Os protestantes do mercado financeiro

A busca pela verdade nos coloca em conflito com o establishment

Compartilhe:
Enviar link para o meu e-mail
Os protestantes do mercado financeiro

Martinho Lutero foi um monge que se rebelou contra os dogmas do catolicismo romano.

Lutero foi excomungado pela Igreja e condenado pelo imperador do Sacro Império Romano-Germânico por criticar a cobrança do perdão dos pecados.

Cobrança em dinheiro daqueles que buscavam a redenção de seus pecados.

Por contestar o comércio das indulgências, Lutero foi tachado de herege.

SOMENTE A VERDADE LIBERTA

Ao contrário do que pregava a Igreja, Lutero afirmava que a salvação não poderia ser alcançada pelas boas obras ou por virtudes, mas somente pela fé em Cristo; o perdão dos pecados seria oferecido por Deus aos homens de boa fé, gratuitamente.

E a arma que Lutero escolheu para lutar contra a “avareza e o paganismo” da Igreja Romana foi a verdade.

A simples e pura verdade.

Lutero e outros reformadores traduziram a Bíblia, que só existia em latim, para as línguas nacionais de seus povos.

A tradução permitiu que a população tivesse acesso direto às palavras do livro sagrado.

Subitamente, o povo poderia ler e interpretar de maneira independente as escrituras, sem depender de instituições regidas pelo homem.

A REVOLUÇÃO PROTESTANTE

Lutero provocou uma legítima reforma religiosa.

Ao tolher o poder do “intermediário”, permitiu ao povo acesso direto à verdade de sua crença.

Lutero não queria acabar com a Igreja, queria apenas reformá-la.

Mas vendo que a Igreja resistiria ao máximo na defesa de seus interesses, Lutero decidiu por bem fundar o protestantismo e, consequentemente, a Igreja Luterana, a primeira saída da reforma.

Uma nova igreja que não seguia tradições, mas apenas a doutrina registrada na Bíblia.

(Da reforma protestante surgiriam ainda a Igreja Calvinista e a Metodista.)

OS PROTESTANTES DO MERCADO FINANCEIRO

Assim como Lutero, somos criticados pelo establishment do mercado financeiro.

Como você provavelmente já deve saber, a Apimec suspendeu os CNPIs do Felipe, do Gabriel e deste que vos escreve por 30 dias.

Atualmente, os grandes bancos detêm quase a exclusividade do acesso das pessoas ao mercado financeiro.

Conflitos de interesse, produtos ruins, falta de informação, aconselhamento por pessoas que não têm o mínimo conhecimento sobre o que recomendam — são muitas as “indulgências”.

A doutrina de investimentos pregada pelos grandes bancos funciona apenas em prol dos interesses dos próprios bancos.

Com a informação de qualidade sobre investimentos represada — para não dizer estrangulada —, o investidor brasileiro fica à mercê de um péssimo serviço.

E paga caro por isso!

EM BUSCA DA VERDADE

Buscamos a verdade nas escrituras de alguns dos maiores investidores do mundo.

Eu, particularmente, sigo a doutrina registrada nos textos anuais do “mago de Omaha”, o maior investidor de todos os tempos, ele mesmo — Warren Buffett.

A simples tarefa de traduzir para o português as sábias palavras do bom velhinho ajuda milhares de brasileiros e brasileiras a investir melhor.

Como o próprio Buffett e seu colega Charlie Munger afirmam: investir bem é fácil, investir bem não é só para os profissionais.

Os gerentes dos bancos disfarçam desconhecimento e ocultam interesses por meio de um “financês” rebuscado.

Contestamos essa pseudo-dominância com independência, simplicidade e um pouco de humor (afinal, ninguém é de ferro).

Buscamos a verdade apenas replicando a sabedoria dos grandes investidores.

A verdade sempre foi a maior amiga dos que lutam contra os déspotas, tiranos e opressores.

A verdade liberta.

A verdade nos coloca em conflito aberto com o establishment.

Liberte-se você também!

Conteúdo recomendado