10 dicas para não cair em armadilhas no Black Friday

Lembre-se de não agir por impulso e investigar os descontos das lojas

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10 dicas para não cair em armadilhas no Black Friday

A primeira coisa que queremos reforçar aqui é que você não deve comprar nada que esteja fora do seu orçamento.

Está pensando em usar o 13º para fazer compras? Pondere. O começo do ano está ai, você já pensou nas contas que precisa pagar? IPTU, licenciamento do seu veículo ou outras contas que você não pode ignorar. Analise sua planilha financeira do início do ano passado para começar já a planejar os primeiros meses de 2016.

“É importante não fazer dívidas que fiquem fora do orçamento e não possam ser pagas. Lembre-se ainda de que os parcelamentos são dívidas e precisam ser contados no final do mês”, afirma Reinaldo Domingos, autor do livro Livre-se das Dívidas da Editora DSOP.

Veja abaixo 10 dicas para não cair em enrascadas durante o Black Friday:

 

1 – Consulte sites de comparação de preços

Nada de comprar sem conferir a real vantagem do desconto. Muitas lojas aumentam o preço dos produtos uma semana antes para conseguirem divulgar “grandes promoções” na data do comércio. Por isso, não deixe de acessar sites como o Buscapé e comparar o preço do produto escolhido em diversas lojas.

 

2 – Aproveite as oportunidades dos prazos de entrega

A liquidação Black Friday pode ser um bom momento para conseguir descontos nos presentes do Natal. A grande vantagem, além do desconto, é aproveitar os prazos de entrega muitas vezes mais rápidos do que os normais. Mas lembre-se de que a data da entrega dependerá da disponibilidade dos produtos nos estoques, por isso, confira o anúncio do produto.

 

3 – Investigue as formas de pagamento

As lojas sempre oferecem vantagens no pagamento dos produtos para que as compras fiquem mais atrativas. Os descontos aparecem, na maioria das vezes, nos pagamentos à vista, mas caso não seja assim, busque vantagens no parcelamento sem juros. Lembre-se apenas de que tudo deve caber no seu orçamento mensal, ok?

 

4 – Compre em sites conhecidos

Aproveitar os descontos de endereços pouco acessados é um risco grande. Por isso, a saída é comprar de sites maiores, além de investigar a procedência das empresas e possíveis reclamações de consumidores. “Faça uma pesquisa sobre os dados do fornecedor, como o CNPJ, e verifique eventuais reclamações de clientes que já compraram no endereço. Tais atitudes afastam o consumidor de problemas”, diz Christian Printes, advogado do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Outra dica é consultar a lista de sites maliciosos e impróprios para a compra que você encontra no site da Fundação Procon de São Paulo.

 

5 – Navegue apenas em sites seguros

A dica para comprar bem no e-commerce é verificar se os sites têm os famosos selos de segurança e se a barra de endereço do navegador tem um cadeado. “Além disso, faça as transações de compra somente em computadores seguros, com as definições de antivírus atualizadas e livres de quaisquer vírus”, diz Printes.

 

6 – Guarde os comprovantes de compra

Outra ação que ajuda o consumidor a se resguardar de eventuais abusos é guardar os comprovantes da compra. Isso significa copiar as telas das etapas da aquisição e colar em um novo documento. Guarde ainda os e-mails e as confirmações de compra, assim como as cópias das notas fiscais e dos recibos de entrega. Essas práticas são necessárias para exercer os direitos de consumidor no caso de problemas futuros.

 

7 – Compre de acordo com o seu planejamento financeiro

Nada de comprar por impulso! Faça uma lista prévia dos itens que planeja adquirir e encaixe tudo no seu orçamento mensal. Lembre-se ainda de manter a sua planilha de gastos atualizada e pensar no futuro antes de fazer as compras. Pense em quantas coisas você comprou e hoje nem sequer utiliza. Quantos produtos estão parados em um canto de sua casa? Seja honesto consigo mesmo na hora das compras: “você realmente precisa deste novo produto”?

 

8 – Fique atento às propagandas

O consumidor deve exigir seus direitos caso a loja apresente preços diferentes do anúncio. Saiba que toda informação transmitida ao consumidor – por meio de publicidade, embalagens ou mesmo declarações dos vendedores – torna-se uma cláusula contratual a ser cumprida pelos lojistas e fabricantes. De acordo com essa regra, o consumidor tem o direito de exigir que os produtos lhe sejam vendidos exatamente pelos preços e condições anunciados na mídia, cartazes ou outros meios.

 

9 – Busque descontos tanto nas lojas físicas quanto nas lojas online

O recomendado é o consumidor fazer um roteiro de lojas para pesquisar os preços dos produtos que pensa adquirir, sempre mesclando entre lojas físicas e virtuais. E lembre-se também de que as lojas físicas oferecem a vantagem do poder de negociação. Na hora das negociações dos preços, tenha foco e analise com frieza a real vantagem dos descontos. Informe-se sobre os produtos antes de conversar com o vendedor, para que tenha bons argumentos.

 

10 – Pague à vista se for possível

Compre os produtos que você deseja à vista. Caso não seja possível, observe tudo o que é necessário para parcelar a compra: como funciona o parcelamento, se há juros embutidos nas parcelas a serem pagas, qual valor total do produto. Tenha certeza de que as parcelas caberão no seu bolso sem que você precise pagar apenas o mínimo da fatura do cartão de crédito. Programe-se para sempre pagar o valor total da fatura. Se não tiver dinheiro para isso, não compre.

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