas, quando está no meio, não tem mais erro. E agora é certeza absoluta que começou. É uma coisa empírica. E, em começando, o céu é o limite” – um spoiler do veterano da Bolsa, que revela o setor que deve se beneficiar em cada momento do ciclo de ganhos em uma série imperdível do As Melhores Ações da Bolsa.

Há quem torça o nariz: “Que exagerado!”. Já vi repórter de jornal derrubar entrevista porque o gestor disse que a Bolsa ia subir mais de 30 por cento. “Que irresponsável!” – dizem os pretensos defensores do investidor.

O fato é que o mesmo Luiz Alves ganhou em seu fundo, o Alaska Black, 243,54 por cento nos últimos dois anos. Sim, ele mais do que triplicou o patrimônio dos investidores: 10 mil reais investidos no produto em 2016 viraram 34.354 reais hoje. Reforço: em somente dois anos.

A poupança, nesse mesmo período, transformou 10 mil reais em 11.458 reais. E defendê-la pode? Que cultura de investimentos e consumo consciente vamos criar quando o produto mais tradicional do país rende tão pouco, sendo incapaz de realizar qualquer sonho?

Por que não mostrar a bela paisagem ao investidor? Sim, ela faz parte do passado, e ele sabe disso ao olhar para a fotografia – não menosprezemos sua inteligência.

Invisto no Alaska uma parcela muito pequena do meu patrimônio – aquela que posso perder – e ganhei MUITO dinheiro com ele. Houve dias de prejuízo expressivo no meio do caminho, mas, sim, tive retornos excepcionais. E não tenho o menor pudor em falar isso.

A regulação proíbe falar em ganhos? Não. Ela obriga a dizer que rentabilidade passada não significa rentabilidade futura. Ela não proíbe, entretanto, de exibir a rentabilidade passada. Tampouco de estimar que haverá ganho futuro (não é exatamente esse o trabalho dos gestores?). Não confundamos as coisas.

O Brasil é o oitavo maior mercado de fundos de investimento do mundo – com 1,9 trilhão de dólares de patrimônio. Quando se considera o total alocado em fundos de ações, entretanto, nós caímos para a décima quinta posição, com 90 bilhões de reais. Nos EUA, 54 por cento do dinheiro investido em fundos está na Bolsa.

E não venha me dizer que o juro alto brasileiro até aqui torna nossa aversão à Bolsa racional – os maiores investidores do mundo têm acesso à renda fixa brasileira e nem por isso concentraram todo o seu patrimônio nela (e ainda que justificasse, considerando o ponto a que nossos juros básicos chegaram, depois da queda recente, a desculpa não vale mais).

Não adianta fazer discurso pomposo, projeto educacional, ir às escolas, à novela e às praias se não perdermos o medo de dizer: ações geram muita riqueza, a Bolsa multiplica patrimônio no longo prazo.

Uma fatia desproporcional desse valor alocado em fundos está financiando a dívida pública, quando poderia estar movimentando companhias, gerando empregos, estimulando o empreendedorismo. E, mais importante, fazendo você, investidor, ganhar MUITO dinheiro.

Por isso, sim, precisamos perder o pudor ao falar de altos retornos em Bolsa. Digo a você: tem gente ganhando muito dinheiro por aí investindo em ações. Não fique de fora.

Seu Fundo

Se você ainda não ouviu falar da MZK, na certa ouvirá em breve. A gestora coloca na praça, entre o fim de abril e o começo de maio, seu fundo multimercados, dedicado a investir em juros e moedas dentro e fora do Brasil.

A gestora e o fundo são novos, a equipe não. Marco Antonio Mecchi, Danilo Macari, André Kitahara e Gustavo Menezes eram traders seniores da tesouraria do HSBC e já trabalham juntos há mais de cinco anos. Mecchi e Menezes, há 13 – estão naquele nível em que um simples olhar já diz qual posição deve ser montada.

Os quatro chegaram a ser incorporados à tesouraria do Bradesco quando houve a compra do HSBC, ficaram lá por dois anos, mas decidiram fazer carreira solo.

É das tesourarias que vêm grandes gestores brasileiros como Rogério Xavier, da SPX, e Carlos Calabresi, da Garde. É comum que eles tenham um período de adaptação: o capital do próprio banco costuma aguentar mais desaforo e é preciso pedir a bênção somente para o comando da instituição. Quando o investidor pessoa física entra em cena, fica mais complicado carregar uma posição por longos períodos, apanhando, até que a tese se efetive, por exemplo.

Tal adaptação não deve ser um problema importante para a equipe da MZK, entretanto, já que ela sempre teve um perfil de giro mais rápido de posições.

O fundo vai nascer com um espelho distribuído na XP e outro nas demais plataformas, com aplicação mínima de 10 mil reais. Quer ler o restante desta avaliação e saber qual é nossa opinião sobre o produto? Em breve em Os Melhores Fundos de Investimento.